Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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sábado, 2 de setembro de 2023

Europa, Regulamentos, Burocracia e Decadência

"A Europa criou uma tal quantidade de regulamentos que agora está encurralada".

Alejandro Aravena, arquiteto chileno, prémio Pritzker (2016).

Este é um tema que várias vezes aflorei em artigos e crónicas. A Europa está a desacelerar vertiginosamente em relação a potências como a China e os EUA, porquanto Bruxelas, controlada por Berlim, só gera, há decadas, burocratas que apenas sabem multiplicar regulamentação e que da vida real sabem muito pouco. Um europeu está, cada vez mais, submergido em regras, regras e mais regras, imensas vezes redundantes e até duplicadas (ex. a recente legislação das denúncias, a legislação de saúde no trabalho, etc, etc) tudo focado em canalizar milhões de euros para determinados lóbis que controlam este regime democrático débil e frágil hoje mais apropriado designar por regime burocrático em que já se respira pouca liberdade.


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sexta-feira, 28 de março de 2014

Shigeru Ban | Pritzker 2014

Um terremoto atingiu Christchurch (Nova Zelândia) em Fevereiro de 2011, demolindo a catedral da cidade que datava de 1864.
Recrutado o arquiteto japonês Shigeru Ban, ele desenvolveu um projecto de catedral temporária feita em papelão.
A estrutura tem 24,5m de altura - aproximadamente a mesma altura da catedral original - e comporta aproximadamente 700 pessoas. É usada pela comunidade e por grupos musicais. Cada um dos 86 tubos de papelão que compõem o telhado pesam mais de 450 toneladas, sendo resistentes à água e ao fogo.
A estrutura terá duração estimada de 10 anos, até que a catedral (original) seja reerguida.

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sexta-feira, 29 de março de 2013

Toyo Ito, Pritzker 2013


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terça-feira, 29 de março de 2011

Pritzker

Duas casas unifamiliares, em Ponte de Lima.
Arq. Eduardo Souto Moura, 2001.
Fonte - RTP

Foto - Vivercidades
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)