Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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domingo, 17 de agosto de 2025

O (verdadeiro) Presidente Rei, não o Sidónio

Sou monárquico sempre e para sempre.

Abomino apenas um alegado rei português: "D. Pedro IV". Por outro lado, não gostei/gosto de quase todos os Presidentes da República desde 1910. A excepção, como sempre disse, é este senhor porquanto, precisamente, atuou sempre próximo do verdadeiro perfil que se espera e só está ao alcance de um Rei.

Mantenho viva a esperança de ainda ver um Rei no Trono de Portugal e dos Algarves. Caso não seja possível, posso afirmar, com satisfação, que fui contemporâneo do Sr. General António Ramalho Eanes, o único homem a quem reconheço total respeito pela forma como exerceu a mais alta esfera pública representiva em Portugal.

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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Proclamação de Dom Manuel II, Rei de Portugal

Diário do Governo do dia 2 de Fevereiro de 1908

«Portugueses! Um abominável atentado veio oprimir com a maior amargura o Meu coração de filho amantíssimo e de irmão extremoso, e enlutar a Família Real e a toda a Nação, pondo o mais prematuro termo à preciosa vida de Sua Majestade El-Rei o Senhor D. Carlos I, Meu augusto e muito amado Pai, e à de Sua Alteza Real o Senhor D. Luís Filipe, Meu muito querido Irmão.

Sei que a Nação compartilha a Minha extrema dor, e detesta indignada o crime horrendo, sem precedentes na história portuguesa, que assim, inesperada e tristemente, deu fim ao reinado de um Soberano bom, ilustrado, justo e querido, e malogrou o de um príncipe tão esperançoso pelos seus eminentes predicados e virtudes.
Nesta desventurada conjuntura sou chamado, pela Constituição da Monarquia, a presidir aos destinos do Reino, na sua conformidade e no desempenho dessa elevada missão, empenharei todos os Meus esforços pelo bem da Pátria, e por merecer a afeição do povo português.

Paço, em 1 de Fevereiro de 1908

Manuel Rei»


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sexta-feira, 19 de junho de 2015

Alegria - O motivo da mudança | O que somos e o que queremos ser

Quando existe tempo para refletir ou mesmo sentir, normalmente é quando se estabelecem as melhores conclusões. Quando existe esse tempo, por exemplo em período de repouso ou de férias, e nos deparamos com o Portugal profundo, do Alto Minho ao Alentejo e depois ainda o Algarve, composto pelo nosso povo, as nossas gentes, as ermidas seculares, os castelos da reconquista aos mouros, os monumentos, os padrões portugueses, as estátuas evocativas do nosso passado inspirador, os trajes, as tradições, as estórias e as histórias da História portuguesa, os legados, o folclore, a nossa música, a atitude portuguesa, a gastronomia, a vinicultura, as belas praias e paisagens, etc, etc, qualquer um que seja minimamente sensível sente, neste contexto de especificidade lusa, a indesmentível ligação ao nosso passado, aos nossos Reis. É impossível não constatar essa afinidade! Existe, até mesmo de facto, um nexo causal, um elo, ainda hoje fortíssimo, que une esse Portugal quase milenar aos seus Reis. Pensar sobre este País é inevitável ter sempre de contar com os Reis dos portugueses.

Todavia, o Rei não se encontra hoje entre nós. O Portugal dos Mares e das Descobertas, do azul e branco deixado por Afonso Henriques e Sancho I, foi (a)tingido por um manto vermelho que traduz pouco orgulho, pouca alegria e, acima de tudo, pouquíssima ligação àquele nosso passado, não nos indicando o melhor caminho para sermos, ao menos, quem sempre fomos. Separaram os portugueses daquele que lhes deu identidade.

Desde 1910 que o eixo directo a Aljubarrota, bem como à aventura dos Descobrimentos, foi interrompido, e presentemente, em república, na sua terceira versão de regime, é como se fingíssemos continuar jogar o mesmo Jogo da Glória, jogo que uma vez a teve mas que agora já não a tem, como uma criança a jogar ao Super Mario Bros. numa consola, mas sem ter o Super Mario.

