Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

sábado, 25 de abril de 2026

Novamente os cravos...

Por atos de partes como este é que defendo um sistema monárquico, tal como é uma realidade até hoje num importante grupo dos países mais desenvolvidos do mundo. Um Rei nunca faria isto. Bem estiveram, neste específico âmbito, os dois anteriores Presidentes, porque o cravo vermelho não foi sinónimo de alegria para todos. Muitos milhares de portugueses perderam tudo o que possuiam a partir desse dia e viram as suas vidas arruinadas. O caso dos "retornados" é um dos muitos exemplos.

Não compete ao Chefe de Estado simbolizar um dia que colocou portugueses contra portugueses, muito menos instigar isso usando um cravo vermelho na lapela.

O dia da liberdade não pode colocar portugueses contra portugueses, deve ser o inverso. O verdadeiro dia da liberdade será sempre para mim o dia 1 de Dezembro de 1640 e o da Independência o dia 5 de outubro de 1143. Datas que unem.


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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)