Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

quinta-feira, 19 de junho de 2014

WEEK SOUNDZZZzzz!

«Nick was a Genius. His music inspires me everyday. The world is: I'm lost for words. Really. His music is both tragic and beautiful. Like a Shakespeare play.»

Mark Keeble


Made in Portugal


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quarta-feira, 18 de junho de 2014

Vingança do chinês

RDP-A às 8h30m: “Numa altura que os americanos desinvestem na Base das Lages, o primeiro-ministro chinês vai visitar a ilha Terceira”.

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Efeito espelho

O outro dia um espanhol amigo fazia a piada que D. Afonso Henriques (Afonso I de Portugal) era francês…por ser filho de pai franco - Henrique de Borgonha.

Além de não ser verdade, pois, mesmo em última hipótese, o futuro Rei de Portugal seria o resultado conjugal de um francês com uma leonesa, i. e. tornando-se o primeiro português, ainda assim, a piada continua improfícua porquanto o Rei de Espanha, Bourbon, descende directamente do Rei Sol e, esse sim, ainda hoje, é um nome indisfarçável e absolutamente francês!

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segunda-feira, 16 de junho de 2014

Positivo azul e branco

Ouvia hoje um jornalista da TSF, aquando do relato, na 1.a parte, do Portugal - Alemanha, falar em focagem no positivo e não no negativo. Concordo!
Gostaria de deixar claro que, apesar das dificuldades, acredito na Selecção e não desvio um milímetro na confiança e admiração por Paulo Bento.
Mister, já tendes os equipamentos certos no vestiário...agora é apenas usar as (verdadeiras e reais) cores de Portugal e da vitória!


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Alemanha - Portugal

Este resultado constava da alínea i) do n.º 4 do art. 467.º do Memorando da Troika. 

Cumprida a obrigação, Portugal vai bombar até à final!

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sexta-feira, 13 de junho de 2014

Campeonato do Mundo do Brasil:

O mau começo não derivou, afinal, do atraso nas obras ou dos sindicatos; derivou sim do simpático desempenho do Sr. Kim Young Joo.

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Le Meraviglie


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É Godard que o diz, repito Godard!


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Selecção de azul e branco

Quando vejo a selecção nacional jogar, finalmente, com as cores de Portugal (i.e. de azul e branco), não existe a menor dúvida que aquelas traduzem um conjunto mais bonito e harmonioso.
 
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"¡Viva España! ¡Viva el Rey!"

Era assim, como este colosso cultural, que devíamos voltar a ser (quem fomos).

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É simples:

o Governo dispensará nova tranche da Troika, pois já consegue ir levantar aos mercados a juros mais baixos.

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Saúde materna e infantil hoje

Infelizmente ainda vão acontecendo casos pontuais de mortes em partos.

Existindo um lobby (...e outros) cuja responsabilidade não é abordável, deve(m) ser punido(s) sempre que se detectem infracções.

Ainda assim, a grande realidade é que, sem descurar disto, após o 25 de Abril, e com Albino Aroso, o panorama da saúde materna e infantil em Portugal alterou-se drasticamente para melhor, concretizando-se numa objectiva inversão da taxa de mortalidade infantil, que passou das piores para uma das melhores do mundo em poucos anos.

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Faquirismo...

Os idiotas que recorreram a esta "analogia", às tantas, vão ter azar. Perante o multiculturalismo britânico, não se surpreendam se lhes aparecer um Faquir (...que curiosamente em determinadas línguas significa "pobreza").

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WEEK SOUNDZZZzzz!


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quinta-feira, 12 de junho de 2014

Decisão de referência...e afinal o conservadorismo funciona

Apesar de ser sportinguista convicto, não me considero um anti-benfiquista. Todavia, não seria verdadeiro se não dissesse que tenho o pré conceito de que os benfiquistas, em geral, e sem prejuízo de umas honrosas mas escassas excepções, são, de certo modo, representativos do nível que estratifica este País. Por outras palavras, somos hoje como somos porque, paralela e indeterminadamente, também existem muitos benfiquistas. Lamento, mas é o que sinceramente acho.

Contudo, julgo ser da maior pertinência fazer um reconhecimento público ao Sport Lisboa e Benfica, na pessoa do seu Presidente, tendo por análise, sobretudo, as últimas duas épocas.

