Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

quarta-feira, 1 de maio de 2019

Naruhito ascendeu ao Trono do Crisântemo, como o 126.º Imperador do Japão

Podia, mas não quis.


Eis a prova do sentido máximo de desapego ao lugar, colocando, acima de tudo, o superior interesse do seu povo por intermédio de um interveniente que esteja mais apto e já preparado para servir o Japão, in casu, um serviço bi milenar. A abdicação levou 10 minutos

2679 anos de Monarquia Imperial, num dos países mais desenvolvidos do mundo, e uma cerimónia, desta importância, leva 5 minutos.Quando comparo com o tempo (desperdiçado) que levam eventos como: os discursos sobre a tomada de posse do PR, todos os anos sobre a implantação da república, etc...está tudo dito sobre onde reside o progresso e a simplificação.

Foto do Ex-Imperador Akihito

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Miguelistas e Liberais - Guerra Civil Portuguesa | A Minha posição

Presentemente, e infelizmente, esta matéria ainda continua a ser muito dilacerante no meio monárquico.

Porém, e ao contrário de qualquer lógica de composição textual, começarei esta exposição e esclarecimento de posição pelo fim, ou seja, pela pessoa de SAR o Sr. D. Duarte Pio, Duque de Bragança e atual Chefe da Sereníssima Casa Real Portuguesa. Este assunto - Miguelistas vs Liberais - é hoje um não assunto, porquanto o Sr. D. Duarte Pio, literalmente, personifica, unifica e representa os dois ramos outrora desavindos, uma vez ser bisneto de El-Rei D. Miguel I por parte paterna e descendente, por parte materna, do ramo liberal de D. Pedro, enquanto filho de Maria Francisca de Orléans e Bragança, bisneta de D. Pedro II, último Imperador do Brasil (filho de D. Pedro de Portugal), e neta da última princesa imperial do Brasil, D. Isabel de Bragança e do príncipe imperial consorte, Gastão de Orléans, Conde d'Eu. Acresce referir que o Sr. D. Duarte Pio é ainda afilhado de batismo de SMF a Rainha D. Amélia e de SS o Papa Pio XII.

D. Miguel I, pela Graça de Deus, Rei de Portugal e dos Algarves, d'Aquém e d'Além-Mar em África, Senhor da Guiné e da Conquista, Navegação e Comércio da Etiópia, Arábia, Pérsia e Índia, etc, reinou Portugal entre 1828 e 1834, e na minha perspetiva jurídica é absolutamente transparente e claro que era ele, de facto e de direito, aquele que deveria ser Rei de Portugal e, sobretudo, os seus descendentes. De ideais católicos e tradicionalistas, os quais defendia com frontalidade, tornava-o pouco apreciado entre a burguesia, mais aberta à influência do ideário liberal, mas gozava de grande popularidade entre o povo, povo que o aclamaria vezes diversas por espontânea iniciativa. Curiosamente, a 25 de abril as Cortes de Lisboa proclamavam D. Miguel Rei absoluto e este convoca a reunião dos antigos três estados do Reino por Decreto de 6 de maio, os quais, em 23 de junho, o confirmam como Rei legítimo de Portugal.

Precisamente, por esse elo muito forte, entre o povo português e D. Miguel, cujo significado nominativo é "Quem é com Deus", que além de o cognome atribuído pelos seus seguidores – “O Tradicionalista”, sempre defendi que deveria ser ele o verdadeiro cognominado “O Popular” e não, tempos depois, o seu sobrinho neto D. Luís I.

Muita propaganda liberal conseguiu, curiosamente até hoje, transmitir a ideia, sobre D. Miguel, que este seria um Rei que traria pouco desenvolvimento a Portugal, por ser conservador e tradicionalista em demasia. Discordo. El-Rei D. Miguel I, contava também com muitos seguidores que, apesar de serem conservadores, eram abertos à cultura e às suas novas tendências, como por exemplo, e sem descurar do poderoso Ducado de Cadaval, Manuel Freitas do Amaral, um homem muito culto, visionário, moderno e refinado, responsável por um legado familiar multissecular que havia estado nos momentos cruciais da defesa do Reino de Portugal.

