Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Estou com os rebeldes (pela democracia e pela Monarquia) na Líbia!

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Acho que não desenho mal, mas se quiserem faço-o...!

É Grécia!
É Irlanda!
É Portugal!
É Itália!
É França!
É (até já a) Alemanha!
São os EUA!
É a Líbia, etc...!
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Jacques Tati...no Nimas!


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Ainda o Individualismo e o Colectivismo

Retive ontem esta frase de Medina Carreira no 5 para a Meia-Noite:
«Não sabemos trabalhar em conjunto. Dois portugueses rendem menos que um.»
O fiscalista também contextualizou essa realidade, desde logo, com o método de ensino e também com a nossa prestação como emigrantes de sucesso.
Ora, esta questão já tinha abordado uns posts abaixo. Há indesmentivelmente uma conexão entre o regime republicano individualista e as melhorias de um monárquico de base colectivista.
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Na sequência da meia-final com a França nos Sub-20...

Notas:

1 - França jacobina, "nossa" referência revolucionária e individualizante, pós 5-10-1910, vais começar a sentir hoje o sabor que apenas sentiste 100 anos antes daquela data na Batalha do Buçaco, a 27 de Setembro!

2 - Este jogo lembrou-me estas verdades:
A republica portuguesa instaurou-se porque o minoritário Partido Republicano obstinadamente tinha de copiar o modelo da república francesa. Consegui durante 100 anos até hoje!
Portugal passou a existir porque um Rei instaurou-o, ex novo, como Monarquia! Durou 767 anos!

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Paradigmático

Estamos sem tempo para resolver o actual paradigma mundial. Acresce a isso que hodiernamente não temos líderes nem filósofos à altura para a uma (nova) resposta. Desfecho incerto…
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Porque se gosta...

Quem gosta por demais deste País, quem gosta por demais da nossa História, quem gosta por demais da nossa língua, quem gosta por demais da nossa Cultura, quem gosta por demais do nosso mar, quem gosta por demais da nossa natureza, quem gosta por demais das nossas gentes e do nosso povo…não se pode rever numa fraccionária e apenas partidária representação fictícia de Estado.
Quem gosta por demais de Portugal, apenas pode querer um Rei ou uma Rainha para seu representante de Estado.
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1926-1986

A república ainda se vai sustentando graças ao período 1926-1986 (Mendes Cabeçadas – Ramalho Eanes), sendo que, mesmo neste período, apenas 5 não foram eleitos partidariamente (Cabeçadas, Gomes da Costa, Spínola, Costa Gomes e Eanes). Todos os restantes, em 100 anos, foram!
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Na memoria...

Se os “nossos” PR’s supostamente têm a mesma dignidade e importância que tiveram os nossos Reis, sendo que os mesmos alcançam esta posição representativa “por mérito próprio”, porque razão, então, o cidadão comum genericamente não se lembra de quem foram os presidentes (embora mais recentes) e lembram-se de muitos dos nossos Reis?
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Somos um Pais mal resolvido:

A partir de 5-10-1910 descontinuamo-nos, colocando a nossa representação num(ns) partido(s). Até hoje ninguém ousa falar e questionar isso que nos denigre.
Conclusões: Paulatino retrocesso e decadência. Mas ainda vamos a tempo de mudar!
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Bélgica...

...um país que modernamente optou por ser Monarquia e ainda hoje é ele que reaviva o papel dos monarcas nas ditas sociedades modernas.

Extracto de um artigo do 'THE ECONOMIST':
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Para que se entenda onde estamos metidos há 100 anos...

Meus caros amigos, no período de 16-12-1918 a 31-5-1926, a república, a mesma que gasta milhões para sustentar o regime e festejou o centenário no ano passado, teve um período que se designou: “A Nova República Velha (restauração da República Velha)”.
Alguém sabe que funesta coisa é esta?
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A alínea b) do artigo 288.º

Temos uma alínea na nossa democrática constituição, a b) do artigo 288.º, que diz isto:
«Artigo 288.º
Limites materiais da revisão
As leis de revisão constitucional terão de respeitar:
a) (...);
b) A forma republicana de governo; (...).»
Apesar deste preceito legal ser entendido como antidemocrático, inclusive por monárquicos (a maioria), e impeditivo para o grande referendo, acho que não é...tendo já escrito em sede própria! A não execução deste referendo é apenas uma mera "preguiça" de muitos... Estão muitos "instalados", a grande maioria do lado dos que preferem um Rei!
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Para que fique claro...

Para que se perceba o que aconteceu em 1/2/1908 e 5/10/1910: É como se hoje, com as devidas adaptações, um partido com representatividade de 7% na AR tratasse de disparar mortalmente sobre o PR e, posteriormente, implantasse um regime à força. 
E pior, a restante “maioria” ficaria toda caladinha (mesmo em decadência paulatina desse sistema)…até passados 100 anos!
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10! Desporto ou arte?

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Abdullah II

Nas Monarquias é assim…não são precisos os canhões dos outros para irem lá dizer o que é para fazer! 
O povo, ainda hoje e para o futuro, agradece!
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Twin Sister . "Lady Daydream" (2010)

Via Alf!
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Lana Del Rey . "Video Games" (2011)

Confesso que o "Del Rey" também pesou a favor...e NY também, claro!

Lana Del Rey Video Games por le-pere-de-colombe
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LTJ Bukem (Feat. Blu Mar Ten) . "Adrift On Deep Water" (1997)

Elegância é a palavra dominante aqui!
Quem quiser um bom registo neste domínio, aconselho a irem a uma loja de cd's e pedirem à moça do estabelecimento para por num saco opaco todos quantos existirem em stock do LTJ. De seguida colocarem, de olhos fechados, a mão no saco e tirarem um. Aquele que sair...é de qualidade!
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Gilbert Becaud . "L'important c'est la rose" (1967)

Podem crer que ele tinha razão!
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)