Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

sexta-feira, 17 de março de 2017

Da mais elementar justiça histórica



Abel Baptista - Deputado (CDS-PP, até 2016) 
Adalberto Neiva de Oliveira - Empresário 
António Carmona Rodrigues - Ministro (até 2004), Presidente Câmara Lisboa (até 2007) 
António Ferreira dos Santos - Fundador e dirigente Partido PAN 
António Lobo Xavier - Deputado (CDS-PP, até 1995) 
António Sousa Cardoso - Presidente da Causa Real 
Arlindo Cunha - Ministro (até 2004) 
Augusto Ferreira do Amaral - Deputado e Ministro (até 1981) 
Augusto Oliveira Domingues - Presidente Câmara Monção 
Cristiano Van Zeller - Empresário 
Diogo Feio - Deputado (CDS-PP, até 2009), deputado europeu (até 2014) 
Eduardo Cintra Torres - Professor Universitário, jornalista 
Emídio Sousa - Presidente Câmara Feira 
Filipe Anacoreta Correia - Deputado (CDS-PP) 
Francisco Calheiros - Dirigente Associativo 
Francisco Rodrigues dos Santos - Presidente da Juventude Popular 
Helder Esménio - Presidente Câmara Salvaterra de Magos 
Hélio Loureiro - Chefe de Cozinha 
Henrique Raposo - Escritor 
Ilda Araújo Novo - Deputada (CDS-PP) 
Jaime Nogueira Pinto - Jornalista, escritor 
João Rocha Páris - Embaixador 
José Adelino Maltez - Professor Universitário 
José Alarcão Troni - Secretário de Estado (até 1992), Professor Universitário 
José Luís Nogueira de Brito - Deputado (CDS-PP, até 1995) 
José Manuel Cardoso da Costa - Presidente do Tribunal Constitucional (até 2003) 
José Manuel Carpinteira - Deputado (PS) 
José Mendes Bota - Deputado (até 2015), ex-deputado europeu 
José Ribau Esteves - Presidente Câmara Aveiro 
Katty Xiomara - Estilista de moda 
Leonor Ribeiro da Silva - Porta-voz do presidente da Comissão Europeia (até 2014) 
Luís Ceia - Dirigente Associativo 
Luís Valente de Oliveira - Ministro (até 2013), Presidente da Casa da Música 
Manuel Braga da Cruz - Reitor de Universidade (até 2012) 
Manuel Serrão - Jornalista, empresário 
Miguel Alves - Presidente Câmara Caminha 
Miguel Esteves Cardoso - Jornalista, escritor 
Nuno Melo - Deputado ao Parlamento Europeu 
Paulo Azevedo - Empresário 
Paulo Teixeira Pinto - Secretário de Estado (até 1992), empresário 
Pedro Ferraz da Costa - Presidente do Forum para a Competitividade 
Pedro Mota Soares - Deputado (CDS-PP), Ministro (até 2015) 
Pedro Quartin Graça - Deputado (PSD, até 2009), Presidente Partido da Terra (até 2011) 
Ricardo Figueiredo - Presidente Câmara São João da Madeira 
Rui Medinas Duarte - Presidente Câmara Golegã 
Rui Moreira - Presidente Câmara Porto 
Rui Zink - Professor Universitário, escritor 
Salvador Guedes - Empresário 
Salvador Malheiro - Presidente Câmara Ovar 
Telmo Correia - Deputado (CDS-PP)»

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Lealdade inabalável

Não querendo ser injusto com alguns liberais mas, contrariamente ao ramo pedrista, julgo que aqueles que eram leais a D. Miguel I, presentemente representados pelos seus descendentes, ainda hoje lhe continuam leais.

Existem monárquicos liberais, obviamente. Mas muita da ex-mancha liberal está presentemente convertida à república. Quero frisar, pois, que a lealdade não foi tão sólida de um lado, como foi do outro. Isso parece-me inequívoco.

Eu próprio seria hoje mais liberal que miguelista, mas tenho componentes conservadoras e tenho, além disso, uma elevadíssima consideração e respeito por D. Miguel. Porém, tenho igualmente admiração por alguns reis liberais e um dos meus prediletos é mesmo D. Pedro V.


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Pergunta | Resposta

"O que têm em comum Katty Xiomara, Paulo Azevedo, Rui Moreira e Rui Zink?”

Questão colocada pelo João Gomes de Almeida e respondida aqui.

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Ouvido na fila para o quiosque

«São homens como Sócrates que dão argumento às ditaduras».

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O 1.o dos Portugueses

Sempre no constante trabalho silencioso e discreto, longe dos focos da comunicação social formatada à república, porém próximo daqueles que acolhe, protege e quer bem.

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Preso

«Beleza atrai o olhar, mas personalidade prende o coração»

R.P.C.C.

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Marcelo diário

Ainda registarei o dia em que Marcelo não comentará seja o que for.