Além disso, D. Miguel I de Portugal tinha na Prússia (de Frederico Guilherme III) uma aliada, embora não muito assumida à data, podendo revelar-se uma pareceria de futuro que acabou por não se concretizar. A única certeza que temos é que o caminho seguido por Portugal, após o seu exílio, não acabou bem…acabou em república e perdemos, em especial, o prestígio que outrora tivemos, bastando verificar nos dias de hoje a prova. D. Miguel I era igualmente próximo ao Império Austro-húngaro, este sim o seu mais assumido aliado. Ou seja, nestes (novos e citados) aliados, Portugal teria aqueles a seu lado que, à data, eram os mais avançados cultural, tecnológica e filosoficamente. Nomes como Kant, Hegel, Bach, etc, provinham daquelas nações enunciadas…

Não querendo ser injusto com alguns liberais, mas contrariamente ao ramo pedrista, julgo que aqueles que eram leais a D. Miguel I, presentemente representados pelos seus descendentes, ainda hoje lhe continuam leais.

Por outro lado, existem monárquicos liberais…obviamente. Mas muita da ex-mancha liberal está, presentemente, convertida à república. Quero frisar, pois, salvo outra opinião, que a lealdade não foi tão sólida de um lado, como foi do outro. Isso parece-me inequívoco e importante referir.

É neste contexto, o da lealdade, que julgo oportuno referir o nome do Capitão Manuel Francisco de Resendes, que no Faial da Terra, tinha sido Tenente “(...) de milícias e comandante do forte daquele lugar (...)”, “(...) era a figura principal e o mais expressivo símbolo da fidelidade ao Rei D. Miguel” e de quem descendo. Maiores detalhes sobre as pessoas de Manuel Francisco de Resendes, José de Medeiros Resendes e, ainda, o Pe. António Francisco Resendes, reservo-me a remeter ao texto infra, extraído de livro que consta na nossa família, apenas salientando este trecho: “Foi ainda naqueles tumultuosos primeiros dias de Agosto de 1831 que se registou no Faial da Terra um lamentável incidente, provocado por soldados liberais, que maltrataram o antigo comandante da praça forte, o qual, sem haver praticado outro crime que não fosse o de afirmar o seu respeito por D. Miguel (...)”.
Chegados a este ponto, e em 1834, a verdade é que D. Miguel I, sob efetiva ameaça de uma Quádrupla Aliança, composta por quatro fortes Estados europeus (Reino Unido, França, Espanha e Portugal por via dos Liberais portugueses), em cujo avanço para uma continuada guerra traria a indesejada morte de muitos portugueses, desistiu daquilo que lhe era legítimo e foi forçado a abdicar em favor de sua sobrinha D. Maria II, através da Convenção de Évora Monte, assinada a 26 de maio do aludido ano.

Sem prejuízo do até agora escrito, contudo, e sendo acima de tudo monárquico, um pouco à semelhança do nosso herói Henrique Paiva Couceiro que colocava a Monarquia antes do próprio Rei, a verdade é que se iniciou uma nova Casa com D. Maria II e seu marido D. Fernando II de Saxe-Coburgo-Gotha.

Ora, da mesma forma que procurei supra ser o mais honesto e sem rodeios na minha posição acerca de D. Miguel I, de igual modo, e independentemente das variadíssimas e respeitáveis interpretações que possam existir sobre a transmissão do poder de “O Tradicionalista” para D. Maria II, e seus descendentes, em igual verdade devo firmar que os restantes Reis que tivemos até à implantação anti democrática, terrorista e pela força das armas da I república, em que tivemos uma mudança de paradigma, do monárquico para o republicano, reconheço a todos esses monarcas igual respeitabilidade e reconhecimento pelo que fizeram por Portugal e pelas Regiões Autónomas dos Açores e Madeira, em particular destacando El-Rei D. Carlos I e, sobretudo, como o meu potencial Rei predileto, D. Pedro V, “O Muito Amado”, homem que todos os dias me serve de referência para a minha vida quotidiana, de quem guardo na minha sala uma fotografia de porte considerável para nunca me esquecer do seu exemplo, em especial do seu humanismo, um homem ímpar que amava profundamente os portugueses. Julgo, inclusive, que, paradoxalmente, sendo de ramos diferentes, e sendo homens bastante diferentes nas suas formas de agir e pensar, D. Pedro V e D. Miguel I, têm ambos uma ambiência santificante em torno deles.