Carecemos, pois, de nos repensar enquanto colectivo para que possamos ter a certeza se queremos continuar como estamos ou, ao menos, tentar, termos a ousadia de procurar uma alternativa que nos estimule novamente, que nos devolva a esperança, o orgulho e, sobretudo, a alegria de sermos portugueses como já prosperamente fomos. Neste contexto, nada como recordar as sintomáticas palavras de Miguel Villas-Boas que falava acerca da alegria de estar perante o nosso Rei, uma alegria que um monárquico sente (e que já tive a fortuna de sentir) mas que um português clarificado e esclarecido com o seu passado e com o seu presente também não pode deixar de sentir: «Passava Ele e com Ele passavam a Reconquista, Aljubarrota, as Descobertas, as Caravelas, a Restauração… eis Sua Majestade que Nele contém a História de Portugal!».

Como um dia escrevi: Alegria só em Monarquia!

Álbum de fotografias:

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A ler:


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quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Anti-dilatório

No séc. XIV já havia o problema mas, face às leis da altura, resolveu-se…

«Para não atrasar a aplicação das sentenças, puniu* com pena de morte a prática da advocacia (…)»

*Referente a D. Pedro I, Rei de Portugal e do Algarve.

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quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Mas alguém ainda quer comparar o Rei de Espanha ao Rei de Portugal?!

Apesar do papel incontornável de Juan Carlos na consolidação da democracia em Espanha, esse papel ainda fica muito, muito longe daquele que recaiu sobre um homem que, sem luxos, sem facilidades, sem prorrogativas de Estado e sem trono formalizado (mas reconhecido por milhares), desde há muito lutou contra a Ditadura da república, lutou a favor dos povos de expressão portuguesa, mormente Timor antes de todos os demais e modas, sempre se apresentou como um incansável e hábil embaixador, um defensor dos desprotegidos em Portugal e um denunciador destemido das vilanias políticas que atentam contra os portugueses.

D. Duarte é o nosso Rei e como nosso Rei tem sido a nossa maior defesa! Caluniado e vítima de outras velhacagens, estas são, tão-somente, as centenárias formas que a república insistentemente recorre para desviar as atenções dos portugueses quanto ao essencial: o seu Rei!

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quinta-feira, 11 de julho de 2013

A aclamação de D. Miguel I e o reconhecimento

«A 11 de Julho de 1828 D. Miguel foi aclamado Rei de Portugal. Assinalamos o acontecimento partilhando o “Diploma da Ordem militar de São Fernando concedido pelo Rei D. Fernando VII de Espanha, ao infante D. Miguel” http://digitarq.dgarq.gov.pt/details?id=4638090, pertencente à colecção “Ordens honoríficas”http://digitarq.dgarq.gov.pt/details?id=4251371 do Arquivo Nacional da Torre do Tombo.»


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sexta-feira, 29 de março de 2013

Proclamação de El-Rei D. Manuel II

«The Count of S.Lourenço, at the parliament, proclaiming the last King of Portugal in 1908.»
Fonte - Scala Regia
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quarta-feira, 6 de outubro de 2010

“Era uma vez Manuel”

Às 21h, hora do continente, a RTP 1 vai transmitir hoje uma interessante reportagem sobre El-Rei D. Manuel II, o Rei Traído, no programa Linha da Frente.

Sinopse - «“Era uma vez Manuel” é uma viagem ao local de exílio do último rei de Portugal. Conta a história de D. Manuel II a partir das marcas e dos afectos que o monarca deixou na comunidade de Twickenham, nos arredores de Londres.

Quando se comemora o centenário da mudança de regime no país, o Linha de Frente narra os acontecimentos do outro lado do espelho, do lado dos vencidos, e regista os últimos testemunhos vivos de quem ainda conviveu com o rei. Nesta reportagem desvenda-se o homem que os portugueses esqueceram mas cuja memória os ingleses preservam.

“Era uma vez Manuel” é uma reportagem de Eduarda Maio, com imagem de Luís Flores e edição de imagem de Marcelo Sá Carvalho.»

Fonte - RTP
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sábado, 1 de maio de 2010

Alguém que trabalhou muito por Portugal...

ImagemMuseu Nacional de Soares dos Reis, Porto, Portugal
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)