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Títulos nobiliárquicos e registo civil

Nem a 1.ª República, nem a 2.ª, nem Mário Soares ou Guterres o fizeram. Tinha de ser mais uma "socratice". De facto aquele sujeito foi devastador para este País.

Professor Doutor António Menezes Cordeiro:
Títulos nobiliárquicos e registo civil - A insconstitucionalidade da reforma de 2007



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Marcelfie

"Marcelo é um selfie made man."

Joaquim Vieira (Jornalista)

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I.A.

«Sem dúvida que o maior perigo da Inteligência Artificial será o de as pessoas concluírem, cedo demais, que a conseguem compreender.»

Eliezer Yudkowsky

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Amazing

«Don’t speak cause your mind is amazing»

In “The Bomb” (2006), New Young Pony Club.

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Aos Araújos

«O Bispo de Malaca, D.João Ribeiro Gaio, dedicou aos "Araújos", esta quintilha:

Através de Bitorinho

tem sepulcros já gastados

Araújos afamados

na terra que rega o Minho,

antigos, abalisados.


De autor desconhecido disse :Lá de Lobios de Galliza

Vieram para Lindoso

Os de gremio valoroso

de Araújo por guiza

Que foi cá mui poderoso.»

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Administração Pública, pós 25 de abril, em 4 pinceladas rápidas

1.ª) De 1974 a 1985, pouco se fez.

2.ª) A modernização administrativa, a grande dignificação das carreiras e o seu emagrecimento operou-se com a reforma legislativa, de 1989, do Governo Cavaco Silva.

3.ª) O Governo Guterres, com a legislação de integração dos precários, aproveitou os bons eixos da reforma de 89 e engordou-a desmesuradamente.

4.ª) A reforma de 2008, pelo Governo Sócrates, literalmente desintegrou as carreiras (era então Secretário de Estado João Figueiredo), manteve a engorda, aplicou congelamentos, os salários baixaram e, em suma, retirou a dignidade e a qualidade que, de certo modo, procurou-se angariar anos antes. Ficou a herança para os Governos vindouros.

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Espinafres

Macron é tão socialista, republicano e de esquerda como o Popeye não gostar de espinafres.

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Esquemas

O esquema ardiloso daqueles que querem a eutanásia, assenta, em suposto contraste, na distanasia.

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WEEK SOUNDZZZzzz! (Part II)


Made in Portugal


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WEEK SOUNDZZZzzz! (Part I)


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quarta-feira, 8 de março de 2017

Feminismo, já não | Mulher, já sim

A Inglaterra é dominada por mulheres, a Dinamarca tem uma Rainha, a Alemanha e, consequentemente, a Europa são lideradas por uma mulher.

O mundo estudantil e laboral que conheci (e conheço) sempre foram predominantemente das mulheres.

Nunca vi impedimentos, de natureza alguma, à contração de mulheres.

Então, porque se insiste, ainda hoje, em arranjar um dia internacional para a mulher, tal como existe para o Café (a 14 de abril) ou para a Cerveja (na primeira sexta-feira de agosto)?

Sem detrimento das óbvias diferenças, considero as mulheres da mesma forma que considero os do meu sexo. Basta isso numa sociedade hodierna, ocidental e atual.

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sábado, 4 de março de 2017

Manchester By the Sea


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Ups...



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A Família, o que prepondera é isso…a Família

“A família de Vitória e Alberto em 1846 por Franz Xaver Winterhalter. Da esquerda para a direita: o príncipe Alfredo e o Príncipe de Gales; a rainha Vitória e o príncipe Alberto; as princesas Alice e Helena e a Princesa Real.”


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Aníbal Augusto Milhais

Constatei recentemente, numa fonte estrangeira, que este caso poderia estar num dos 7 casos raros de homens que, sozinhos, enfrentaram exércitos/coletivos. Outro caso remontava, por exemplo, ao séc. XI.

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Confianças

«A confiança é o que transforma um grupo de pessoas numa equipa.»

Stephen R. Covey

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Gaffes

Depois da monumental gaffe nos Oscars 2017, qualquer ‘twittada’ de Trump sobre Hollywood passa a ser assunto sério.

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Chegado por consciência amiga

«(...) aves de rapina das revoluções, cujo olhar se sente ferido por todo o esplendor, como de seus irmãos, os pássaros noturnos, se sente ferido pela luz. O orgulho dos que não podem construir é destruir.»

Excerto metafórico - Tumbas de Saint-Denis.

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Igualdade laboral

O sueco Stefan Edberg, tenista com o jogo mais elegante da história da modalidade, proferiu, em 1989, estas duras e polémicas declarações.

Sobretudo subjacente estava o facto dos homens, que jogam mais sets nos Torneios do Grand Slam, receberem prémios idênticos aos das mulheres.