Culminando, afigura-se-me, presentemente, pacífico e ultrapassada toda essa questão que moveu liberais contra legitimistas, mesmo porque a própria pessoa do Sr. D. Duarte Pio de Bragança, herdeiro legitimíssimo de D. Afonso Henriques, não nasce por mero acaso. Por um lado creio, inequivocamente, na existência do ‘Pacto de Dover’, entre SMF El-Rei D. Manuel II (Rei de iure e facto à data) e D. Duarte II, pai do atual Duque de Bragança; Por outro lado a forte convicção da intervenção de uma mulher fulcral, SMF a Rainha D. Amélia

que, muito certamente, preferiu ver um familiar seu a suceder ao filho (nunca descurando que o ramo liberal foi mui digno, por ato de El-Rei D. Luís I, em colocar a bandeira do Reino de Portugal a meia haste aquando do falecimento do seu tio avô, D. Miguel I, no exílio), do que a pretendente Maria Pia de Saxe-Coburgo-Gotha, alegada filha ilegítima de El-Rei D. Carlos.

Em suma, e à parte de posições que possamos ter em relação a este assunto, e como diz o nosso nobre povo “águas passadas não movem moinhos”, há que nos juntarmos todos e procurando analisar o ‘modus operandi’ das atuais monarquias vigentes, a essência das mesmas e, sobretudo, juntando o nosso glorioso passado de feitos enquanto fomos Reino, desenvolver meios de restaurar a Monarquia pela democracia, como modelo aperfeiçoado, contraposto a todos os defeitos que a república "resplandecentemente" nos revela todos os dias, e formando uma nova e moderna Monarquia portuguesa sem estarmos a copiar os modelos monárquicos A, B ou C, procurando, designadamente, mais e melhor Justiça, melhor Ambiente, melhor Saúde, melhor Educação e, sobretudo, maior União entre os portugueses.

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Empresa Maior

Uma Família Real também traduz um fenómeno, de certo modo, empresarial, empresarial no sentido em que a família é empresa primeira. Nesse contexto, a Monarquia estimula a união da coletividade.

Em contraste, a república, por via de UM Presidente eleito, singularmente, motiva o individualismo e a desunião...a parcialidade.

Talvez por isso sejamos piores, comparativamente, àquilo que fomos outrora e as monarquias do presente são, em regra, dos países mais desenvolvidos do mundo.

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Em tertúlia

Sempre guardei como enorme exemplo a forma como o João Gomes de Almeida se apresentou, em 2012, como monárquico nesta tertúlia.

Sensibiliza-me sempre ver este seu ato e que existem pessoas que preconizam a Monarquia como um regime alternativo ao ora existente, de uma forma sincera, clara, simples e objetiva.

Se queremos um Portugal em Monarquia, apenas pode ser pela forma, repito, como o João se apresentou, ou seja, para de um modo geral estar todo o país englobado (ou pelo menos a sua maioria) nesse sentido.

Para chegarmos a um modo de progresso como está demonstrado na maioria das monarquias existentes, apenas pode ser sendo por quem somos e como somos, sem qualquer preconceito ou receio, mas olhando para o passado com orgulho para encararmos o futuro mais confiantes.

Grato João pela tua lição.

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Bondade

Há quem defenda que a “verdadeira bondade de um homem é melhor reconhecida por um animal, quando ele assim o manifesta por intermédio de uma postura afectuosa”.

Autor desconhecido.


