Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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sábado, 23 de maio de 2015

Pilotos e pilotos

Independentemente de sindicatos, qual é a legitimidade que os pilotos da TAP têm paralelamente aos pilotos do passado da Companhia que tanto contribuíram, com esmero, para construir o prestígio da transportadora, prestigio esse que, de facto, existia?

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domingo, 3 de maio de 2015

Desresponsabilização

Vivo numa república em que um sindicato assume, publicamente, que a sua acção vai causar prejuízos directos na ordem dos 30 milhões de euros (embora a TAP fale em 70) e nada acontece...

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Realidades

No Japão existiam os pilotos kamikaze.

Em Portugal existem os pilotos da TAP.

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TAP…é só uma questão de 20%...

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TAP

Os meus pilotos favoritos na transportadora... ... ...são os automáticos.

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Credibilidade de alguns

Não havendo desconvocação, a única forma dos pilotos da TAP se credibilizarem perante a generalidade da opinião pública é demonstrando uma inequívoca e massiva não adesão à greve e, assim, distanciarem-se do(s) Sindicato(s).

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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)