Sabendo-se que o sueco nunca foi conotado, inclusive pelas suas colegas de profissão, como um machista irracional, sendo sempre respeitado por todos, afável, filantropo, conhecido mundialmente pela sua educação e cavalheirismo, importa, pois, à luz das crescentes discussões em torno das igualdades de direitos, de ambos os sexos, no mundo laboral, trazer à discussão e ouvir a opinião daqueles que determinadamente a queiram aqui expressar.


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Indiscutível

«Gosto dos animais porque não discutem a existência de Deus».

Walt Whitman, verso, citado por António Lobo Antunes (in Revista do Expresso, edição, 2311, de 11-02-2017, pág. 34), em entrevista, a propósito da sua crença em Deus.


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WEEK SOUNDZZZzzz! (Part II)


Made in Portugal

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WEEK SOUNDZZZzzz! (Part I)


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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

La La Land


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“IN HOC SIGNO VINCES”


Pintura - ‘O Milagre de Ourique‘
Autor - Domingos Sequeira
Ano - 1793

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Monarquia, sim...sempre


Embora emane de uma apreciação generalizada, contudo não deixa de consubstanciar uma verdade quando constatamos que temos muito para nos orgulharmos enquanto fomos Monarquia e pouco enquanto somos república.

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A capitulação neerlandesa

A Batalha de Ourique, de Aljubarrota e outras são mais conhecidas. Mas esta fase não tem menos valor. Portugal e os portugueses eram, em Monarquia, de facto, diferentes.

Os Habsburgo, vulgo Filipes de Espanha e Portugal, não foram capazes de ajudar os portugueses que honrosamente procuravam recuperar o território perdido. Existiam outros interesses… A partir de 1640, com El-Rei D. João IV, tudo mudou. A força da revolta popular e genuinamente patriótica foi imbatível, fosse para quem fosse, viesse quem viesse.

Contrariamente às revoluções de 1910, 1926 e 1974, onde, basicamente, os golpes foram instaurados em Lisboa e o telégrafo fez o resto, no séc. XVII houve mesmo a necessidade, casuística e militar, de recuperar ponto por ponto o Império perdido.

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1889

Sou tão supersticioso como o primeiro-ministro do XVII e do XVIII Governo Constitucional era uma pessoa séria.

Contudo, este ano infra é, no mínimo, curioso…para não chamar-lhe intrigante: 1889.

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A cumprir o seu desígnio: ajudar, defender, proteger


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Sem dúvida, mecânico!

Eis a prova como os sistemas mecânicos são, de longe, quando bem executados, melhores que os computorizados…ganhando a intemporalidade.

Brilhante!



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“L'apres midi d'un Faune”

Interpretado por Rudolph Nureyev, sob coreografia do grande Vaslav Nijinski este o antecessor de Nureyev enquanto primeira grande estrela mundial do bailado masculino.


Original interpretado, em 1912, pelo próprio Nijinski:


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Cisnes

Tive a Fortuna de ver este bailado interpretado por uma das melhores companhias do mundo: a da Ucrânia. Foi em Braga.

Contudo, ainda sendo das melhores, muito longe fica sempre desta interpretação:


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Perfect!

«(…)
You're so funny, you're so fine. 
You're so perfect, you're so mine.
(…)»

Suspicion - Written by Peter Buck, Michael Mills, Michael Stipe • Copyright © Warner/Chappell Music, Inc, Universal Music Publishing Group.

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Focagem


«A única ameaça que existe sobre a Europa é o islamismo, mesmo que agora toda a gente tenha medo de Trump.»

Gérard Depardieu, in Revista do Expresso, edição 2309, 28 de janeiro de 2017, pág. 33.
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WEEK SOUNDZZZzzz!


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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Reino do Algarve | Aniversário | 750 anos

Não era à toa que os Reis de Portugal eram designados: Reis de Portugal e dos Algarves.

A república tratou de caldear tudo.

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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Votos de pesar e condolências

As mais sentidas condolências, neste momento de dor e consternação, dirigidas à Família Real Portuguesa, na pessoa do Senhor Dom Duarte Pio, Chefe da Sereníssima Casa de Bragança, pelo falecimento de seu irmão, o Senhor Duque de Coimbra.


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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

MANIFESTO DE CIDADANIA II

Órfãos?

Ouvi na passada quarta-feira, na Antena 1 – Açores, a Secretária Regional do Ambiente reafirmar o que o Presidente Vasco Cordeiro havia dito sobre o assunto da Incineradora, resumida e concretamente que não era da competência do Governo Regional. Ao ouvir estas declarações, aquilo que imediatamente pensei, e que muitos pensaram, foi: para que precisamos, então, de uma Secretaria do Ambiente? São inúmeros os cidadãos que estão verdadeiramente preocupados com os problemas que esta Incineradora pode trazer a eles e às suas famílias. Estes são os mesmos que, perante tais declarações, se sentem órfãos do poder que os podia e devia defender.

