Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

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sexta-feira, 16 de outubro de 2015

No futuro

«No longo prazo, questões sociais e ambientais serão também financeiras.»

Lars Sørensen, CEO da dinamarquesa Novo Nordisk e número 1 no ranking, anualmente elaborado pela Harvard Business Review, que lista os CEOs com melhor performance no mundo inteiro.

In VER

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sexta-feira, 17 de outubro de 2014

O tom certo!

Confesso que ao ver a Selecção Portuguesa de Futebol jogar com as cores fundacionais de Portugal, i.e. com as cores verdadeiramente reais do nosso País, é uma alegria redobrada.

No tom certo, o resultado só podia dar vitória.

Com o azul e o branco fico sempre com aquela ideia que podemos estar em território adversário, em minoria, e com enormes dificuldades…mas que saímos sempre vencedores.

Foto - Obtida no facebook (Lopo M. Albuquerque)

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sexta-feira, 6 de junho de 2014

Christian X da Dinamarca


«Na semana dos 70 anos do Dia D, é sempre bom lembrar o exemplo dos que resistiram e disseram "não". O rei Christian X da Dinamarca, com o seu país ocupado pelos Nazis, afirmou-se como rei de todos os dinamarqueses dizendo que "não havia questão judaica" no seu país, incentivou a resistência e uniu o seu povo na ajuda aos judeus dinamarqueses, fazendo com que destes apenas desaparecessem menos de 1%.
Tem hoje uma árvore com o seu nome no "Jardim dos Justos" em Jerusalém e personifica a força da unidade de um Rei e de um Povo na defesa do Bem.»

Fonte -  Causa Real

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quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Felicidade!

Felicidade: Como não podia deixar de ser…as Monarquias dominam! Dinamarca 1.ª

Infelicidade: Como não podia deixar de ser…as repúblicas dominam. Portugal em 85.º, repito 85.º!

"No topo do 'ranking' estão Dinamarca, Noruega, Suíça, Holanda e Suécia. Os mais infelizes dos 156 países em estudo situam-se em África: Ruanda, Burundi, República Centro-Africana, Benin e Togo."

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sexta-feira, 27 de abril de 2012

Um rei na consciência

Assiste-se na Dinamarca a uma ruptura curiosa. A banca deles eleva-se às agências que nos arruínam e, em vez de se inclinarem reverentemente perante elas, ou seja as agências de rating, fazem-lhes frente. Esta é postura de uma Nação independente. Melhor…foi a sua Banca que a tomou.

Ninguém, mas mesmo ninguém, conseguirá me convencer que esta decisão (similar à Inglaterra em relação ao Euro, etc) não está alicerçada num composto geracional formado em Monarquia, numa consciência colectiva baseada no patriotismo, na independência e na neutralidade que traduz o colectivo interno, repercutindo-se de forma benéfica nas instituições…por mais indecifráveis que possam ser os sinais para alguns.

Para mim não é curioso ter sido no Reino da Dinamarca a acontecer isto. O cidadão dinamarquês, grosso modo, decide. É um resultado geracional, algo que o regime incute beneficamente no consciente colectivo daquele e noutros países em Monarquia.

O Rei é o símbolo vivo da Nação, o responsável, através da sua família, pela fundação de determinado país. Há uma responsabilidade maior, pois o monarca é responsável pelo passado deixado pelos seus antepassados, pelo presente dele e pelo que deixa para o futuro dos seus herdeiros. Há uma cadeia responsabilizadora muito maior. Não entra e sai, ficando os problemas para o próximo…

O Rei é o exemplo vivo de um determinado país para cada um dos seus concidadãos. Ele é a referência! Em Monarquia cada cidadão deve ter, em consciência, um “rei” enquanto maior potenciador do estado de bonus pater (ou mater) familiae. Com um “rei” em cada consciência individual, as coisas comprovadamente correm melhor.

Por cá deixamos de ter Rei. Por cá deixamos, infeliz e perdidamente, de ter um “rei” na consciência individual. Por cá, em república, temos sim um “rei” mas na barriga…e ainda nos admiramos de estarmos como estamos?! A mim não me admira.
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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

O Jubileu Dinamarquês

Isto sim...é um(a) Chefe de Estado!
O pormenor que sinceramente mais me agrada: o cabelo da Rainha da Dinamarca! Diz tudo sobre o carácter de uma pessoa!
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quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

É por estas e por outras que tenho mais é que defender uma Monarquia Constitucional!