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Monárquicos | Opositores ao Estado Novo


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“Se tiverem de escolher entre a família e o trabalho, as empresas escolhem o trabalho”

«A frase é de Miguel Pina e Cunha, responsável pelo estudo “Desafios à Conciliação Família-Trabalho”, apresentado (...) e produzido pela Nova SBE, a pedido da CIP e em parceria com a ACEGE. E, se em termos de negócio, esta escolha até poderia fazer sentido, a verdade é que não faz. No evento de apresentação do estudo, e no qual estiveram presentes algumas organizações certificadas com o selo efr (empresas familiarmente responsáveis), ficaram provadas pelo menos duas realidades: a de que é salutar, para empresas e trabalhadores, existirem políticas que conciliem ambas as dimensões e o facto de ser urgente mudar as mentalidades, não só dos empregadores, como dos próprios trabalhadores na medida em que, e como referiu a secretária de Estado Rosa Monteiro, “existe ainda uma grande iliteracia em termos de direitos” (...). Complementar a este equilíbrio que todos desejamos, é também a nova “aposta” na avaliação da felicidade em vários domínios da vida, enquanto indicador do bem-estar e desenvolvimento das populações, como também se pode ler em um dos vários estudos publicados sobre o assunto.»

in VER.

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Circum-navegação

Ainda hoje, pelo que se vê, devemos temer os espanhóis …mesmos em assuntos que não têm razão.
Qualquer académico de qualidade média sabe que estes pressupostos, alegados em Espanha, são errados…e ainda assim insistem.


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Dito por um dos últimos grandes pensadores/filósofos portugueses


Prof. Agostinho da Silva

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Supermercados

"Países ricos não abrem supermercados ao domingo."

D. Manuel Linda, Bispo do Porto.

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Monarquias nórdicas: melhores nisto e em muitas outras coisas

“A esquerda portuguesa sempre quis acabar com os ricos, a esquerda escandinava queria acabar com os pobres.”

Ferraz da Costa, presidente do Forum para a Competitividade, em entrevista ao jornal “i”

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Tecnologia

"Temos de ter uma palavra a dizer sobre o desenvolvimento da tecnologia e não nos limitarmos a ser meros utilizadores passivos da mesma."

Kartik Hosanagar, in VER.

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Igualdade

"A igualdade pode, possivelmente, ser um direito, mas nenhum poder na Terra pode torná-la um facto."

Honoré Balzac (1799-1850), em 'A Duquesa de Langeais' (1834).

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O intímo da humanidade

“Precisamos de recuperar o contacto íntimo com a nossa humanidade e com os fios que a cosem.”

Pe. José Frazão Correia, in VER.

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Dor

"Todos podemos controlar a dor excepto aquele que a sente."

William Shakespeare

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Realização pessoal

“O sucesso sem a realização pessoal é o maior dos fracassos.”

Tony Robbins

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Tornar possível

“No que respeita ao futuro, a tarefa não é prevê-lo, mas torná-lo possível.”

Antoine de Saint-Exupéry

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Liderança

“Um líder é admirado, um chefe é temido.”

Vicente del Bosque

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Confiança

“Mais do que os interesses mútuos, é a confiança mútua que mantém as sociedades unidas.”

H. L. Mencken

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Night life

“I have Social Disease. I have to go out every night. If I stay home one night I start spreading rumours to my dogs.” 

Andy Warhol

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Visionário

Juan Carlos, O Rei Político, acabou por ser o primeiro a dar o mote, com a coragem, a verdadeira e plena liberdade e, ainda, o desprendimento que só um rei pode ter (…pois não é presidenciável…), contra aquilo que o ‘Chavismo’ acabaria por (de)terminar.

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Visionária


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Oxford Union


Muitas são as áreas que são explanadas no 'Oxford Union', desde da política, à arte e à música.

Justamente no desporto, mais concretamente no ténis, foi Boris Becker o escolhido. Parece-me correta a decisão, não apenas pelo alemão ter adotado Londres como sua casa, mas sobretudo pelo seu valor como desportista.

Volto a frisar que Federer, Sampras ou Djokovic, podem ser os melhores jogadores da modalidade. Ir ao campo vê-los é ver o melhor ténis. Contudo, e de outro prisma, ir ao court ver um Becker, um McEnroe, um Edberg ou um Borg …era ver arte ou algo muito próximo.