Ora, sem descurar das objetivas competências tutelares e regulamentares do ambiente, vamos chamar-lhes indiretas (para não lhes chamar mesmo diretas), como averiguar dos estudos de impacte ambiental, de autorizar licenciamentos na área, etc, como pode um Governo, que em última instância é quem representa a Região Autónoma dos Açores, por via do seu diploma consagrador – o Estatuto Político-Administrativo, eximir-se generalizadamente de competências? Por ventura esta Incineradora vai ser construída nas Maldivas? No Azerbaijão? No Congo? Não. Será construída na Ilha de São Miguel, pertencente ao arquipélago dos Açores.

“A defesa e proteção do ambiente, da natureza, do território, da paisagem e dos recursos naturais” é um dos objetivos fundamentais da Autonomia, conforme expressa inequivocamente a alínea m) do artigo 3.º do predito Estatuto. Nos termos do artigo 5.º do mesmo diploma, o Governo Regional é um órgão de governo próprio sendo a Região, nos termos do n.º 2 do seguinte artigo 6.º, representada pelo Presidente do Governo Regional, nos casos previstos na Constituição e nas leis e nos decorrentes do exercício de competências próprias do respetivo e aludido Governo. 

Ora, é precisamente dessas competências próprias do Governo, mormente das suas competências regulamentares (vide alínea a) do n.º1 do artigo 89.º do Estatuto Político-Administrativo), que advém, além da Saúde e do Turismo, a definição da política regional no domínio do Ambiente, promovendo e coordenando as ações necessárias à sua execução.

Além disso, decorre objetivamente do artigo 14.º da Orgânica do XII Governo Regional, concretamente quanto às competências do Secretário Regional da Energia, Ambiente e Turismo, que o mesmo as exerce nas seguintes matérias: a) Energia; b) Ambiente; c) Valorização e ordenamento do território; d) Proteção e valorização dos recursos hídricos; e) Biodiversidade, conservação e proteção do património natural; f) Prevenção e gestão de resíduos; g) Turismo. 

Estranhamente, em contraste, e tomando como referência o ano de 2004, não foi o Governo de César que travou o primeiro processo da Incineradora? Então?! Em que ficamos? Há legitimidade ou não há?

Num paralelo possível, D. Carlos I de Portugal morreu precisamente porque, e segundo o entendimento de muitos historiadores, havia exercido os seus poderes constitucionais de uma forma muito acesa e até periclitante, enquanto forma ativa de procurar resolver os problemas que os políticos criaram e que afundavam o País. D. Carlos havia procurado, precisamente, ser o último garante do (seu) povo. Nunca, inclusive no dia 1/2/1908, avisado, ele se escondeu daqueles que jurara defender.

Ao Governo Regional não se pede que recorra a uma fórmula tão arriscada de exercício de quaisquer poderes, muito menos se conclui que se tenha escondido dos seus compromissos, pede-se apenas que aprofunde e consciencialize a realidade e a gravidade deste problema – a Incineradora, o qual afeta/rá muitos açorianos. Que procure, no espírito do seu Estatuto, fazer aquilo que lhe incumbe e que é intervir e decidir em prol do Ambiente, do Turismo e, sobretudo, da Saúde na Região Autónoma dos Açores. Travar a Incineradora, como fez um Governo seu precedente em 2004, era um passo determinante nesse sentido.


Coisa diferente, e estranhamente, está a acontecer por cá, onde alguns agentes políticos, designadamente o Presidente da AMISM, parecem não alcançar, ou não querer alcançar, que um turismo verde, natural, ambiental como aquele que os Açores podem oferecer, sobretudo a muitos estrangeiros que o procuram e tentam fugir, precisamente, da poluição dos seus países, é absolutamente incompatível com a ideia e a instalação de uma Incineradora, por melhor que ela seja.

Embora seja um entusiasta da participação pública dos cidadãos, defensor da figura do referendo para muitíssimas áreas, contudo, e num curto espaço de tempo nesta Ilha, não posso deixar de notar as já várias intervenções cívicas contra medidas a serem praticadas pelos ocupantes de cargos políticos. Neste sentido, começa a preocupar-me tal desfasamento. Já são algumas as vezes que os cidadãos intervêm para corrigir ou suprir aquilo que os agentes políticos têm feito. Por um lado, é positivo. Por outro, algo não vai bem na classe política que cá temos.

Termino com esperança depositada no Sr. Presidente do Governo Regional, o Dr. Vasco Cordeiro, quem julgo que terá o bom senso para travar este equipamento hediondo, quer seja de uma forma direta ou, ao menos, indireta.

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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

T2: Trainspotting


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Indústria 4.0

Existem muitos energúmenos a criticar Trump sem argumentos sustentáveis. 

A possibilidade das políticas protecionistas darem resultado num curto e médio prazo é quase uma realidade adquirida para mim.

