Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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sábado, 21 de junho de 2025

Supraconsciência (vulgo Espírito [ou Alma])

O Filho do Homem quando veio à Terra para nos salvar, informar e indicar O (verdadeiro) Caminho, obviamente, não entrou em detalhes técnicos, embora o seu infinito conhecimento o permitisse, tais como "supraconsciência", "ego", "metafísica", e outros, para explicar aos seus apóstolos, maioritariamente pescadores, bem como aos seus inúmeros crentes, quanto à realidade inquestionável da existência de vida para além da morte. Poder-se-á dizer que sintetizou no conceito claro e mais compreensível de: espírito (ou alma como veio reforçar a Igreja usando a terminologia da filosofia grega).

Em pleno século XXI, o Doutor Manuel Sans Segarra, médico e cirurgião especializado em cirurgia geral e digestiva, com um foco em cirurgia oncológica, que trabalhou durante grande parte da carreira no Hospital Universitari de Bellvitge, dedica-se de forma absoluta e rigorosa ao seu compromisso com o método científico. Contudo, a dado momento do seu percurso profissional, viu-se confrontado com um paciente que voltou à vida (terrena) após uma fase de morte clínica. Isso mudou o rumo do seu 'main goal' técnico-científico. A partir daí, e ao longo de anos de investigação, reunindo evidências claras e comprovadas, tendo produzido obra científica publicada, bem como contabilizando inúmeras conferências proferidas por todo o mundo em locais de prestígio, acabaria por confirmar aquilo que há muito o Deus Vivo entre os homens havia transmitido há 2.000 anos: há vida para além da morte.

Há entidades de luz, mas também, e essa é parte que nos leva a refletir, em contraponto, histórias e registos como o do Caetano Veloso (ler artigo na íntegra). O músico deveria meditar seriamente sobre a aquilo que experimentou e sobre o que tem sido a sua vida, pois o que ele experimentou não foi algo que se deseje de todo, diria mesmo o que mais há a evitar, mesmo além da doença e da dor em vida e até da própria morte (de consciência tranquila). O sucedido com o brasileiro nada acrescenta de novo àquilo que o Excelso Filho de Deus nos disse existir e que, a Sua Santa Mãe, a Rainha de Portugal de facto (e do Mundo) mostrou a três miúdos lá para os lados da Cova da Iria.

Post Scriptum - Complementarmente ver aqui a entrevista dada pelo ex Ministro e atual Presidente da FLAD Morais Sarmento.

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terça-feira, 10 de junho de 2025

Do alegado racismo estrutural português...

Para quem vem falar de racismo em Portugal, tem muita História para ler e não se bastar pela mediocridade dos anacronismos que visam denegrir o nosso passado. Não fomos perfeitos, mas no contexto histórico-comparativo fomos dos melhores e, no geral, podemos ter mesmo orgulho naquilo que fomos e muito menos naquilo que somos hoje.

A imagem revela como eram as escolas portuguesas no tempo colonial. Isto não era Africa do Sul, era Portugal. Uma política implementada desde das escolas primárias.

Todos portugueses, independentemente da tonalidade da pele, mas todos puros na alma nacional e patriótica. Essa era a pureza, não a racial.


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500 anos de contraponto ao racismo dos outros

Eis o alegado racismo estrutural que, as esquerdas liberais, tanto querem introduzir à força...e sim é o Dr. Oliveira Salazar aquele que muitos ignorantes ou incultos chamam de fascista, quando foi ele que recusou, histórica e precisamente, a entrada dessa corrente ideológica italiana em Portugal, não permitindo que fosse plasmada na Constituição de 1933.

O que vale é que os "iluminados" que elaboraram a Constituição de 1976, não pondo impedimento algum ao comunismo estalinista, mas colocando à dita corrente ideológica estrangeira o que, curiosamente, permitiram foi que, se alguém assim entender, a volta do Corporativismo é objetivamente possível.

De salientar que o Corporativismo era um modelo brilhante de controlar o capitalismo liberal desenfreado, da exploração do homem pelo homem, apostando numa fórmula unicamente concebida pelo Professor Catedrático em Direito e Finanças de Coimbra que permitia uma economia crescente, assente na interajuda das pessoas e das instituições portuguesas em prol da produção equilibrada dos nossos produtos, pela nossa industria, ou seja, assente na lógica de cooperativa.

Ainda hoje subsiste o Código das Cooperativas.


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domingo, 1 de junho de 2025

Contradições convenientes...

Diz o homem que dias antes do Gigante cair dizia, como PR, que "o BES está sólido" e que operou duas revisões constitucionais, sendo uma delas, a de 1989, a de maior magnitude até hoje registada. Nem por isso veio mal ao mundo na altura, antes pelo contrário veio algum progresso. Quem é Cavaco para vir falar e impedir que Portugal se desprenda das suas amarras?

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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)