segunda-feira, 1 de junho de 2015
Paralelismos
sábado, 26 de abril de 2014
WEEK SOUNDZZZzzz!
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
WEEK SOUNDZZZzzz!
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
ABBA . "Happy New Year" (1980)
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Short note...
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
ABBA . "Honey Honey" (1974)
1.º) Dizem elas na letra: «I wanted to know some more
And now I know what they mean, he's a love machine» ;-)
2.º) No vídeo o Björn Ulvaeus confunde-se com o Super-homem.
domingo, 17 de outubro de 2010
Abba . "I have a dream" (1979)
domingo, 7 de março de 2010
ABBA . "Dancing Queen" (1976)
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
"I´m Royalist"
Posto o intróito, e centrando-nos na Europa hodierna, cabe salientar que a produção cultural de países como a Inglaterra, Suécia, Espanha e Holanda, faz deles, indubitavelmente, os gigantes iconográficos, quer no patamar erudito, quer no patamar dito urbano. Veja-se, no caso da música, a Inglaterra em que a sua produção cultural neste via artística é exponencial, destacando-se, da infinidade de músicos e grupos existentes neste Reino, e enquanto prova, os Beatles, que compuseram curiosamente o tema "Her Majesty" (incluso no L.P. Abbey Road). Por outro lado, Ian Curtis, também inglês e falecido vocalista dos Joy Division, chegava a afirmar, categoricamente, e com clara fagulha de orgulho: "I´m royalist" (a). Estamos, portanto, perante individualidades altamente despojadas de conservadorismo e por isso insuspeitas neste domínio. Apontava-se por fim, neste vasto universo da música, apenas mais um nome proveniente da Suécia: os ABBA. Mais palavras para quê...?!
Na Pintura, nunca poderemos esquecer nuestros hermanos, e referir nomes como: um Goya, um Dalí, um Miró, um Picasso, etc, etc… Nos Países Baixos, nomes como: Vincent van Gogh, Rembrandt e outros da escola holandesa não deixam resíduos de dúvida acerca da magnitude representativa da sua produção, a qual pretendemos aqui focar enquanto cerne desta matéria.
No domínio da Literatura, William Shakespeare, John Steinbeck, Ernest Hemingway, Virginia Woolf, etc, etc, são alguns dos muitos megalíticos nomes ingleses. Em Espanha, autores como Cervantes, Jacinto Abad de Ayala, entre muitos outros, abreviam-nos o texto para mais nomes e adjectivos. Em Portugal, neste domínio, dos verdadeiros intelectuais do ofício, emergem nomes primeiros como Pessoa, Camões, Queirós, Quental, etc, etc. Facto: nasceram antes de 1910. Hoje a realidade é manifestamente outra, e a qualidade, infelizmente, também. Culpa dos autores? Não! São filhos da república, da mesma que tudo superficialzinha, não concebendo filhos fortes. Resultados ? Estão aí à mostra... Somos hoje "pop" e "ligth". Infelizmente, com este regime que não ajuda (e não nos referimos aos subsídios que em Portugal geram a polémica questão dos que entendem que Cultura = não lucro), nós portugueses somos os "Cains" da Europa...só chegando a algum patamar por muitas ajudas, conjunturas e lobbies.
Em suma, estamos profundamente convictos que o regime monárquico consegue uma aura propícia à produção de Cultura, sendo mote a uma maior qualidade e quantidade neste domínio humano. Se nos for permitida a analogia, em Monarquia teremos sempre reunidas as condições, por vezes não fácticas nem quantificáveis, embora geradoras do resultado cultural, da mesma forma que o Sol é fundamental à nossa flora.
Pelo exposto, enquanto fomos Monarquia, geraram-se grandes intelectuais (d). A Cultura é um domínio dos sentidos, sendo medianamente pacífico e sabido que o exacerbado Positivismo do republicanismo, que (em coerente teoria) refuta tudo isso, não é, portanto, o melhor caminho. É pois de convir que, tomando os exemplos internacionalmente aqui trazidos e comparados, de facto, o melhor regime para desenvolver a Cultura em Portugal é indubitavelmente o monárquico.«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)
«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)
Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)
Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)
«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)
«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)
«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)
«Pergunta: Queres ser rei?
Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)
Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)
«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)
«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)
«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)