O problema de Trump pode ser outro. Na estratégia de recentrar a mão de obra nos EUA, de modo a recuperar o emprego e a produção americana, irá traduzir, consequentemente, um desfoque na Indústria 4.0 e esse atraso poderá trazer, a longo prazo, danos irrecuperáveis.


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Importantíssimos

Portugal arrisca-se a ser um País importante na UE, isso quando sair a França, a Itália, a Grécia, a Espanha, etc.

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'EU TU Násia'

Preocupa-me quando, num futuro, quiçá, não muito distante, forem os médicos a decidirem. 

Por ora, e como isco, é o “doente que decide”. Daqui a uns tempos, poderá não ser assim… como à semelhança dos animais quando diagnosticados “a sofrer” pelo veterinário… Para aí caminhamos…mark my words.

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Nobreza em estado puro

Dois homens cuja atitude e exemplo realmente interessam honrar e divulgar. Dito de outra forma: heróis. Eles existem, andam por aí. Aparentemente normais, apenas revelam-se em circunstâncias muito especiais. A suprema coragem aliada à vontade de ajudar o outro...no limite de se esquecerem de si próprios.

Absoluto respeito e reconhecimento pela verdadeira nobreza.

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Pär Lagerkvist

Aurélio Gomes (entrevistador) - «Alguma vez pensaste que podias ser aquilo que os teus pais não queriam (…)», ao invés procurar «(…) estar à altura do que os pais esperam de nós?»

David Almeida (entrevistado) - «Os meus pais não puseram a fasquia alta, porque também era difícil.»

David Almeida, anão e ator (V. entrevista dada ao Canal Q, a 25/11/2013, no Programa ‘Baseado numa História Verídica’, apresentado por Aurélio Gomes).

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Aurélio Gomes (entrevistador) - «No teatro, chegar ao José Miguel Sintra é também um marco importante na tua vida…?»

David Almeida (entrevistado) - «Cresci!»

Idem

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David Almeida - «Eu ia a passear ali no Chiado e ele (João César Monteiro):

- “David venha cá, ainda bem que o vejo!”

Olá João, tá bom?

- “David, olhe vou fazer a ‘Branca de Neve’, mas não tem anões.”

Ó João, na boa!»

Idem


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WEEK SOUNDZZZzzz!


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Aquela cena do Marco Paulo (...a dos 2 amores) é tramada.

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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Proclamação de Dom Manuel II, Rei de Portugal

Diário do Governo do dia 2 de Fevereiro de 1908

«Portugueses! Um abominável atentado veio oprimir com a maior amargura o Meu coração de filho amantíssimo e de irmão extremoso, e enlutar a Família Real e a toda a Nação, pondo o mais prematuro termo à preciosa vida de Sua Majestade El-Rei o Senhor D. Carlos I, Meu augusto e muito amado Pai, e à de Sua Alteza Real o Senhor D. Luís Filipe, Meu muito querido Irmão.

Sei que a Nação compartilha a Minha extrema dor, e detesta indignada o crime horrendo, sem precedentes na história portuguesa, que assim, inesperada e tristemente, deu fim ao reinado de um Soberano bom, ilustrado, justo e querido, e malogrou o de um príncipe tão esperançoso pelos seus eminentes predicados e virtudes.
Nesta desventurada conjuntura sou chamado, pela Constituição da Monarquia, a presidir aos destinos do Reino, na sua conformidade e no desempenho dessa elevada missão, empenharei todos os Meus esforços pelo bem da Pátria, e por merecer a afeição do povo português.

Paço, em 1 de Fevereiro de 1908

Manuel Rei»


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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

1 de Fevereiro de 1908

A evocar o mais triste dia da História de Portugal, aquele fatídico momento que mudou, para muito pior, os nossos destinos. Enquanto Portugal não se refizer, por via referendária, daquele hediondo facto, será sempre um País mal resolvido com o seu presente e, consequentemente, manchado de sangue, mal com o seu futuro.

Enquanto não formos absolvidos do parricídio pátrio, por via de uma democracia plena, perguntando o que nunca nos foi perguntado, i.e. que caminho regimental queremos seguir, continuaremos reféns dos mesmos que aqui nos conduziram e a deambular na mediocridade enquanto Nação face ao que já fomos.


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sábado, 21 de janeiro de 2017

A Morte de Luís XIV


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Contas

Globalização + Manufactura = Negócio da China!

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União na diversidade

A república por ter, no Presidente eleito, alguém que foi empossado por uma parte da Nação, acaba sempre por ser um resultado que gera separação e, sobretudo, pouco sentido de coletivo.

Inversamente, a Monarquia é a melhor forma de união, não uma união de seguidistas, de partidários ou de forças. Uma união de todos, uma união na diversidade.

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"1785"

É inegável a importância e, sobretudo, a existência de realidades ideológicas e políticas como as autonómicas, até mesmo as independentistas, as do republicanismo, da social democracia, do socialismo, do liberalismo, do jacobinismo, do esquerdismo em geral, etc, etc. Umas vieram, outras foram, outras ainda por aí andam.

