Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

O poder de regeneração e antecipação

O raciocínio de que presentemente a Monarquia não resolveria os nossos problemas (com o qual discordo numa óptica de médio e longo prazo), é proporcionalmente directo àquele que os problemas não teriam chegado ao ponto a que chegaram se ela não tivesse sido abruptamente substituída pelo regime republicano.

Hoje somos inexpressivos na Europa e no mundo. Em Monarquia não era assim. Hoje perdemos tudo por falta de acautelamento e de sensibilidade. Em Monarquia, e apesar dos sequentes turbilhões (Invasão Francesa, Brasil, Guerra Civil Portuguesa, investimento público de modernização do País, etc), a Monarquia Constitucional sabia e imediatamente se preparou para abordar África e, certamente, hoje um descendente de D. Carlos seria chefe de Estado de países como Angola, Moçambique, Cabo Verde, etc, conforme acontece ainda hoje com a sua antiga aliada Inglaterra. 

O que sei é que com D. Duarte III, Açores e Madeira no contexto continental subiriam ao estatuto de Reino Unido à semelhança da relação Escócia – Inglaterra = Grã-Bretanha.
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