Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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sexta-feira, 14 de junho de 2019

Símbolos?

Símbolos? Mas a ré_pública tem símbolos (verdadeiros sem ser no papel)!?

Neste artigo, só vejo "furtos" de simbologia à nossa Monarquia.

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sábado, 21 de janeiro de 2017

"1785"

É inegável a importância e, sobretudo, a existência de realidades ideológicas e políticas como as autonómicas, até mesmo as independentistas, as do republicanismo, da social democracia, do socialismo, do liberalismo, do jacobinismo, do esquerdismo em geral, etc, etc. Umas vieram, outras foram, outras ainda por aí andam.

Todavia, e apesar de tudo isto e muito mais, as Portas da minha Cidade ainda comportam este símbolo, um símbolo indestrutível ao tempo, o verdadeiro e real símbolo da união:


Foto - PPA.

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quarta-feira, 27 de junho de 2012

Um País que gera tanta força...


Tinha um feeling que o carinho especial que Ele sempre teve por Portugal vinha ao de cima. 
É como diz o Mourinho e o Seleccionador da Alemanha "um País tão pequeno..." mas que gera tanta força. 
Qual Golias da Europa, nós pequenos sempre fomos especiais...capazes das mais audazes empresas e proezas, sempre além das nossas dimensões populacionais e geográficas. 
Devotos fomos desde 1143 a 1910. Voltemos a ser e os resultados aparecem.
De certo modo saímos sempre vencedores.
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quinta-feira, 29 de março de 2012

Da semiótica...

Portugal é alguém no mundo do futebol, pois todos os portugueses estão agarrados a símbolos e sentem-nos. 
No resto que interessa, se não temos símbolos para nos agarrarmos e, por isso, não sentimos nada…de pouco valemos num mundo em que já fomos alguém.
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)