Todavia, e apesar de tudo isto e muito mais, as Portas da minha Cidade ainda comportam este símbolo, um símbolo indestrutível ao tempo, o verdadeiro e real símbolo da união:


Foto - PPA.

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'Torquigener Albomaculosus'

Sir David Attenborough e as suas inigualáveis histórias sobre o mundo animal. Um peixe da família do peixe-balão, sem nenhum atributo atrativo, sem cores apelativas, simples e, aparentemente, sem graça. Mas é ele o responsável por uma das mais surpreendentes realizações que alguma vez conheci no mundo dos seres vivos.

Recebido por e-mail. Apenas me ocorreu uma palavra: DIVINAL.


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"O Velho Pretendente"

A última grande chance de Inglaterra voltar a ser católica.

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"A floresta dos disparates"

Um clarificador 'inside job' do Miguel:

«O Senhor Dom Duarte foi convidado para o funeral de Estado do ex-presidente Mário Soares. Acorreu à cerimónia dos Jerónimos na sua condição de Chefe da Casa Real, mas também por retribuição ao amável gesto de Soares que em Maio de 1995, por ocasião do casamento do Duque de Bragança, fizera questão em estar presente.

A participação do então presidente da república Mário Soares foi a todos os títulos excepcional, sem precedentes na Europa republicana no reconhecimento explícito pelo Estado da importância simbólica da Família Real e do seu único pretendente. SAR foi, pois, ao funeral de Estado e tê-lo-ia feito se fosse outro o ex-presidente falecido, pelo que não vejo razão para alguns escritos menores, atabalhoados e privados de siso que ontem percorreram algumas páginas.

É tempo de alguns monárquicos - felizmente muito poucos e infelizmente muito pouco instruídos - compreenderem que o Chefe da Casa Real tem um lugar e um papel na vida do país, não lhe cabendo fazer política politiqueira, tomar bandeiras partidárias, participar em fogos de ódio ou em enlevos ideológicos.

O Senhor Dom Duarte tem sido, talvez, a única voz a marcar a diferença na clara, ponderada mas firme denúncia dos erros e desastres desta III República, pelo que seria injusto insinuar que está a servir o regime e o sistema. Nada de mais errado. Os exaltados que levem a mão à consciência, tenham presente as permanentes críticas construtivas que SAR tem feito ao longo de décadas e se envergonhem por tanto disparate.»

Miguel Castelo-Branco

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"O Primeiro Império Global"


A. J. R. Russell-Wood (Autor) Lançado em 17 novembro 2016 Edição em Português.

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No topo

«O topo da inteligência é alcançar a humildade.»

Textos Judaicos

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Callas

Callas tinha aquela coisa…quando cantava todos ficavam calados.

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Um texto para quem acredita

«Quanto maiores somos em humildade, tanto mais próximos estamos da grandeza.»

Rabindranath Tagore - Poeta, romancista, músico e dramaturgo indiano.

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É aquilo que é

«Aquilo que é temporário em Portugal é definitivo.»

João Vieira Pereira, Diretor-Adjunto do Expresso, hoje na SIC-Notícias.

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De 26 a 40

A Dívida Pública Externa em 26 era de 44%.
Em 1940 ficou nos 5%.
Após isso, com as bases financeiras criadas, iniciou-se uma vasta política de modernização do País, com inúmeras obras realizadas para o efeito.

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7%

Antes do 25 de abril, Portugal crescia a 7% ao ano...

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WEEK SOUNDZZZzzz!



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quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Vieirismo escarlate

Escrevi o artigo infra, a muito custo, a 12 de junho de 2014. Porém, o mesmo foi ditado pela minha consciência. No presente peço, tão-somente, o mesmo no Sporting. Só isso.
Acrescento apenas que é minha convicção plena que Jesus fez muito no SLB. Nos tempos de Jesus muitos foram os reparos do FCP relativamente às arbitragens (v. as análises da altura do Vítor Pereira por exemplo). Menos relevância foi dada, à data, naquela disputa, pois o antigo poderio do Porto ia dando para afrontar, por mais uns tempos, o novo do SLB. Naquela fase pouca atenção dávamos ao assunto, pois, sem Bruno de Carvalho, o SCP estava arredado, por princípio, da disputa do título…não tínhamos, desde 2002, força institucional para ombrear nos bastidores.
Ora, quando se dá o volte-face da passagem de Jesus para o Sporting, Luís Filipe Vieira sofreu uma pesada e duríssima afronta, a qual não podia deixar passar…pois o risco de danificar o seu prestígio interno e a sua credibilidade eram enormes.
Pelo que é minha convicção que fosse quem fosse o treinador escolhido para liderar o SLB no período pós Jesus, fosse, eufemisticamente, o Capitão Falcão ou mesmo o Pato Donald, ele teria de ganhar a época 2015-2016. As forças que se reuniam em Alvalade eram por demais ameaçadoras. E assim foi… Não é, pois, de estranhar a falta de decoro exposto entre o SLB e certos agentes desportivos influentes…são imagens e factos que o demonstram repetidamente nas redes sociais e nos meios de comunicação social respeitáveis. No mínimo não fica bem.
Tornou-se imperativo para o SLB, desde da época passada, ter de ganhar. As dívidas são enormes (“segundo clube da Europa mais endividado”) e há que pagá-las com vitórias e receitas.

