Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

Mostrar mensagens com a etiqueta Prof. Freitas do Amaral. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Prof. Freitas do Amaral. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 22 de dezembro de 2025

Outrora em 1986 foi o Cunhal

No cenário de uma segunda volta entre Ventura e Marques Mendes, vai ser interessante ver as esquerdas, em especial o Paulo Raimundo, a "engolirem um sapo" igualmente e, assim, a canalizarem os votos para esquerda possível: o antigo líder do PSD.


Share |

domingo, 15 de março de 2015

Factos

1.º) Não existe o Presidente de todos os portugueses, nem nunca existirá. É uma ficção jurídica, materialmente irrealista;

2.º) Apenas o Rei era de todos os portugueses, precisamente por não ser eleito e pela sua figura existir antes mesmo do próprio País;

3.º) O Presidente Cavaco não está nomeando ninguém;

4.º) Esse senhor, que julgo ser actualmente de esquerda, chamado Freitas do Amaral, é um grande administrativista, mas refere bem quando disse que o Rei "podia" ...pois há muito, no constitucionalismo português, que o Rei deixou de poder na Monarquia Portuguesa. Na nossa Monarquia e nos actuais países mais evoluídos do planeta, onde existem monarquias, há muito que é o povo que os aclama formalmente, por via do Parlamento...à semelhança daquilo que ainda vai acontecendo na nossa fabulosa república com a segunda figura de Estado.

Share |

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Similitudes

Bem que tento evitar, mas sempre que vejo o Pedro Reis é como se visse o Prof. Freitas do Amaral...agora no PSD.

Share |

«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)