Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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quinta-feira, 15 de fevereiro de 2024

In Memoriam - Dr. Rui Manuel de Medeiros d'Espinay Patrício

Um homem de convicções, patriótico, honesto e leal.
Apesar de Ministro de Caetano, diria que foi mais Salazarista do que Marcellista e, por isso, quiçá, menos próximo do fascismo.
O seu discurso de tomada de posse a partir do minuto 5'55" https://arquivos.rtp.pt/.../tomada-de-posse-de-rui-patricio/
Já não temos este nível de político em Portugal.

Foto - Rui Patrício com Henry Kissinger em 1973

Arquivo A Capital/Impresa


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terça-feira, 31 de maio de 2022

Finalmente: uma análise séria

O Dr. Mário Soares faz aqui uma mui rigorosa análise política, científica e ideológica sobre o Prof. Salazar vs o Prof. Marcello Caetano.

De facto Caetano tinha uma ligeira índole fascista, fascismo que, de acordo com estudos mais recentes e independentes (do calor dos tempos idos), vem demonstrar uma base muitíssimo mais próxima da esquerda na sua verdadeira índole do que da direita pura, por ser de base proletária (aliás como o nacional socialismo também) tal como nascida com Mussolini.

Não é por menos que ministros de Caetano acabaram em governos socialistas (de Salazar nenhum), isso apesar do nível técnico e da categoria política daqueles ser, inconfundivelmente, superior que a generalidade dos quadros socialistas.

Salazar, por outro lado, não fascista, o grande responsável pela não consagração do fascismo na Constituição de 1933, embora fortemente pressionado internamente para o consagrar, i.e., na gíria, quiçá, o maior anti fascista que tivemos, era um homem que pensou Portugal para os portugueses, adotando um sistema de Cooperações (capitalista mas não liberal), embora assente numa ditadura, porquanto era necessária, primeiro para poder corrigir o erro que foi a 1.ª república e, segundo, para conter o bloco de Leste e a U.R.S.S. no auge e o seu KGB.


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Com o decorrer do tempo vai surgindo a verdade

"Marcello Caetano foi 'um político honrado, patriota, esforçado, competente e também injustiçado."
Dr. Joaquim Silva Pinto (1935-2022), licenciado em Direito, ex-Ministro das Cooperações e Segurança Social, professor no Instituto de Serviço Social, desempenhou diversos cargos públicos da área do trabalho, segurança social, reforma administrativa e obras públicas, tendo sido administrador de várias empresas.
Aderiu ao PS em 1991, por proposta do secretário-geral Jorge Sampaio, foi responsável pelo Fórum aberto a independentes e deputado na Assembleia da República, tendo depois se afastado do Partido "em oposição frontal a Sócrates".



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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)