Se bem se lembram o Benfica na época 2012-2013 esteve à beira de vencer tudo o que podia, mas acabou por nada ganhar. Ora, num meio tão adverso como é o círculo benfiquista, quiçá, também, por aquele nível referenciado no primeiro parágrafo, a realidade é que o Presidente, pessoa por quem não nutro especial simpatia, revelou-se determinante e, até, salvo melhor opinião, especial e exemplar num País de fracos. Ou seja, numa república em que se tenta abolir tradições, se diaboliza o conservadorismo, onde o que impera é a novidade, as modas, o “não-presta-fora”, o está velho substitui-se por novo, a irresponsabilidade, o não me incomodes, o “laissez faire, laissez passer”, etc, etc, o acto de manter Jorge Jesus na época seguinte (de 2013-2014), contra tudo e contra todos, revelou não só um enorme sentido de responsabilidade institucional de continuidade, que tanto é precisa neste País, como também, e acima de tudo, um sentido de risco…ou dito de outra forma: coragem.

Luís Filipe Viera, com tal posição, e enquanto Presidente de uma enorme instituição portuguesa como é o Benfica, acabava de dar um sinal diferente de como deve ser a gestão da coisa pública, não só ao nível do Clube que representa mas, igualmente, extremamente aproveitável a Portugal, face à dimensão nacional e internacional do Sport Lisboa e Benfica.

Neste contexto, é com mágoa que registo, por exemplo, que algo similar não se tenha passado com Paulo Bento quando era nosso treinador no Sporting, tendo este que sair perante os insultos de meia dúzia de energúmenos ruidosos que já se tornavam (humanamente) insuportáveis ao estóico técnico. O pior foi que o Presidente da altura, por mais bem-intencionado e respeitável que fosse, não teve a força necessária para por ordem na casa e manter o mister.

Guardarei pois como sintomática, representativa e até necessária aquela posição de Vieira, na passagem de 2013 para 2014, porquanto é emblemática num País que, contrariamente ao que abunda nesta república, normalmente entregue ao facilitismo das decisões simpáticas, dos comportamentos mediáticos fáceis ou de visões pouco estruturadas e sem rumo, carece de posições fortes e determinadas e de sentido de continuidade, tendo o resultado/fruto daquela sua acção se revelado o melhor…conforme todos pudemos comprovar este ano. Afinal, o conservadorismo funciona.

Cumpre-me, assim, com a verdade e em consciência, sobretudo para com Luís Filipe Vieira e Jorge Jesus, e por mais que me custe, a redacção deste texto.

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terça-feira, 10 de junho de 2014

Por ocasião de mais um 10 de Junho


Independentemente de serem republicanos ou monárquicos, estas são AS CORES DA NOSSA BANDEIRA. Estas são as cores da nossa Fundação, dos princípios estruturantes deste País e até mesmo para os fervorosos republicanos Guerra Junqueiro, António Arroio ou mesmo António M. Sousa essas cores não eram questionáveis. O mais grave é que foram. O vermelho e o verde representam hoje, infeliz e objectivamente, o que não somos e, talvez por isso, também os piores e menores momentos da nossa História.

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10 de Junho | “Respeito por Portugal!”

 
Hoje é dia 10 de Junho, dia de Portugal, de Camões e das Comunidades. 
 
Este é um dia que, supostamente, devia ser de alegria e de união entre portugueses. Contudo, e uma vez mais, a la república terceiro-mundista, apareceram vozes e cartazes de sindicatos, corporações essas que, instaladas e bem seguras em si próprias, dão voz aos seus associados a troco de um negócio de desconto percentual nos seus vencimentos. Curiosamente, as tv's nunca se referiram hoje aos realmente prejudicados e a quem, legitimamente, lá devia estar a protestar, i.e. os sindicalizados. Quem compareceu foram os do costume: determinados sindicatos.
 
Todavia, e apesar dessa realidade, houve um aspecto que, felizmente, preponderou positivo e, assim, superou esse mal. Além da comparência das instituições desavindas, nomeadamente do Governo vs a oposição do Tribunal Constitucional, do líder do PS, etc, retive as palmas das gentes da Guarda após a lúcida intervenção do Sr. Chefe do Estado Maior das Forças Armadas em torno do incidente que envolveu a saúde do Presidente, bem como aquando do retorno de Cavaco Silva ao seu discurso abruptamente interrompido.
 
