Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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sábado, 30 de agosto de 2025

Apoio do FMI pela Europa dita evoluída...

Disto fala-se pouco.
A Europa em risco de colapsar e submergida num futuro incerto, governada por políticos fracos. Atada em burocracia e lóbis distantes da realidade comum.
Em Portugal basta juntar à equação a especulação imobiliária, a sobrevalorização dos preços dos imóveis, a bolha que já está a aumentar, prejudicial aos portugueses, sobretudo aos mais jovens.
Fontes
- Como no Reino Unido, ‘fantasma’ da intervenção do FMI instala-se em França


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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Visto

Facilitar com o 'Syriza' será dar um 'Visto Gold' ao 'Podemos'.

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quinta-feira, 15 de maio de 2014

Welcome to New York

Não, não digo que é um biopic de Dominique Strauss-Kahn:


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quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Algures num think tank...

R,
Pelas notícias que cada vez mais vão chegando (agora já é a Ministra do Trabalho da Sra. Merkel), o Federalismo está mais próximo. Infelizmente o cenário que venho delimitando para Portugal, desde 2009, infelizmente repito, está se afigurando certo.

Ou seja, o que vamos é a ficar a dizer adeus a Portugal tal como foi fundado em 5-10-1143, o mesmo que tanto gosto. O nosso Portugal e as nossas gentes. Se nada for feito pelas verdadeiras cores deste País, a república e o seu vermelho e verde fundados na Carbonária francesa, vão, finalmente, passados todos estes anos, conseguir o seu propósito maior: tornar Portugal um protectorado da Europa. Quem gostar disso...faça favor! Eu estou com aquele que não vota nem é eleito por partidos…desde 1143 a 1910!
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sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Repúblicas falidas

Aquilo que já estou farto de apregoar é também dito por Rodrigo Moita de Deus:
«Não há nenhum país monárquico que tenha pedido ajuda ao FMI, todos os países que recorreram à ajuda financeira são repúblicas.»
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quarta-feira, 13 de abril de 2011

«A "vergonha" que os faz corar»

Uma conselheira do FMI diz que neste momentoPortugal está a dar uma imagem de um país do 3º mundo! Cara Estela, não é de hoje. Só agora é que cora de vergonha? Portugal é um país abastardado à mais de 100 anos. Que imagem demos do país quando foi covardemente assassinado o Rei D. Carlos e o seu filho? Que imagem demos do país quando o inquérito desse crime foi sonegado? Não cora por isso? Que imagem demos do país quando nos primeiros 16 anos de república atingimos um défice das contas públicas sem paralelo nos tempos da monarquia constitucional? Que imagem demos do país ao enviar para a morte, em 1918, um corpo expedicionário cujos mancebos pouca ou nenhuma instrução tiveram e nem armamento condigno portavam? Que imagem demos do país com a anarquia e terrorismo social em que vivemos até 1926? Que imagem demos do país com a acomodação ao regime Salazarista? Que imagem demos do país quando os "heróis" que queriam libertar este país foram logo os primeiros a tentar impôr uma ditadura fresquinha à moda soviete? Não acha que na altura demos uma imagem de gente do 3º mundo? Que imagem demos do país ao encetarmos uma descolonização inconsciente e disparatada de que resultaram guerras civis e um acérrimo despotismo, que ainda hoje se mantém, nos países "libertos"!? Que imagem demos do país ao apresentar desde 1974, sistematicamente, um despesismo desmesurado da máquina do estado e de um brutal aumento da chulice partidária, da direita àesquerda libertária, aglutinadora dos recursos e concursos? Só agora devemos corar de vergonha? O ponto a que chegámos, cara Estela, é o ponto de onde saímos.»

Por João Amorim aqui!
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segunda-feira, 11 de abril de 2011

Desunião

Problema – República – 100 anos de processo (de)gradativo – “Eu voto naquele!”; “Não, eu votarei naquele!”; “Epá, foi eleito aquele tipo que não gosto nada!”; “Este Portugal é uma vergonha, com tipo daqueles e tal…! = Algumas das frases frequentemente ouvidas aquando e após a ”eleição do símbolo nacional”, o PR.

Resultado: Desunião e consequentemente…FMI’s (quatro falências em 52 anos)!

Solução (a médio e longo prazo) – Monarquia – 767 anos de união = REI!
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)