Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

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sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Imemorial

“Um povo sem memória é um povo sem futuro.”

Dr. Paulo Teixeira Pinto (10/3/2008).

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Debates

Disse Medeiros Ferreira:


Concordo Prof. Medeiros Ferreira, em geral nas monarquias não se discute o regime…as pessoas dessas monarquias sabem que estão, comparativamente, bastante melhor e a salvo. Basta-lhes fazer uma apreciação/constatação societária e histórica dos factos!

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segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Li na Única...

Ficam aqui alguns excertos que subscrevo:

«Uma das vantagens da monarquia é que não se é chefe de Estado por acidente, ou por uma campanha eleitoral ter corrido muito bem, essa função é conhecida desde pequenino e as crianças são preparadas para tal» Francisco van Uden

«"Não vejo como é que os republicanos conseguem comemorar uma iniciativa, com ideias e entusiasmo, mas onde tudo correu mal. Os primeiros anos foram de perseguição, radicalismo e mortes. O povo estava tão fato que apoiou o golpe militar de 1926. Do ponto de vista económico e social correu muito melhor, mas política e democraticamente foi péssimo. Com o 25 de Abril veio a terceira revolução republicana que deu enorme atraso à economia portuguesa, desgraçou os povos africanos e os portugueses que viviam no ultramar, atrasando em dez anos o nosso desenvolvimento. Hoje estamos numa crise profunda. Deveríamos fazer luto e autocrítica colectiva."» D. Duarte de Bragança

«A causa dos monárquicos em Portugal está mais ativa do que nunca. Sucedem-se os encontros, os debates, as palestras nas escolas, as discussões nas redes sociais e aumentam todos os meses o número de pessoas que se querem filiar na Causa Real, (…) que luta pela instauração da monarquia. “Uma monarquia democrática, constitucional, liberal e moderna”, defende Paulo Teixeira Pinto.»

«(…) “o rei é o símbolo da nação, a figura que permite maior estabilidade da vida política. É um árbitro, independente, nem de esquerda nem de direita, e por isso poderia evitar o frequente conflito político a que Portugal está habituado. Como é que se aceita que o supremo árbitro da vida política pertença a um dos clubes que está em jogo?"» D. Duarte de Bragança.

«”Na nossa república o povo é tratado como ignorante. A nossa democracia limita o direito de escolha ao não permitir que se pronuncie sobre o tipo de chefia de Estado que queremos."» Paulo Teixeira Pinto

«”A monarquia não é um programa político, não é uma ideologia, não se antepõe a nenhum dos outros partidos. Pelo contrário. O que se pretende é uma monarquia diferente da de 1910, (…) mais moderna."» Paulo Teixeira Pinto

«”Em Portugal assistiu-se a uma construção histórica de 800 anos, em que o rei encarnava o colectivo. A monarquia é uma projecção do passado no presente em direcção ao futuro. E isso estava interiorizado e personificado pelo rei. É o reconhecimento de uma lealdade, não uma opção ideológica. Os monárquicos não são contra a república. A diferença está apenas na designação do chefe de Estado. Nos países nórdicos fala-se agora em repúblicas coroadas, e ninguém põe em causa que são das democracias mais desenvolvidas do mundo. Não há caso de uma monarquia que não seja uma democracia. Pelo contrário, há repúblicas não-democráticas, como nós fomos durante muitos anos.”» Paulo Teixeira Pinto

«”Os monárquicos devem fazer exercício político nos diversos partidos políticos, não como partido político ao mesmo tempo. Ser monárquico não é algo distintivo de social democrata, socialista, conservador ou liberal.» Paulo Teixeira Pinto

Fonte – Revista Única, de 02/10/2010, páginas 42 a 50.
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terça-feira, 17 de agosto de 2010

«Se a Constituição deixasse…»

Fontes - Semanário Expresso, Primeiro Caderno, 14/08/2010, páginas 14 e 15 | Causa Monárquica.
Comentário – Foi um inteligente destaque do Expresso, abordando a democracia num esplendor que já há muito, muito tempo não se verificava na imprensa escrita dita de 1.ª água.
Daria apenas uma nota menos positiva à primeira página deste semanário, pois no título remissivo é dito: “Meio CDS apoia a monarquia”. Julgo ser um conteúdo por demais conotativo e assim bastante desfasado da realidade agora cada vez mais efectiva, bem como da qualidade do desenvolvimento a páginas 14 e 15 respectivamente.
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segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Paulo Teixeira Pinto em entrevista ao DN


por João Céu e Silva

«(...)»