Costumo dizer que se dependesse de mim, a Monarquia era restaurada hoje mesmo e a república acabava. Contudo, é lastimável ver, independentemente do regime imposto, como não existe um sentido mínimo de coesão nacional, nem por um dia, em prol de um projecto estrutural (de união) em torno do País, nem tão pouco das figuras que, apesar de serem as possíveis geradas pelo regime, merecem respeito...ao menos institucional. Sei que sem um Rei (apartidário) é difícil construir esse tecido unificador, mas ao menos tentassem com o que se tem: um PR.
 
Em cenários realmente difíceis, com ancestrais divergências, como ilustra a foto deste post, foi bem possível, por um dia, concretizar o que refiro. É pena que, apesar das dificuldades que Portugal atravessa, hoje não tivesse havido uma alegria contagiante conforme acontece numa Inglaterra, numa Suécia, etc, e se esquecessem os apupos que não levam a nada.
 
Valeram as sábias e sintomáticas palavras do Sr. Chefe de Estado Maior das Forças Armadas: “respeito por Portugal!”
 
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segunda-feira, 9 de junho de 2014

Dia dos Açores

Desculpem-me os meus amigos (pseudo - pro - e até os bem intencionados) autonomistas, mas o meu dia dos Açores foi há 3 dias atrás!

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sexta-feira, 6 de junho de 2014

Adieu au langage

De Jean-Luc Godard directamente para os “amiguinhos dos animais”.

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Christian X da Dinamarca


«Na semana dos 70 anos do Dia D, é sempre bom lembrar o exemplo dos que resistiram e disseram "não". O rei Christian X da Dinamarca, com o seu país ocupado pelos Nazis, afirmou-se como rei de todos os dinamarqueses dizendo que "não havia questão judaica" no seu país, incentivou a resistência e uniu o seu povo na ajuda aos judeus dinamarqueses, fazendo com que destes apenas desaparecessem menos de 1%.
Tem hoje uma árvore com o seu nome no "Jardim dos Justos" em Jerusalém e personifica a força da unidade de um Rei e de um Povo na defesa do Bem.»

Fonte -  Causa Real

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D - A

D 
6 6 44

6 6 75

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Evidências


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Liberdade à espanhola e à portuguesa

Se houvesse liberdade para o efeito, também não seria uma boa altura para fazer um Referendo à república portuguesa?

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Minorias estridentes

Parece que corre em Espanha uma petição para questionar o regime monárquico.
 
Essa petição reúne cerca de 120 mil assinaturas num espectro de cerca de 50 milhões de espanhóis.
 
Bem, se formos pelo exemplo do caso português, os espanhóis que se acautelem pois meia dúzia de terroristas conseguiram, no Terreiro do Paço, em 1910, dar a volta a oito séculos de História e à maioria …sendo que ainda hoje está tudo calado e em brandos costumes.
 
O problema é que já passaram 103 anos e a república, sem nunca permitir a liberdade de expressão sobre si própria, ainda existe.
 
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Constatações de facto

Vejam bem a tipologia (…para não dizerem que recorri a epítetos como “laia”) das pessoas que vagueiam pelas ruas de Espanha a pedir república… Asseguro-vos que elas têm um perfil e objectivo paralelo com as que derrubaram, em 1910, a nossa Monarquia.

O mais estranho é que aquela minoria que, há 103 anos, de Lisboa, passou a mandar na maioria, deixa até hoje um evidente e irrefutável legado de descrença e desmotivação nacional, sendo que ainda existem uns tontos que criticam o nosso País por ele ser como é hoje e por estar como está sem, aparentemente, saberem porquê.

Despertem e raciocinem!

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Parece que alguns espanhóis querem ficar como os portugueses ficaram...

Os arruaceiros transversais do costume estão tentando fazer em Espanha o que fizeram em Portugal.

Se conseguirem o seu propósito não lhes dou 100 anos para espatifarem (a unificação de) Espanha e as parcelas que restarem, na sua maioria, vão ser uma espécie de Portugal de hoje.

A sorte dos espanhóis é que o PSOE é um partido responsável.

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Povo --» Cortes --» Democracia --» Rei

«O juancarlismo, ou a monarquia democrática espanhola, perde o seu principal ator, por abdicação. Será o povo, através das Cortes, que fixará a sucessão, permitindo que o rei passe a instituição, pela constituição e com a família real. O povo é quem mais ordena nesta monarquia que obedece à forma republicana de governo.»