Vale ver e ouvir, uma lição verdadeira.

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(a)Mar

«(...) o tempo não passa por mim quando tu estás aqui.
(...)
O tempo deixou de correr quando eu te encontrei.
O tempo não volta para quem se encontrar no mar,
Mar, és o meu mar»

In "Monção", álbum Sexto Sentido, Sétima Legião, 1999.

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Mark Hollis | Talk Talk | In Memoriam


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Keith Flint |The Prodigy | In Memoriam


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SELECTION SOUNDZZZzzz! Part III


Em português


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SELECTION SOUNDZZZzzz! Part II


Em português


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SELECTION SOUNDZZZzzz! Part I



Em português


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quinta-feira, 25 de abril de 2019

5.º País mais corrupto do mundo

Sem descurar do Decreto-Lei n.º 49 401, de 24 de novembro de 1969, que criou a Direção-Geral de Segurança, a qual era, à data, desenquadrada, abusiva e, sobretudo, desnecessária, presentemente, e passados 45 anos sobre o início da III república, criada pelo 25 de abril, fico cada vez mais com a convicção que muitas pessoas têm receio de, categoricamente, afirmar que estão descrentes com o atual regime por estar desgastado e obsoleto face à realidade, tal como outros, por motivos próprios, na vigência do Estado Novo, passados 41 após a sua instituição, tinham.

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domingo, 14 de abril de 2019

Nos detalhes

São nas circunstâncias da vida em que Deus se manifesta com maior esplendor.

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Pobres: conceito

Sempre tive o entendimento, e já escrevi sobre isso, não restrito e literal, que o conceito Bíblico de "pobres" não estaria diretamente relacionado com património ou capacidade financeira, antes sim com a pobreza de espírito, caso contrário não existiriam, se assim puder qualificar, ricos bons e pobres maus e vice-versa...como a realidade nos revela objetivamente.

Não descurar que também foi foco de Cristo nunca se desviar dos ricos, pois para Ele era preocupante o ingresso deles no caminho da Verdade, daí o Seu alerta para a agulha e para a corda-camelo.

Neste âmbito, ainda, a frase que vou citar poderia ter sido proferida, eventualmente, por Cristo, mas é de F. Scott Fitzgerald (1896-1940), em resposta a Ernest Hemingway (1899-1961) em "The Crack-Up" (Crónicas, cartas, diálogos e ensaios), publicado em 1945:

«-Os ricos são diferentes de nós!
-Sim, na verdade têm mais dinheiro!»

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A Entrega

"Pai, em tuas mãos entrego o meu espírito."

Lucas 23:46

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JUSTIÇA (II)

«E um dos malfeitores que estavam pendurados blasfemava Dele, dizendo: Se Tu És o Cristo, salva-Te a Ti mesmo, e a nós.

Respondendo, porém, o outro, repreendia-o, dizendo: Tu nem ainda temes a Deus, estando na mesma condenação? E nós, na verdade, com justiça, porque recebemos o que os nossos feitos mereciam; mas Este nenhum mal fez. E disse a Jesus: Senhor, lembra-Te de mim, quando entrares no Teu Reino.

E disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso.»

Lucas 23:39-43

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JUSTIÇA (I)

Sem descurar do injustíssimo Julgamento de Jesus Cristo, onde Alguém realmente Livre fez a apologia pública do amor ao próximo, algo até então desconhecido, sem temor de ninguém, que apenas praticou o mais puro bem e foi condenado à morte, tendo em seu lugar outro que, com mortes realizadas, fosse libertado - Barrabás - sem que o representante do Imperador e o Rei de Israel  entendessem existir qualquer crime do Messias, certo é que a frase de Heny David Thoreau, ativista americano, na sua obra "A Desobediência Civil" ganha, mutatis mutandis, algum sentido, mesmo que do prisma prático o alcance não seja absolutamente lógico:

«Num Estado que prende alguém injustamente, o verdadeiro lugar para um homem justo é a prisão».