«Meteu a sua vida política na gaveta e só pensa em livros. Mas, para quem já teve várias funções no Governo, é difícil confrontar-se com o estado da política nacional?

Receio que a situação esteja mais degradada.

Devido ao desrespeito pelas instituições que representam o Estado português?

Penso que tem havido uma espécie de inconsciência de alguns protagonismos políticos e, de certa forma, até do modo como fazem a sua comunicação. Nenhuma adversidade ou guerra política justificam uma forma de desrespeito formal e de educação entre as pessoas! Aquilo que me preocupa hoje e que me choca, quando leio à distância e sigo alguma da chamada guerra política, é, antes de saber do argumento ou da razão de cada um, a adjectivação usada para defender cada posição. E quando os adjectivos ocupam o lugar dos substantivos, é porque há pouca coisa a dizer e muito a gritar.

Refere-se aos conflitos entre o Presidente da República e o primeiro-ministro?

Não, estou a falar no geral.

É o que se passa na justiça portuguesa?

Sobre esses assuntos, não falo, senão estava aqui uma conversa para três horas…

Preocupa-o este constante vazar de informações que estão em segredo de justiça?

Preocupa-me, como cidadão, a devassa da vida individual e que as instituições a tolerem.

Refere-se às instituições judiciárias?

As instituições públicas em geral.

É por essa razão que acredita na proclamação da monarquia?

Acredito que temos de fazer o melhor para que volte a acontecer a restauração da monarquia. Se me pergunta se vai acontecer ou para quando a prevejo, a isso não sei responder. A única coisa de que estou certo é que, quando for, será por via democrática e não revolucionária.

Ainda recentemente deu uma aula sobre o tema "Monarquia e república"...

Defendo sempre que a monarquia não é uma forma de governo, que o rei já é um governo porque a monarquia é uma forma de regime.

Isso leva-nos à situação política do início do mandato de Cavaco Silva, em que se achava que o Presidente só iria reinar…

Não se pode pôr isso dessa forma... Não quero comentar a actualidade e prefiro guardar a posição política para mim, sem misturar os planos.

... A situação política actual mostra que não é isso que se está a passar?

Portugal vive de acordo com um sistema semi-presidencial, o que significa que o Presidente não é uma figura meramente tutelar, mas que tem poder efectivo. Não sendo apenas o símbolo de representação da chefia do Estado - é mais que um símbolo titular do poder -, tem de o exercer. E, genericamente, devo dizer - sendo impossível concordar com todos - que, desde 1976, Portugal teve presidentes da República eleitos e que no geral todos representaram bem e dignificaram o Estado português. Mas não estávamos acostumados a ver na praça pública conflitos como hoje em dia. Isso não… Mas não quero fazer comentários.

Façamo-lo de forma mais "real". Durante a monarquia, não existia um conflito tão grande entre o rei e o primeiro-ministro. Os reis, não é suposto terem juízos ou avaliações políticas. Os reis não são parte do sistema político porque estão por cima dos agentes políticos, daí não é suposto serem motivo de disputa ou protagonistas da dialéctica política.

(...)

A sua actuação pública dos últimos meses tem sido muito vigorosa no campo monárquico. Ainda se justifica lutar para que o rei regresse ao poder em Portugal?

Eu faço-o, e todos aqueles que o fazem certamente têm a mesma posição. Não por uma questão de tradição ou de interesse - porque não há aqui conveniência alguma -, mas por uma questão de convicção. Nem por um juízo de probabilidade, por acharmos que é possível a curto prazo ou que vai ser provável, mas por nos mantermos fiéis ao princípio de convicção, que é aquilo que nos une. E não há que ter vergonha no facto de nos orgulharmos de defender uma instituição que foi representação do Estado português durante quase 800 anos.

Mesmo na véspera do ano em que se comemora o centenário da república?

Este próximo ano é especial para nós porque representa um estímulo adicional de firmação do legado português consubstanciado na instituição régia. Não estou a falar de nobreza, de aristocracia ou de outras figuras, mas apenas do rei e da sua vinculação ao povo. E cem anos de república, mesmo quando se oblitera uma II República, que retira a razão para falar em centenário, não creio que possam orgulhar especialmente Portugal. Não tenho uma visão dico-tómica, ou seja, que o período da república é mau e o da monarquia, positivo. Também houve muitas manchas negras na monarquia e muitas positivas na república. A afirmação da instituição real tem a ver com uma questão histórica e de Portugal ser uma construção real.

Conquistar adeptos para a monarquia não é actividade fácil em pleno século XXI?