(Helle Thorning-Schmidt, Primeira-ministra do Reino da Dinamarca)
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quinta-feira, 10 de novembro de 2011

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

'Presidencialites'

«Os debates presidenciais em nada têm contribuído para empolgar Portugal»
Pedro Santana Lopes (Sol)

«Os debates televisivos entre os vários candidatos presidenciais estão a ser o ‘flop’ do ano»
Manuel Falcão (Jornal de Negócios)

República: vale a pena continuar? Este cenário amorfo, desprovido de entusiasmo vale a pena a Portugal e aos portugueses? Quantos mais anos vamos ter de aguentar este penoso e desinteressante caminho chamado república? Quanto tempo falta para os portugueses se pronunciarem sobre este regime e, com a monarquia de volta, voltarem a ter alegria? Segundo dados de 2010 o País mais optimista é a Dinamarca…
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quinta-feira, 24 de setembro de 2009

O Presidencialismo Americano e o Semi-Presidencialismo Português

Os Estados Unidos da América (EUA), constituídos ex novo, aquando da sua independência do Império Britânico, criaram o seu próprio modelo constitucional, republicano e presidencialista, com base maçónica e jacobina, é verdade (veja-se, por exemplo, o verso da nota de um dollar, quem foi Jorge Washington e outros…)  não menos “dinástico” dado o relevo de algumas “casas” como as dos Clinton, dos Bush, dos Kennedy, etc, que não tardarão estar, dentro de alguns anos, novamente no “trono”. É talvez a este propósito que o politólogo e sociólogo francês Maurice Duverger de esquerda refere que os EUA é última monarquia que subsistia, enquanto sistema presidencialista puro, por se equiparar e ser seu sucedâneo do sistema monárquico tradicional. De salientar que, desde há muito, Portugal, em Monarquia, havia evoluído de um sistema tradicional para um liberal. Apesar de tudo isto, temos de admitir, que dadas as circunstâncias históricas, a época e a geografia onde se inserem os EUA, o seu modelo de Estado apresenta alguma coerência.

Em Portugal é algo completa e absolutamente distinto. Em 1910, e com quase 800 anos de história, nós vivíamos num modelo de Estado dual (Rei e Governo), em que o Rei era O garante neutro da Democracia. Vivendo, pois, já naquela altura, em democracia, a nossa Monarquia foi, por intermédio de crimes e actos terroristas, operados em Lisboa por uma minoria, e contra a vontade expressa dos cidadãos, deposta e instaurada uma república (a 1.ª) maçónica, jacobina, desconjuntada e ilegal. Hoje a III república, embora distinta da primeira, é sua herdeira. Ora, a realidade é que as três repúblicas tentaram sempre ajustar/adaptar o modelo dualista, que tão bem funciona em Monarquia, aos seus parâmetros que, em génese, são completamente diferentes. Deram-lhe a designação de Semi-Presidencialismo (não fosse tudo hoje em Portugal “Semi”, é a dita cultura da falta de assunção de responsabilidades). Além disso, existe a vincada agravante de este modelo, dados os seus indissociáveis compósitos político-partidários, não assegurar aos cidadãos uma indesmentível neutralidade como aquela que um Rei garante.

É pois por causa deste modelo constitucional, (in)adaptado da Monarquia portuguesa, que o sistema republicano actual não funciona, nem nunca irá funcionar de forma optimizada, como era antes de 05/10/1910. Foi uma tentativa gorada de impor um modelo que na Europa já se demonstrou não funcionar tão bem, comparativamente às muitas monarquias existentes. Ideológica e filosoficamente até podia ser interessante, à semelhança de um Comunismo. Contudo, este caiu e as repúblicas, mais tarde ou mais cedo, também terão o mesmo destino.

Em conclusão do que foi aqui dito, resulta claro que os países europeus que conservaram o seu molde constitucional monárquico (dual), especial destaque para o Reino Unido, enquanto uma das mais antigas democracias do mundo, (já não falando do Reino da Noruega, da Dinamarca, da Suécia, da Bélgica, etc), evoluíram muito mais e melhor que, infelizmente, Portugal. Daí que quanto mais estudamos o regime monárquico tal como já tivemos (enquanto um dos Estados mais antigos da Europa) e como poderíamos vir a ter havendo o referendo, é com enorme tristeza e (quase) vergonha que nos sentimos aquando das breves deslocações a países europeus que, felizardos, possuem monarquias, agregando direita e esquerda, aliás, conforme os nossos emigrantes bem sabem…
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)