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domingo, 10 de fevereiro de 2019

A Favorita


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Real Associação da Ilha de São Miguel | RAISM


«A Real Associação da Ilha de São Miguel (RAISM) foi estatutariamente formalizada a 26 de Setembro de 2018 e os seus primeiros órgãos sociais eleitos a 7 de Dezembro daquele ano, iniciando funções, para um triénio, a 1 de Janeiro de 2019. É uma Associação de direito civil, dotada de personalidade e capacidade jurídica, sem fins lucrativos, e cujo exercício de cargos nos órgãos associativos não é remunerado. A RAISM é uma estrutura regional integrante da Causa Real, o movimento monárquico de âmbito nacional.

Sua Alteza Real o Sr. Duque de Bragança, Dom Duarte Pio, incumbiu, para representar e coordenar, a Comissão Instaladora relativa à criação da RAISM, a qual se orgulha de, eventualmente, ser a primeira Real Associação de Portugal a ter no seu objecto uma finalidade formalmente ecológica. Essa emergiu na senda do próprio contexto enquadrador e riquíssimo que a Ilha de São Miguel proporciona, bem como procurando transmitir o ideal de preservação do nosso ecossistema, tão caro a Sua Alteza Real o Sr. Dom Duarte de Bragança, mas também a esse ilustre e distinto monárquico que é o Sr. Arquitecto Gonçalo Ribeiro Telles.
Além daquela finalidade, a RAISM tem ainda por objecto a prossecução de acções e projectos de interesse cultural, social, de assistência e de solidariedade que visem a dignificação, a valorização e o desenvolvimento dos seus associados e da comunidade em geral. 

O cumprimento do objeto, conforme previsto, corresponde igualmente a um compromisso de sã divulgação, promoção e defesa da Instituição Real, corporizada na Coroa e na tradição portuguesas.
Esta Associação sem fins lucrativos reconhece que os direitos dinásticos da Coroa Portuguesa pertencem à pessoa de Sua Alteza Real o Sr. Dom Duarte, Duque de Bragança, e a quem legitimamente lhe vier a suceder como Chefe da Casa Real.

A RAISM encontra-se aberta a todos os quantos democraticamente pugnem por uma alteração de paradigma regimental por via referendária, e que almejem a restauração de uma nova e moderna Monarquia, como exemplo de modernidade e progresso para o nosso País e Regiões Autónomas, à semelhança daquilo que acontece nas mais evoluídas civilizações dos nossos dias, muitas delas representadas por monarquias como outrora Portugal foi e nasceu. 

A RAISM encontra-se ainda numa fase muito embrionária, com a gestão dos seus primeiros órgãos sociais em vigência, deparando-se com as habituais dificuldades inicias, tais como escassos meios financeiros, iniciação de múltiplos procedimentos, etc, contudo, tais circunstâncias não constituirão obstáculo para que, gradual e paulatinamente, com organização, possa vir a crescer. 

Terminamos dirigindo a todos o nosso bem-haja, e 

Viva o Rei, Viva Portugal e Viva os Açores!»

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A forma de voltar à Monarquia

Sempre guardei como enorme exemplo a forma como o João Gomes de Almeida se apresentou, em 2012, como monárquico nesta tertúlia.

Sensibiliza-me sempre ver este seu ato e que existem pessoas que preconizam a Monarquia como um regime alternativo ao ora existente, de uma forma sincera, clara, simples e objetiva.

Se queremos um Portugal em Monarquia, apenas pode ser pela forma, repito, como o João se apresentou, ou seja, para de um modo geral estar todo o país englobado (ou pelo menos a sua maioria) nesse sentido.

Para chegarmos a um modo de progresso como está demonstrado na maioria das monarquias existentes, apenas pode ser sendo por quem somos e como somos, sem qualquer preconceito ou receio, mas olhando para o passado com orgulho para encararmos o futuro mais confiantes.

Grato João pela tua lição.

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Intrinsecamente bondoso

Há quem defenda que a “verdadeira bondade de um homem é melhor reconhecida por um animal, quando ele assim o manifesta por intermédio de uma postura afectuosa”.