Gostava de sublinhar a atenção para aquilo que se tem verificado nas últimas manifestações públicas monárquicas: um número crescente de pessoas a participar e sobretudo de jovens.

Acredita que os portugueses ainda se revêem nos ideais monárquicos?

Gostava que isso fosse perguntado aos portugueses e que ninguém respondesse por eles.

Sugere um referendo?

Sugiro que seja feito um referendo à república, e não à monarquia. Porque a república foi implantada de uma forma não democrática, como todos têm presente historicamente. O que deveria ser referendado era a república, e não a restauração da monarquia. Por outro lado, vejo a crescente empatia com que o Sr. D. Duarte é recebido em todas as povoações que visita em Portugal: no interior e no litoral, a norte ou a sul. É recebido não apenas com simpatia mas com entusiasmo convincente.

Quem não está no poder tem sempre a vida facilitada. É o caso do Sr. D. Duarte?

Não é uma questão de poder apenas, mas acho que a vantagem está sempre com quem detém o poder.

A convocação de um referendo sobre a república seria uma situação muito perigosa?

Perigosa? Julgo que não. Complexa, seguramente que é, como acontece sempre que se põe em causa um ditame de uma geração para todas as futuras. Sempre que uma geração advoga a arrogância de poder ditar para todas as demais o que vão ser, normalmente o resultado não é bom. E a geração de 1976 [a que aprovou a última Constituição] entendeu que podia ditar para a eternidade, que não se voltaria a falar de república ou de monarquia. Porém, mais de 30 anos depois, existem monárquicos. E muitos com menos de 30 anos. (...)»

Foto - por João Girão
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quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Ideal Real


«“E, maximamente, o Monarca que, sem dúvida deve ser considerado o servidor de todos. Pelo que podemos ora compreender que o Monarca, na eleição das leis a promulgar, se determina pelo fim. À boa organização do mundo é pois necessária a Monarquia.” DANTE

I. O Rei é a representação viva, isto é, a encarnação num só momento e numa só pessoa de toda uma comunidade em todo o tempo. O Rei é, portanto, o que de singular vive no individuo colectivo.

II. O Rei reina, não administra. Não é um simples governante. É o primeiro servidor da Grei. Não foi eleito porque ainda é e sempre continuará a ser o que já foi. Só se elege o que ainda por vir a ser de entre todas as hipóteses que podiam ter sido e não foram nem serão. Não o que é porque é. O Rei não concorre contra ninguém, portanto não está contra alguém. Cumpre um dever solitário que a mais ninguém assiste porque só a ele vincula: a obrigação de ser fiel no presente à memória dos que , já mortos, serviram para que no futuro outros pudessem também viver a servir a mesma comunidade. O Rei não tem mais direitos do que qualquer dos seus súbditos. Nem tem os mesmos, porque lhe falta um: não tem o direito de escolher o que lhe é pessoalmente mais conveniente. Esse direito é substituído pelo dever de fazer o que é necessário. Para o bem dos outros a quem serve.

III. O Rei é magistrado. Supremo magistrado. E como todos os magistrados, não pode ser eleito. Mas como qualquer magistrado, está investido de uma legitimidade democrática. Porque a monarquia significa, e é, a antitese mais perfeita da tirania. Porque o Rei é escravo da Justiça. Não há em toda a nossa civilização uma única monarquia cujo sistema político não seja a democracia. Mas todas as ditaduras sucedem em repúblicas. Por isso, o Rei, representando o todo, não pode ser uma parte. Nem tomar partido naquilo que represente ser por uns contra outros, enquanto todos são ele e ele é para todos. E é assim porque só quem representa o todo pode estar acima e compreender uma parte deste.

IV. Todos os Reis deveriam venerar a simbólica do Príncipe Perfeito. Porque esta era perfeita, apesar de nenhum homem, servo ou príncipe o poder ser. Só o pelicano que debica o próprio coração para alimentar as suas crias pode conhecer a imagem última da justiça. E é esta verdadeira coroa. A que permite que entre um tempo e outro seja uma mesma espécie ainda que habitada em ossos diferentes. Só as penas serão sempre as mesmas. Tanto as que usa o pelicano como as que sente o Rei.

V. A monarquia não significa casta nem privilégio. Significa fidelidade. Quer dizer, honra de continuar a servir com lealdade. A nobreza verdadeira, isto é, real, é aquela que se faz fazer, é o valor de que se é doador e não donatário. O vero fidalgo é o pai d´algo. Só o Rei não é pai nem filho. É, ele próprio, o algo. Quem não entender isto, apenas não entende isto. Mas quem o perceber, sabe toda a diferença que faz em sabê-lo.»