José Adelino Maltez.

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Axioma

O Capitalismo Selvagem é adverso ao próprio Capitalismo*.

O ganho de dinheiro por dinheiro é adverso ao ganho de dinheiro por produção.


* Ou economia livre (economia de mercado) se preferirem.

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Vem sempre ao de cima

Foi preciso um homem com a coragem, a idoneidade e com a respeitabilidade do General Ramalho Eanes vir dar a cara pelo Eng. Jardim Gonçalves para alguns começarem a perceber a cilada que o ex-dono e criador do BCP foi alvo.

Principalmente os republicanos deviam ter vergonha do que este actual regime, o Novo Estado, fez a um self made man como Jardim Gonçalves…princípio aquele que lhes devia ser tão caro.

Mas confesso, até por constatação próxima, que à data, e apesar de ter levantado sempre a hipótese de trapaça contra o Millennium de Gonçalves, pelos do costume, o que mais me repugnou não foram esses, pois são os habituais inimigos, mas antes aqueles que se diziam amigos e que dele se afastaram como se nunca o tivessem conhecido.

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Aclaração

Gostaria de deixar publicamente claro que, apesar de ser monárquico, tenho um respeito enorme, que começa a ser desmedido, em relação ao Sr. General Ramalho Eanes.

Só para constar!

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No mesmo local: a Sala do Trono Sueco

A primeira foto foi tirada no passado mês de Abril em período de férias e a segunda, de autor desconhecido, em 1905, correspondente à abertura do Parlamento sueco pelo Rei Oscar II da Suécia.
 Foto - PPA

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D. Eurico Dias Nogueira

Rosa Pedroso Lima veio dizer ao Expresso, de 23/5/2014, que D. Eurico Dias Nogueira "foi uma voz da diferença", pois foi vigiado pela PIDE por ser favorável à liberdade de imprensa e, depois, no pós 25 de Abril, também apelidado, no novo regime, de "conservador e reaccionário". Mas "nunca virou a cara às críticas nem evitou jornalistas"

Enfim, sabendo o que sabemos hoje do Estado Novo e do Novo Estado, D. Eurico era um homem equilibrado e, acima de tudo, coerente.

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A ONU e a pedofilia na Igreja

«Se é verdade que houve, por parte da hierarquia católica, quem encobrisse actos pedófilos praticados por clérigos e religiosos, não restam dúvidas quanto à doutrina cristã sobre este particular: "Quem escandalizar um destes pequeninos (...), melhor lhe fora que lhe suspendessem do pescoço a mó de um moinho e o lançassem nas profundezas do mar" (Mt 18, 6).

(...)

Como declarou o presidente da comissão antipedofilia da Santa Sé, o cardeal Sean O"Malley, que vendeu a sua residência episcopal para pagar indemnizações a menores abusados por padres pedófilos, "o direito da criança é prioritário. Não deve haver nenhuma tolerância para quem comete crimes, nem para quem é negligente" na sua denúncia e punição.

(...)

Uma novidade na doutrina e na praxe da Igreja? De modo nenhum. A mal-amada Inquisição, cujo recurso à tortura e desrespeito pela liberdade de pensamento e de expressão repugna à sensibilidade moderna, foi um eficaz instrumento de punição desses actos nefandos. O Santo Ofício não só perseguia a heterodoxia doutrinal como também os abusos de menores, sobretudo se praticados por clérigos.»


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Lados

O grande trunfo que Seguro tem do seu lado é que Sócrates está do lado oposto!

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WEEK SOUNDZZZzzz!

What a girl likes to hear...

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segunda-feira, 2 de junho de 2014

Abdicação de Juan Carlos de Espanha

O ainda Rei não esperou pelo "horário nobre" para falar aos seus concidadãos. Dando a cara ao povo, resolveu objectivamente pela manhã.

Majestade, apresento-lhe o meu respeito pelo legado democrático edificado, bem como por ter sido o exemplo vivo de que a vontade de um povo, por referendo, deve ser sempre atendida.

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sábado, 31 de maio de 2014

Under the Skin


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Ouvido no dia das europeias

«Votei hoje nas novas tendências.»

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Europeias (III)

Afinal o segundo partido da extrema-esquerda conseguiu 1 deputado...contra as sondagens de 0.

Parece que o voto "Livre" afectou o Mini-duo-Bloco.

