Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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sexta-feira, 24 de junho de 2016

O Erro de Descartes

O que nos torna humanos é esse misto de racional e emocional. Somos verdadeiramente mais completos assim.

Existe muito preconceito erróneo neste âmbito, sobretudo quando se entende que aquele que for mais racional é mais profícuo e útil. Nada mais errado. A racionalidade em excesso, e por conseguinte uma menor emoção, afasta-nos do nosso lado humano, sendo que esse lado é aquele que somos, é aquele com que lidamos, é aquele que nos insere em sociedade.

Situação prática:
Sujeito A – Entra no escritório e diz: “Bom dia!”
Sujeito B – Está no escritório e responde “Bom dia?! Não está nada um bom dia, você não vê o tempo nublado e húmido que está lá fora!?”

A este propósito recomendo vivamente a leitura da obra “O Erro de Descartes - Emoção, Razão e o Cérebro Humano”, de António R. Damásio.

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segunda-feira, 8 de junho de 2015

Descartes 2

«Os homens que se emocionam com as paixões são capazes de ter mais doçura na vida.»

René Descartes

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Descartes 1

«Não há nada no mundo que esteja melhor repartido do que a razão: todos estão convencidos de que a têm de sobra.»

René Descartes

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terça-feira, 30 de julho de 2013

O Perfeito e o sublime

Porque o Perfeito e o sublime existem e, assim, o meu pleno acordo com René Descartes: 

«(...) da mesma forma que, por exemplo, percebemos que na ideia de triângulo está necessariamente contido que os seus três ângulos iguais são iguais a dois ângulos rectos, assim, pela simples percepção de que a existência necessária e eterna está contida na ideia do ser sumamente perfeito, devemos concluir sem ambiguidade que o ente sumamente perfeito existe.» 

Descartes, Princípios da Filosofia, I Parte, p. 61-62
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)