Autor desconhecido.


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Mesmo sendo seu pai, o Rei primeiro

O Príncipe Real D. Luiz Filippe que jurou proteger e dar a vida pelo seu Rei (e pai), que só não conseguiu porque D. Carlos foi morto à sua frente pelas costas.

Contudo, a sua intervenção imediata, antes de ser também assassinado, foi fulcral para proteger sua mãe e seu irmão futuro Rei D. Manuel II.

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Interessante iniciativa

Fonte - Aqui.

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O Rei não temia o povo

«A França conhece hoje a oitava jornada dos Gilets Jaunes. Os manifestantes pedem pela sétima vez uma audiência ao presidente, ao que este responde com o desprezo do silêncio. Que contraste entre esta arrogância muda de Macron e a atitude de Luís XVI. Na jornada de 5 e 6 de Outubro de 1789, uma marcha de mulheres pedindo pão dirigiu-se a Versalhes e foi recebida com toda a bonomia pelo Rei, ao monarca pedindo que tudo fizesse para que a fome fosse debelada. Luís XVI era então, ainda, o Pai do povo, possuía forças leais consideráveis e podia ter mandado que a Guarda Suiça e a Guarda Nacional impedissem as mulheres de entrar no palácio. Em invés, tratou as peticionárias por filhas, percorreu demoradamente a galeria apertando a mão a cada uma e prometeu que regressaria com elas a Paris. Assim o fez, entrando na cidade no meio de grandes aclamações de Vive le Roi, vive la Nation. O Rei não era o tirano, mas o pai da nação.»


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Os Duques de Norfolk

Sir Thomas More que, além de ilustre académico, foi "Lord Chancellor", nunca traindo o seu Rei - Henrique VIII, acabaria condenado por traição enquanto vítima de um arranjo formal, em julgamento, para calar a verdade da sua consciência, em especial a religiosa, aquela que, em coerência e em fundamento, era o seu "path" para Deus.

Contudo, subjacente àquele injusto caso de Sir Thomas, estava uma fortíssima determinação Real em dar seguimento a um ignóbil assunto de saias que motivou a maior distorção (ou mesmo aberração) de crenças no mundo ocidental, com a criação da "Igreja de Inglaterra", cuja chefia recai sobre o Soberano ou Soberana de Inglaterra.

À parte da incongruência e da incoerência daquele formato gerar, até hoje, um indisfarçável atraso civilizacional, manchando desnecessariamente Inglaterra neste âmbito, porquanto volta a aglomerar o suposto poder civil ao religioso, foi simultaneamente meio gerador de um dos cenários mais sangrentos e duradouros que há memória por motivos religiosos no seio da Europa dita avançada.

É precisamente neste delicadíssimo contexto, que importa, igualmente, dar máxima atenção e consideração ao Ducado de Norfolk, que apesar de ser designado oficialmente "O Primeiro Ducado", dos mais antigos e importantes títulos ingleses (Séc. XIV), com lugar de destaque nas Coroações dos Reis de Inglaterra, à data de Henrique VIII e de sua filha Isabel I, foi um dos principais opositores àquela criação religiosa, mantendo-se, como até ao presente, fiel e coerente ao Catolicismo e ao Papa, não obstante, e mesmo hoje, nunca contrariado a sua posição religiosa, reconhecer SM a Rainha de Inglaterra como sua Soberana.


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Akihito

Uma civilização com mais de 2.000 anos, uma cultura multi secular mas que mantém vanguardas na arquitetura, na música, na arte plástica, etc, um País onde não existem sindicatos, tecnologicamente muito avançado, mas cujo modelo regimental subsiste ao tempo, sendo a base daquilo que outrora foi o Império do Japão e que recebe o incondicional respeito dos japoneses: a Família Imperial.

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Para crentes e não...

A capacidade de concebermos o Sobrenatural, bem como produzirmos Cultura são as nossas duas mais distintivas características, aquelas que nos elevam a um patamar que nenhum outro ser vivo consegue sequer almejar. É simultaneamente uma perceção antropologicamente antiga, difícil de compreender como de facto surgiu, mas alçando-se a certeza (e única certeza) de quando existiu e isso aconteceu assim que tivemos poder dedutivo, relacional...enfim inteligência em nós.