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Europeias (II)

É bom saber quando o regime, a democracia e os principais partidos estão pela hora da amargura, a (boa e inédita) resposta tenha sido dada pela ascenção de um partido que foi fundado por um (progressista e grande) monárquico! Parabéns ao MPT!

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Europeias (I)

Perante o cenário francês, já (ante)vejo a esquerda europeia dizer: 

"Ainda bem que o partido da Sra. Merkel ganhou na Alemanha!"

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sexta-feira, 30 de maio de 2014

Não foi por falta de aviso...

Do mesmo modo que vinha, há anos, alertando oportunamente para o risco da extrema-direita, agora, também, parece-me que será, de facto, a França a dar a resposta histórica à UE (alemã). Não pelo patético sr. Hollande, cujo partido foi reduzido a uma insignificância indescritível, e cujo precedente histórico dificilmente será reparado, mas sim pela Frente Nacional.

De tanto "estado social", "incompetência", "subsídio dependência", "boys and girls", improdutividade, rebaixamento perante outras potências, "cravos e canelas" e "Grândolas", etc, etc, agora a História poderá ter mudado de vez e a Europa, quiçá, uma vez mais, infelizmente, vai conhecer um novo rumo para, à sua maneira, por termo à crise.

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Similitudes

Bem que tento evitar, mas sempre que vejo o Pedro Reis é como se visse o Prof. Freitas do Amaral...agora no PSD.

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Contactos

«Se falamos com Deus somos cristãos, se Deus fala connosco somos esquizofrénicos...»

Tomas Szasz, psiquiatra norte-americano.

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Palma morena, Portugal!

Já está mais que na hora deste País deixar-se da "Vila Morena" e focar-se em "Portugal, Portugal" do Palma!

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WEEK SOUNDZZZzzz!



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sábado, 24 de maio de 2014

Real., Real!

Por uns dias, especialmente hoje, vai-se concretizar o anseio de D. Afonso V e D. João II: Lisboa a capital ibérica.

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sexta-feira, 23 de maio de 2014

Palo Alto


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Apenas para situar alguns...

...que apelidavam o Papa de "esquerda".

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Evolutiva

Com o andar da carruagem a Joana Amaral Dias daqui a 10 anos já estará no partido do pai e, daqui a 20, quiçá, será filiada no CDS-PP.

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Este sim, é legítimo

Já começo a perder um pouco a paciência com alguns (pseudo) manifestos, todavia, este, acho essencial seguir e tomar parte.

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Convocados

Paulo Bento leva 22 jogadores ...e o Hugo Almeida.

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WEEK SOUNDZZZzzz!


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domingo, 18 de maio de 2014

Final da Taça

A ambiência em torno da final da Taça de Portugal é um dos poucos bons aspectos que se soube preservar neste País.

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sábado, 17 de maio de 2014

Aqui o azul e branco vale mais

Como é bom ver, no Eurosport, e aos olhos da Europa, esse magnífico mar e tantas bandeiras azuis e brancas espalhadas pelo nosso verde.

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quinta-feira, 15 de maio de 2014

Welcome to New York

Não, não digo que é um biopic de Dominique Strauss-Kahn:


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Cada vez mais estou convencido disto:

HAVIA MUITO MAIS RES PUBLICA EM MONARQUIA, E HÁ MUITO MAIS "HEREDITARIEDADE" EM REPÚBLICA.

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Porque será...?

Um trabalho jornalístico interessante:


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A, B, C


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WEEK SOUNDZZZzzz!


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quarta-feira, 14 de maio de 2014

Béla

Não farei piadas com o Béla Guttmann, até porque ele errou...o SLB já é detentor de um título europeu: Bi finalista da Liga Europa.

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sexta-feira, 9 de maio de 2014

Sacro GRA



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Prós!

Finalmente alguém diz a verdade. Bem o Ministro Pires de Lima dirigindo-se àqueles que pensavam que, ao descontarem mensalmente, estavam garantindo a sua reforma. Não é assim. Não estamos num sistema de capitalização (individual) ...que, quiçá, devíamos estar. A república não foi por aí.

Estamos sim num sistema de redistribuição, ou seja, descontamos para um bolo que paga: reformas...mas também, desempregados, programas de emprego, etc. Somando a isso o problema da baixa de natalidade e (felizmente) o aumento, após os anos 60, da esperança média de vida ...e temos a despida realidade do nosso sistema de protecção social.