Paulo Teixeira Pinto

Fonte - Boletim “Por uma Causa”, n.º 3, Maio de 2000. Boletim da Real Associação do Algarve.

Foto - Luiz Carvalho (ao  semanário Expresso)
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segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Monárquicos desafiam República a um referendo


«Em pleno dia de comemoração da República, um grupo de monárquicos lançou um desafio ao regime: quer uma alteração da Constituição, que permita a realização de um referendo. Os republicanos rejeitam o desafio, garantindo que a República é pacífica em Portugal. E o PS já diz que não muda nada.
Esta madrugada, já em pleno dia de comemoração da República, um grupo de centenas de monárquicos desembarcou simbolicamente perto do Terreiro do Paço, correu em direcção ao Largo Camões, hasteou a bandeira da Casa Real e pediu que se abrissem as portas à realização de um referendo, em Portugal, à República.

O desafio foi preparado com máxima discrição e teve de contornar vários obstáculos, explicou ontem ao DN - ainda antes da iniciativa - Paulo Teixeira Pinto, o ex-governante e ex-presidente do BCP, que agora lidera a Causa Real.

Os obstáculos começaram no sábado, quando o grupo (estavam previstos 500 defensores da causa) recebeu a informação de que não poderiam desembarcar, como o rei D. Carlos há 101 anos, no dia do regicídio, no Terreiro do Paço, mas apenas no Cais do Sodré. Continuaram com um aviso: de que a bandeira monárquica não poderia entrar a bordo - o que não impediu ninguém, nem o próprio Teixeira Pinto, de a usar, assim como de ostentar as T-shirts a dizer "Eu quero um Rei". No início da iniciativa, tudo corria como previsto, com a polícia a acompanhar o grupo.

Mas a aventura nocturna era só simbólica. Antes de entrar no cacilheiro que o levaria ao Cais do Sodré, Paulo Teixeira Pinto garantia ao DN que a sua luta, a da monarquia, "é política". No discurso que preparou para fazer, de uma varanda do Largo Camões, constava uma exigência bem definida: "Queremos suprimir a cláusula da Constituição que diz ser irremovível a República como base do sistema político português."

A questão é polémica. Teixeira Pinto diz que "só" quer trocar a palavra "República" dessa alínea constitucional pela palavra "democracia" - alegando que essa, sim, é a base do sistema político nacional. Porém, a ser aceite pelos deputados, a alteração permitiria um outro passo, que constitui o verdadeiro objectivo da acção desta madrugada: "Fazer um referendo" à República - que hoje faz 99 anos de existência.

A guerra é política e os monárquicos sabem disso. Mas não partidária, alegam. "Eu sou monárquico e nunca votei no PPM", garante. Mas o certo é que, para atingir os objectivos, elaterá sempre de contar com apoio nos partidos.

Agora, depois do discurso - que diz ser o "primeiro passo" de uma luta que quer levar até ao fim - Teixeira Pinto quer que a sua Causa Real vote o passo seguinte: levar ao Parlamento uma proposta, para que lá se discuta a mudança constitucional. É que a legislatura que começa agora é de revisão. E as novas regras da Assembleia já permitem que um grupo de cidadãos apresente propostas para votação.

Porém, nada indica que a iniciativa tenha sucesso dentro de São Bento. Vital Moreira, deputado da Constituinte de 1975 e fiel a José Sócrates, é taxativo na rejeição da proposta. "Ninguém vai mexer nisso. E, em matéria de divertimento, já vi melhor."

À previsível resposta, Teixeira Pinto recorda um debate, na RTP, onde esteve com António Reis e Medeiros Ferreira, dois republicanos e socialistas que, garante, admitiram que a cláusula não fazia sentido, admitindo mudá-la. Ontem, em declarações ao DN, Medeiros Ferreira admite recordar-se desse debate, mas não do "compromisso". "Os monárquicos tiveram uma oportunidade de ouro para participar nessa discussão em 1975, mas afastaram-se. Hoje, essa não é uma questão pendente", remata o ex-deputado.

Na próxima bancada socialista, de resto, reina a desconfiança face à proposta. "A República é um caminho adequado", diz Ricardo Rodrigues. E se a proposta chegar mesmo a São Bento? "São precisos dois terços dos deputados para a aprovar", recorda o socialista.

Se a ideia ficar pelo caminho, o referendo ao regime fica excluído. Mas Teixeira Pinto promete não desistir. Este ano, promete várias acções "surpreendentes". E já se prepara para, de hoje a um ano, contar quantos republicanos e quantos monárquicos estarão nas respectivas cerimónias.»

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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)