Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

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sexta-feira, 9 de maio de 2014

terça-feira, 30 de julho de 2013

Cenas folk

Desde 2004/2005, com Sufjan Stevens, com Devendra Banhart, entre outros, que fiquei especialmente cativado e atento ao novo movimento folk americano, aquilo que o João, sabiamente, apelidou da "nova cena americana". 
Decorridos esses anos todos, criadas e esgotadas todas as subespécies dessa "cena", confesso que me esgotou a paciência para mais "cenas" desse género.
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quarta-feira, 20 de março de 2013

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Devendra Banhart . "Santa Maria da Feira" (2005)

Do grande Devendra e do seu melhor álbum!
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quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Devendra Banhart . "Carmensita" (2007)

Grande Devandra!
Juro que vi neste clip a Natalie Portman!
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segunda-feira, 12 de julho de 2010

Devendra Banhart . "Now That I Know" (2005)

Um hippie tradicional nos nossos tempos. Despretensioso, oferece-nos uma música congruente e honesta…se puder assim qualificar.
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)