|Quinta-feira, 12 de junho de 2014


Apesar de ser sportinguista convicto, não me considero um anti-benfiquista. Todavia, não seria verdadeiro se não dissesse que tenho o pré conceito de que os benfiquistas, em geral, e sem prejuízo de umas honrosas mas escassas excepções, são, de certo modo, representativos do nível que estratifica este País. Por outras palavras, somos hoje como somos porque, paralela e indeterminadamente, também existem muitos benfiquistas. Lamento, mas é o que sinceramente acho.
Contudo, julgo ser da maior pertinência fazer um reconhecimento público ao Sport Lisboa e Benfica, na pessoa do seu Presidente, tendo por análise, sobretudo, as últimas duas épocas.
Se bem se lembram o Benfica na época 2012-2013 esteve à beira de vencer tudo o que podia, mas acabou por nada ganhar. Ora, num meio tão adverso como é o círculo benfiquista, quiçá, também, por aquele nível referenciado no primeiro parágrafo, a realidade é que o Presidente, pessoa por quem não nutro especial simpatia, revelou-se determinante e, até, salvo melhor opinião, especial e exemplar num País de fracos. Ou seja, numa república em que se tenta abolir tradições, se diaboliza o conservadorismo, onde o que impera é a novidade, as modas, o “não-presta-fora”, o está velho substitui-se por novo, a irresponsabilidade, o não me incomodes, o “laissez faire, laissez passer”, etc, etc, o acto de manter Jorge Jesus na época seguinte (de 2013-2014), contra tudo e contra todos, revelou não só um enorme sentido de responsabilidade institucional de continuidade, que tanto é precisa neste País, como também, e acima de tudo, um sentido de risco…ou dito de outra forma: coragem.
Luís Filipe Viera, com tal posição, e enquanto Presidente de uma enorme instituição portuguesa como é o Benfica, acabava de dar um sinal diferente de como deve ser a gestão da coisa pública, não só ao nível do Clube que representa mas, igualmente, extremamente aproveitável a Portugal, face à dimensão nacional e internacional do Sport Lisboa e Benfica.
Neste contexto, é com mágoa que registo, por exemplo, que algo similar não se tenha passado com Paulo Bento quando era nosso treinador no Sporting, tendo este que sair perante os insultos de meia dúzia de energúmenos ruidosos que já se tornavam (humanamente) insuportáveis ao estóico técnico. O pior foi que o Presidente da altura, por mais bem-intencionado e respeitável que fosse, não teve a força necessária para por ordem na casa e manter o mister.
Guardarei pois como sintomática, representativa e até necessária aquela posição de Vieira, na passagem de 2013 para 2014, porquanto é emblemática num País que, contrariamente ao que abunda nesta república, normalmente entregue ao facilitismo das decisões simpáticas, dos comportamentos mediáticos fáceis ou de visões pouco estruturadas e sem rumo, carece de posições fortes e determinadas e de sentido de continuidade, tendo o resultado/fruto daquela sua acção se revelado o melhor…conforme todos pudemos comprovar este ano. Afinal, o conservadorismo funciona.
Cumpre-me, assim, com a verdade e em consciência, sobretudo para com Luís Filipe Vieira e Jorge Jesus, e por mais que me custe, a redacção deste texto.|
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sábado, 7 de janeiro de 2017

Regime

I República - Afonso Costa
II República - Salazar
III República - Mário Soares
?

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sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Split


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Os Homens | Bravura | Alguns Casos

Após o embate do Titanic (...pronunciado em inglês) contra um iceberg, foram dadas instruções para, apenas, as crianças e as mulheres ocuparem lugares nos botes salva vidas. Os homens, grosso modo, e unicamente por serem desse género, foram preteridos e, praticamente, ficaram condenados. Apesar da exclusão, considero correta a decisão. Seria a minha decisão.

À parte de relatos que contam que muitos se quiseram salvar, o que é absolutamente natural e lógico numa situação de naufrágio, é sabido de um caso de um homem que se passou por mulher para ter um lugar num dos botes e ter, assim, assegurada a sua salvação. Neste caso concreto houve sucesso, e ele conseguiu mesmo o objetivo: não morrer.

