Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

sábado, 30 de agosto de 2025

Apoio do FMI pela Europa dita evoluída...

Disto fala-se pouco.
A Europa em risco de colapsar e submergida num futuro incerto, governada por políticos fracos. Atada em burocracia e lóbis distantes da realidade comum.
Em Portugal basta juntar à equação a especulação imobiliária, a sobrevalorização dos preços dos imóveis, a bolha que já está a aumentar, prejudicial aos portugueses, sobretudo aos mais jovens.
Fontes
- Como no Reino Unido, ‘fantasma’ da intervenção do FMI instala-se em França


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domingo, 17 de agosto de 2025

George Forman

George Foreman e Novak Djokovic, atletas ímpares, desportista raros e membros de uma elite restritíssima, curiosamente, falaram ambos de não haver o impossível. Ambos, e poder-se-á dizer sem grande imprecisão, poderão ter atingido mesmo o impossível. Até data, pelo menos, podemos dizer assim.
Por detrás da força que os movia, há um claro e mui específico elemento agluitinador nos dois.
Um bombom para quem acertar primeiro (não vale "Googlar").

Imagens - George Foreman a desferir o golpe final sobre Michael Moorer, a 5 de novembro de 1994, tornando-se, pela segunda vez, campeão do mundo de pesos pesados, com 45 anos, o que foi obtido por um atleta da modalidade com mais idade de sempre, após ter estado 20 anos afastado dos ringues.



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O (verdadeiro) Presidente Rei, não o Sidónio

Sou monárquico sempre e para sempre.

Abomino apenas um alegado rei português: "D. Pedro IV". Por outro lado, não gostei/gosto de quase todos os Presidentes da República desde 1910. A excepção, como sempre disse, é este senhor porquanto, precisamente, atuou sempre próximo do verdadeiro perfil que se espera e só está ao alcance de um Rei.

Mantenho viva a esperança de ainda ver um Rei no Trono de Portugal e dos Algarves. Caso não seja possível, posso afirmar, com satisfação, que fui contemporâneo do Sr. General António Ramalho Eanes, o único homem a quem reconheço total respeito pela forma como exerceu a mais alta esfera pública representiva em Portugal.

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Xi Jinping is growing more elusive'

Num país que faz tábua rasa dos direitos laborais e é desburocratizado por essência do próprio regime, i.e., por um lado, são "comunistas/socialistas" (para enganar e ter como refém o povo chinês) para o que lhes convém e, por outro, são ultra capitalistas (não vou usar o termo liberais porque isso não o são) para comandar a economia. Como lidar com um ente híbrido destes? Alguma coisa o Ocidente vai ter de fazer.

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sábado, 16 de agosto de 2025

A verdade

Apenas uma nota adicional: muito antes da escravatura negra em África por brancos, o Império Romano, ou seja, o que seriam hoje italianos, escravizaram a Germânia, i.e. hoje os alemães...louros de olho azul. Com a componente da História interpretada ao seu devido tempo tudo seria mais transparente, correto e justo.

Não profiram alarvidades com falta de conhecimento e, sobretudo, tenham muita atenção às mentiras do movimento woke.

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sexta-feira, 15 de agosto de 2025

Um Truman será muito diferente de um Hitler?

Será um Harry S. Truman, que determinou isto, muito diferente de um Adolf Hitler?

«De repente, uma luz rosa-esbranquiçada e ofuscante surgiu no céu, acompanhada por um tremor anormal, seguido quase imediatamente por uma onda de calor sufocante e um vento que varreu tudo no seu caminho», relatou o médico suíço Marcel Junod. «Em poucos segundos, milhares de pessoas nas ruas e nos jardins do centro da cidade foram queimadas por uma onda de calor escaldante. Muitas morreram instantaneamente, outras ficaram a contorcer-se no chão, gritando em agonia por causa da dor intolerável das queimaduras. Tudo o que estava em pé no caminho da explosão – muros, casas, fábricas e outros edifícios – foi deitado por terra e os destroços rodopiavam num redemoinho. Elétricos foram lançados no ar e dançavam de um lado para outro como se não tivessem peso nem solidez. Comboios foram atirados para fora dos carris como se fossem brinquedos. Cavalos, cães e gado sofreram o mesmo destino que os seres humanos. Todos os seres vivos ficaram petrificados numa atitude de sofrimento indescritível».

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Nagasaki

Os Nazis (nacional socialismo) foram uns monstros.

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domingo, 10 de agosto de 2025

Sindicatos

Aqui é a parte, não de esquerda, que gosto na IL. Os sindicatos também precisam ser revistos e, sobretudo, carecem de tutela. Num regime que se diz democrático existirem organismos sem tutela independente, não é correto. É arbitrário. É poder a mais. No nosso País já existiu essa tutela, como, aliás, existe noutros. Mas hoje não.

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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)