Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Os Açores, o Principado e a sua Bandeira...

Nunca descurando da visão estruturada e global de Portugal bem como dos países de expressão portuguesa que sempre caracterizou o Senhor D. Duarte Pio, incessantemente pioneiro e arauto na defesa primeira de Timor, quando este assunto, sublinhe-se, não era "moda", designadamente quanto às atrocidades cometidas àquele povo pelo antigo governo indonésio, assim, neste contexto, numa óptica deveras e assaz interessante da Região Autónoma dos Açores, poderia, num cenário de (re)continuidade de regime monárquico, ser um compósito estatutário do Reino Unido de Portugal, conforme referiu o Senhor Duque de Bragança ao jornal Açoriano Oriental.

Aproveitando esta lógica, ficaria como bandeira nacional a bela bandeira azul e branca, cores que sempre distinguiram Portugal ao longo de oito séculos, e para os Açores, que poderiam ser qualificados (e porque não...?) como Principado ou não fosse esta Região bem mais vasta em área e culturalmente mais dispersa do que o Mónaco, sendo que este micro Estado possui uma  assinalável e distintiva projecção no mundo, em grande parte por ter a família Grimaldi no poder. Neste cenário, puramente ensaístico, fica uma proposta de bandeira para o Principado dos Açores:

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1 comentário:

  1. Parabens pelo vosso blogue, "Acção 288 b". Realmente tem que se trabalhar nessa Constituição que não faz sentido nenhum se estamos em democracia. Mas a democracia em Portugal é só para os (des)governantes deste país ou então estão com medo o que é o mais provável...
    Vou tomar a liberdade de divulgar o vosso blogue assim como o artigo do "Principado dos Açores" no blogue Família Real Portuguesa. Um pouco após a meia-noite, irei editá-lo.

    http://realfamiliaportuguesa.blogspot.com

    Aconselho-vos que divulguem o vosso no facebook. Estamos lá todos e também há um forum monárquico. O facebook é um óptimo meio de divulgação.

    Em relação à nossa bandeira, houve uma alteração por parte de S.A.R., Dom Duarte Pio que prefere que todos os monárquicos usem-na mas com as armas reais com a terminação em redondo e não em bico como até ao reinado de El-Rei Dom Manuel II. Poderão constatar no meu blogue.

    Também já votei, claro no Rei pois já chega de 100 anos sem Rei!
    100 anos sem Rumo!
    100 anos sem Futuro!

    Muito sucesso para este blogue e que Deus também vos ajude nesta grande luta!

    Saudações Monárquica e VIVA O REI!

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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

Go on, palavras D'El-Rey!