Todavia, outras histórias bem diferentes existiram. Através de relatos de sobreviventes, verificou-se, naquele naufrágio, heroísmo, altruísmo e coragem em momentos em que, muita vezes, tais estados nem sequer ocorrem à mente de quem por eles passa, em contextos drásticos e graves como foi a colisão daquele transatlântico com um enorme bloco de gelo.

Um dos casos foi de Ida Strauss, uma entre algumas senhoras que tinham lugar cativo e não o utilizou. E porque não o utilizou? Porque o marido, num ato de supremo cavalheirismo (hoje quiçá seria acusado de machismo), tinha cedido o seu lugar, num dos botes (o n.º 8), a uma mulher que estava com uma criança ao colo. Perante este cenário a Sra. Strauss decidiu permanecer no Titanic, tendo dito ao marido: “se vais ficar, então eu também ficarei”.

Outro caso foi o de John Jacob Astor IV que viajava em primeira classe, bilionário americano, alegadamente o mais abastado passageiro do Titanic, que depois de levar sua mulher até um bote, afastou-se discretamente para ela não se aperceber que não iria com ele. Assim, ele assegurava a vida da sua companheira.

Para quem teve um tio avô que, em 1958, no naufrágio do Arnel, deu literalmente a vida para salvar uma sobrinha (in casu minha prima), estes casos não me passam indiferentes.


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Desnecessidades

O Socratismo foi uma espécie de Fontismo desnecessário, pois pouco tempo antes tinha havido o Cavaquismo.

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De facto!

Há cada vez menos cinema de autor.

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Mon e Min

Uns querem a Monarquia e outros a Minarquia, isso sem prejuízo de serem conceções diferentes embora conciliáveis.

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Ignorância

Chamar o período do pós 25 abril como o da “Democracia” é um insulto à própria História de Portugal, até parece que não se viveu em democracia no período da Monarquia Constitucional. Até parece que esta república emergiu de outro planeta e não de um País com mais de sete séculos.

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Punisher

Punisher, uma personagem incontornável da Marvel Comics. Criada pelo escritor Gerry Conway e pelos artistas Ross Andru e John Romita, Sr., cabendo ao grande Stan Lee dar-lhe o nome.

Uma espécie de anjo negro, punidor. Embora não figure ao lado dos vilões no elenco da editora, muito menos figura como herói. É antes um anti-herói. A característica que se eleva e faz nele essa clara destrinça resume-se à sua calculista falta de clemência perante os seus alvos. Enquanto um herói levaria o vilão à Justiça, o Punisher entende que a melhor justiça é uma morte rápida, fria e impiedosa.

Quase dispensável seria dizer que, num mundo onde a Justiça tarda e muitas vezes erra, esta personagem, criada nesse especial ano de 1974, ganha dimensão a cada dia.

O Punisher, antes conhecido como Frank Castle, veterano do Corpo de Fuzileiros Navais norte-americano, é impelido para uma drástica forma de combater o crime desde que, enlouquecido, e mergulhado numa dor dilacerante e irrecuperável, assistiu às mortes da sua mulher e dos seus filhos durante um tiroteio envolvendo a máfia americana no Central Park em Nova Iorque. Desejando não ter sobrevivido àquele dia, preferindo ter partido com a sua família, resta-lhe uma vingança perpétua contra o crime.

Senhores e senhoras, apresento-lhes o Punisher:


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Fotografia Real


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Educação | Porque a sua ausência irrita-me sobejamente

«É no problema da educação que assenta o grande segredo do aperfeiçoamento da humanidade.»

Immanuel Kant


«O homem não é nada além daquilo que a educação faz dele.»

Idem.


«A boa educação é como uma moeda de ouro. Em toda a parte tem valor.»

Padre António Vieira


«Educação é aquilo que a maior parte das pessoas recebe, muitos transmitem e poucos possuem.»

Karl Kraus

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Ouvido na fila para o Quiosque...

«Só Homens podem acreditar em Deus. Os animais não.»

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Idiotice

«Existem duas maneiras de ser feliz nesta vida, uma é fazer-se de idiota e a outra sê-lo.»

Sigmund Freud

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Único

«Por mais humilde que sejas és aristocrata e nobre, não há ninguém que te iguale em tudo que o céu te cobre.»

Prof. Agostinho da Silva, ‘Quadras Inéditas’, p.96.

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“You Are My Lucky Star”

Para muitos o ‘scene’ favorito de Serenata à Chuva é o de Gene Kelly a interpretar o célebre tema que dá nome ao filme. Épico sem dúvida.

Para mim, e como alguns sabem, sempre foi este. A expressão de alegria em Debbie Reynolds quando Gene Kelly dispôs-se a arriscar tudo e a revelar a verdade, reconhecendo-a como verdadeira cantora da película é um momento de excelência no cinema clássico.

Digamos que é algo que me toca e que me diz qualquer coisa.


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Leia

"May the Force be with you"

Leia: uma das minhas princesas favoritas.



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WEEK SOUNDZZZzzz!


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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)