Com base no Prós e Contas de 5-5-2014.

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Vermelho pátrio!

É de facto notável que apenas na 29.a jornada da Liga é que o primeiro português tenha marcado pelo Benfica.

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WEEK SOUNDZZZzzz!

Tudo em português


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sábado, 3 de maio de 2014

Supercondriaque


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O ovo e o Trono


Foto - PPA

Recentemente estive na Suécia. Coincidiu com o período da Quaresma. Ao visitar o Palácio Real, constatei que havia um jogo para crianças que consistia em descobrir 18 ovos dourados espalhados pelas cerca de trinta salas expostas ao público.

Conforme denota a foto, e com um descontraído e giro sentido de humor, um dos ovos estava precisamente debaixo do Trono Real todo ele em prata. Esta sala, a do Trono, é aquela em que o Monarca recebe, em ocasiões oficiais, todos os eventos de Estado que, além do Parlamento, digam maior respeito aos interesses institucionais de Suécia.

Com tal medida escusado será dizer que a Monarquia sueca capta a alegria das crianças e, por inerência, de seus pais. Com argúcia, inteligência, humor e delicadeza bem conseguem, de forma hábil, trazer os suecos água ao moinho da sua Monarquia.

Contudo, também importa ressalvar que a Monarquia sueca, bem como as demais similares nórdicas, não exageram no mote da extravagância regimental e afins. De forma descontraída e discreta lá tem esta Monarquia sabido ultrapassar o tempo.

Posto o intróito, tenho que aqui dizer que, se (pouca) dúvida tinha sobre o modelo nórdico de Monarquia, depois de vir de Estocolmo já não a tenho. Ou seja, se Portugal alguma vez quiser voltar a ser uma Monarquia, resta-lhe ter de seguir, com as devidas adaptações e sem descurar dos elementos caracterizantes e inamovíveis da nossa Pátria, outrora monárquica, o mesmo modelo/caminho. Monárquico que disser o contrário ou será utópico, irrealista, pouco sério intelectualmente ou nem mesmo isso…deverá ser republicano sem saber. Esta é a realidade que Portugal, com as ressalvas enunciadas, deve seguir.

Eu estive lá e identifiquei-me com o modelo, e é precisamente aquele que quero para o meu País…nenhum outro mais. Esqueçam as touradas e outros bolores que ainda vão prevalecendo naqueles que querem restaurar Portugal pela Monarquia. Por esse caminho o que fazem é tudo ao contrário. Afastam aqueles que valem na Causa e dão azo ao “mal menor” chamado república e ninguém quererá saber de Monarquia em Portugal nem tão cedo.

Modelo nórdico sim…é a única via.

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Pacote, empacotados e nada de perceber que há que mudar o tipo de regime!


Pedro Magalhães, cientista político.

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Quase que fui de esquerda por um dia

«Não haverá uma esquerda moderna em Portugal enquanto não se libertarem dos “Valores de Abril”, arrumarem a foice e o martelo, repensarem os estatutos e os nomes dos partidos e alterarem a Constituição. Enquanto não fizerem isso, a nossa esquerda continuará a ser, infelizmente, no essencial, tão provinciana quanto o Salazarismo era bolorento.»

Um ancião de esquerda que vive na Holanda há 45 anos.

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A alogia

Considero a comparação do 25 de Abril ao 1 de Dezembro uma verdadeira alogia.
Já sem remeter à dimensão dos resultados e da disparidade dos objectivos, incomparavelmente mais importantes no primeiro de Dezembro, desde logo pelas consequências de um eventual falhanço das respectivas operações, ou seja o risco acometido aos revoltosos.
Enquanto no primeiro caso uns iriam fazer uma viagem até Cabo Verde, no segundo, sem qualquer dúvida, iriam conhecer S. Pedro.
Resta a minha real revolta em constatar que o dia da liberdade não é o segundo e que o segundo nem feriado já é sendo que em qualquer democracia avançada é que seria e é.

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Entrevistas selváticas

«Gosto muito de África. Os grandes espaços. E gosto daquela gente africana. Gente pura. 
Podem ser de uma selvajaria monstra, mas são também gente boa.»

Otelo Saraiva de Carvalho em entrevista a Clara Ferreira Alves, in Revista do Expresso, de 25 de Abril de 2014, pág. 30.

