Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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domingo, 4 de dezembro de 2022

Carlos já não cantou desta vez

Toda a sua a vida cantou para a sua mãe.
Naquele dia triste para ele, por ser a última despedida de sua mãe e, simultaneamente, herdando toda a responsabilidade nos seus ombros pelo reinado que terá, fácil é concluir que foram momentos de emoções díspares e difíceis de aglutinar. Mas, apesar da óbvia e natural dificuldade, soube estar à altura.
De facto, o cerimonial, e por mais que os simplistas queiram desmontar e desvalorizá-lo, é uma evidência de rigor, de união, até de métrica protocolar e, sobretudo, de legado para lembrar o serviço do Rei: proteger e defender o povo, a sua cultura e costumes ancestrais.
"God Save The King!"


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domingo, 2 de maio de 2021

«You're not alone Ma'am»

Esta foi frase foi manchete do Sunday Express.

Nota - Um dos melhores títulos/manchetes de imprensa que alguma vez li na vida, resume muita coisa: solidariedade, unidade, compaixão, respeito, sobreposição de valores superiores nos momentos necessários, etc.

Este título demonstra bem a diferença da imprensa, do tipo Regime, do sentido de Estado, não apenas dos políticos, também do povo em relação à sua estimada Rainha da Grã-Bretanha para, em comparação, com o nosso Portugal republicano. Mundos diferentes, mundos distantes, mundos à parte. Uma décalage civilizacional assombrosa desde 1910.

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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)