Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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sábado, 15 de março de 2014

+ imaginação colectiva

«O problema do sector social pode não residir na ausência de recursos financeiros, mas sim na falta de imaginação colectiva»

Ideia avançada no lançamento do Laboratório de Investimento Social.
Via newsletter da VER

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quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Brinquedos

Hoje existem diversos brinquedos acessíveis às crianças.

São fantásticos e têm uma panóplia de cores e funções.

Todavia, o melhor brinquedo de todos é a imaginação.

Apesar do privilégio de ter podido contar com inúmeros brinquedos na minha infância,

nenhum se igualava à garrafa atada por um cordel, com que brincava no lago do jardim com o meu avô.

Era magnífico e esplêndido aquele Barco.

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quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Fairy tales

Em república prevalece a nua e crua lógica positivista? Talvez.

Em monarquia, em contraste, prevalece uma certa lógica idílica? Talvez.

Talvez também por isso, sejamos uma miséria cultural perante uma Espanha, Inglaterra, Suécia, Japão e outras. Uma positiva castração, que passa suave e habilmente sem muitos perceberem.

É a nua e crua lógica que infecunda a idílica criatividade. Somos remetidos para uma depressiva e amorfa cultura sem sentido positivo generalizado.

Gosto de “fairy tailes”, ajudam-me a imaginar…na realidade.
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)