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sexta-feira, 2 de maio de 2014

WEEK SOUNDZZZzzz!

Sempre gostei especialmente desta do Harrison. É melhor versão que a de 1969 do álbum "Yellow Submarine". Apenas saiu, nesta versão, no Anthology 2.
Um tema pouco conhecido deles, mas que gosto especialmente.


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quinta-feira, 1 de maio de 2014

Ayrton

«O importante em cada vitória foi a emoção.» 

Ayrton Senna (21/3/1960 - 1/5/1994)

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domingo, 27 de abril de 2014

Canonizações

«Acreditar na Família é construir o futuro» 

«Não tenhais medo!»

São João Paulo (II)


«Haja unidade nas coisas essenciais, liberdade nas coisas acidentais e caridade em todas as coisas.»

São João (XXIII).

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sábado, 26 de abril de 2014

Yves Saint Laurent


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Clarividente!

Antes de se passar aos excertos da excelente entrevista de António Barreto ao Expresso, gostaria, apenas, de precisar que escrevi previamente este II capítulo: II – Da inexistência do necessário equilibro ideológico em Portugal.

«(…)

Mas devíamos ter feito um plano a longo prazo, a 20 anos, que fosse mais honesto, menos corrupto, menos desigual… Fez-se um sistema político que no início parecia bem feito. A Constituição é quase uma peça de ourivesaria: tem quatro artigos e meio para evitar o comunismo, cinco artigos para evitar o capitalismo excessivo, está tudo feito milimétrica, uma obra filigrana que funcionou. Até o CDS votou quase tudo. Já foram feitas oito ou nove alterações e o PCP continua a dizer que a Constituição é deles. O PS sente como deles, o Bloco também e o PSD tem dias. Aquela Constituição é um absurdo, é arcaica, obsoleta e não resolve problemas.

(…)

Depois houve uma voracidade política. Há uma total impossibilidade de conseguir acordos, nos variados momentos difíceis que temos vivido. Todos os países europeus viveram momentos em que foi preciso juntar 3, 4 partidos. A democracia portuguesa fundou-se na base da demagogia, da pura promessa eleitoral, do cabrito com batatas. Prometer o que não podes dar, paga com dinheiro que não é nosso, etc…

(…)

Vivemos ainda hoje sem nenhuma experiência democrática

(…)

Não tínhamos cultura de instituições democráticas. E quando tivemos, pusemo-las reféns dos partidos. O Conselho de Estado é dominado pelos partidos, o Tribunal Constitucional também… Há uma lógica partidária em tudo. Eu não quero um sistema eleitoral em que os independentes ganhem, mas abrir o sistema político para permitir que qualquer pessoa se candidate, porque não? É proibido criar partidos regionais, por exemplo. Isto revela medo. É proibido ser racista, é proibido propagandear o fascismo… Sou contra o racismo ou fascismo, mas essas coisas não se proíbem. Combatem-se. Se permitimos candidatos independentes no País inteiro, obrigamos os partidos a escolher os melhores.

(…)

Os partidos continuam estruturas de defesa de interesses dos seus militantes, estruturas de redes de influência… O caciquismo do antigamente, do grande proprietário ou delegado da União Nacional, é hoje dominado pela vida partidária, que tem o poder, as obras públicas, as construções, os favores e os subsídios, os investimentos públicos, o acesso aos dinheiros europeus…tudo depende da vida partidária.

(…)

É preciso mudar a natureza do regime e a natureza da política, o que leva uma geração. Não acredito que uma democracia se defenda com as leis. A democracia defende-se com leis, com instituições e, sobretudo, com a defesa popular. Se o povo não defender a democracia não temos democracia.

(…)

Mesmo para crescer o extremismo são necessárias instituições, mobilização, vontade política, agitação, organização, capacidade de associação…
Os holandeses têm isso e tem 6 partidos de extrema-direita, a Finlândia tem dois, a França tem três, a Suíça quatro.

Nós temos tão pouca sociedade cível e tão pouca vontade política que nem extrema-direita temos.

(…)

Por que tem Portugal o último comunismo do mundo? Por um atraso social e cultural. As coisas que eles dizem, repetem a mesma coisa à 40 anos.

(…)

Os partidos comunistas francês, italiano ou espanhol eram partidos sérios e acabaram porque os países evoluíram. Por cá, o PCP marcou excessivamente os últimos 40 anos.»

Professor Doutor António Barreto, in “Expresso 25 de Abril 40 anos - Volume 2”, de 18 de Abril de 2014, páginas 50 a 54.

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Relatório e Contas (1974 - 2014) IV


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Relatório e Contas (1974 - 2014) III


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Relatório e Contas (1974 - 2014) II

Depois da "Revolução dos Cravos", passamos a cravar aos outros...mormente subsídios à UE!

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Relatório e Contas (1974 - 2014) I

A democracia portuguesa, passados 40 anos, traduz-se num "inconseguimento".

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Em abstracto:

O lóbi do petróleo sacrifica impunemente a economia e a sustentabilidade do planeta em desfavor de uma solução ecológica mais avançada já existente, isso, tal como o lóbi partidário sacrifica a política e o progresso do País em desfavor de uma solução cívica e apartidária mais avançada já existente. 

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Gavetas

Desde do 'gavetismo' de Soares que acho isso e desde de Sócrates que apregoo:


Como refere muita imprensa, estaremos perante o "socialista de direita"...?

Uma certeza contudo...o regime há muito que está obsoleto e, com ele, o sistema partidário.

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Human being

«Eu vejo humanos, mas não humanidade»

Frase alegadamente transcrita de um artista de rua britânico cujo pseudónimo é Bansky.

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Combustivo

A ler!

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Benjamin Diamond . "Rich personality" (2000)

«(...)
baby i’m not the richest,
but i have a rich personality»

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WEEK SOUNDZZZzzz!


Este video foi realizado por Bobby Woods, procura reproduzir a atmosfera dos 70s e contou com a participação de Sofia Coppola.

Made in Sweden

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sábado, 5 de abril de 2014

Quai d’Orsay


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“Doudejes filosóficas”

«Estão a ser organizadas por marxistas de direita, que acreditam que a luta de classes é o motor da história só que desta vez o proletariado é que é o péssimo.»

José Félix Ribeiro, ex-Subdiretor do Departamento de Prospectiva e Planeamento.
in Expresso, Caderno de Economia, 22 de Março de 2014, pág. 14.

Marxistas de direita?! Grande “prospectiva”…

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"Jaba-Oleg"

Quando a nobreza não vem da sociedade civil em geral, nem tão pouco da classe política ou de outras que deveriam ser os pilares nesse sentido, curiosamente vem do desporto, mormente do futebol ... essa "prática" tão mal tratada pelos (pseudo) intelectuais.
No fim-de-semana passado na Ucrânia, entre adversários.

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Reitero as palavras de Henrique Raposo:

"FINALMENTE"


Ainda bem que irá ser no Brasil e com o Paulo Bento e o Ronaldo que, respectivamente, têm o carácter e a determinação plenamente sintonizadas com estas cores e com quem fomos/somos verdadeiramente.  

Força Portugal! Maior orgulho não haveria do que ganhar aquela final envergando, no peito, mas sobretudo na alma, estas cores!

Ahhh e claro: ganda Nike!

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Quando os “princípios” republicanos emergem

«O presidente Hollande vai empossar como ministra do "ambiente, desenvolvimento sustentável e energia" a antiga "companheira" e mãe dos seus quatro filhos.

Não se avalia aqui a eventual competência para o cargo desta ex-candidata à presidência. Mas não havia mais ninguém para escolher?»

31

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100% de acordo …


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Nem eu...


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Ainda a propósito do 1-0 no SCP - FCP


Dias Ferreira

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Thanks Frankie 4 all!


Frankie Knuckles . "The Whistle Song" (1991)


St. Germain . “What's New” (1995)

Bem ficou aos (grandes) St. Germain terem feito, a seu devido tempo, a homenagem a Frankie Knuckles e a Chicago!

Boulevard © 1995 FCom Records


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WEEK SOUNDZZZzzz!

«I am in love with God
I am in love with stars
I am in love with something
coming close from far.
You are in love with God
You are in love with stars
You are in love with something
that will tell you who you are.
(They need love) They need love
(They need God) They need God
(The need guidance from above) They need guidance from above.
You are in love with God
You are in love with stars
You are in love with something
that will tell you who you are.
Love, God, love, God and affection
You know exactly what it means, though you're only in your teens.
(They need love) They need love
(They need God) They need God
(They need guidance from above) They need guidance from above.
Get together.»

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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)