Neste âmbito, tenho, pois, enorme dificuldade em compreender como alguns eclesiásticos quedam-se logo pelo primeiro aspeto, procurando humanizar tudo, entrando assim em contradição com aquilo que, suposta e alegadamente, deveriam defender e, sobretudo, acreditar: na Infinidade de Deus, Deus a quem nada é impossível e que nos concede uma Liberdade infindável até ao ponto de nos deixar livres de não acreditar Nele.
O que não é razoável é existir quem (supostamente) acredita e querer diminuí-Lo, tornando-O incapaz de realizar pequenas coisas que para nós são impossíveis, mas que para Ele não se afiguram sequer obstaculizantes. 
Pequenos aqueles que padronizam tudo à escala daquilo que todos vislumbram, em contraponto com aqueles que veem numa escala de que nem todos vislumbram.







Bento XVI, em entrevista.

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História do Palácio Nacional da Ajuda

Do tempo em que Portugal andava na linha da frente.


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A parte benéfica do digital

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De todos

"Um Rei é o Presidente de todos os Cidadãos. Um Presidente é o Rei de todos os seus Correligionários."

Ramalho Ortigão

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Admirável...é preferivel

“Um líder é admirado, um chefe é temido”

Vicente del Bosque

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A confiança

“Mais do que os interesses mútuos, é a confiança mútua que mantém as sociedades unidas.”

H. L. Mencken

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100% correto ...quase como o H2O...diria

«Sem música, a vida seria um erro.»

Friedrich Nietzsch

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SELECTION SOUNDZZZzzz! Part II


Made in Portugal


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SELECTION SOUNDZZZzzz! Part I


Made in Portugal




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domingo, 3 de fevereiro de 2019

Acima de tudo o seu Rei

O Príncipe Real D. Luiz Filippe que jurou proteger e dar a vida pelo seu Rei (e pai), que só não conseguiu porque D. Carlos foi morto à sua frente pelas costas.

Contudo, a sua intervenção imediata, antes de ser também assassinado, foi fulcral para proteger sua mãe e seu irmão futuro Rei D. Manuel II.
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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Evocando o Regicídio

"Infames, infames!"
SMS a Rainha D. Amélia de Bragança 

Regicídio - A 1/2/1908

O dia em que mataram Portugal e abriram caminho à república que temos hoje.
Fica para sempre, no meio de muitos hipócritas, ambiciosos, obstinados, vira casacas, a imagem daquela mulher que se ergue corajosamente e com um simples ramo de flores procura defender a sua família que está a ser vilmente abatida por armas de fogo cobardemente vindas da confusão instalada.


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sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

BlacKkKlansman: O Infiltrado


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Gauleses e terceirenses

Sempre fui um admirador e apreciador da genial obra de Albert Uderzo e René Goscinny – Asterix, O Gaulês.

Como todos sabemos, a obra assentava numa Aldeia imaginária de gauleses que, bebendo uma porção mágica, enfrentavam César e o Império Romano. Uma história que todos nós gostamos e julgamos, de certo modo, brilhante. Um conteúdo que nos transmite irreverência e atitude perante os poderosos, o seu potencial tónico e a sua eventual moral.

Contudo, a Aldeia dos gauleses, onde residia Asterix, não passa disso mesmo, uma história da ficção, um cenário imaginário.

Em Portugal, porém, algo muito, muito semelhante aconteceu também…só que não foi imaginário, foi mesmo real.

No século XVI, quando Filipe II de Espanha, já como Filipe I de Portugal, ou seja, já tendo tomado todo o Império Ultramarino Português, desde da área europeia (Continente), à africana, americana e asiática, houve um pequeno território que acabava por ser a última parcela portuguesa circunscritamente independente, e cujo povo sem porções mágicas ou druidas, decidiu não se subjugar ao poderosíssimo e colossal Império Habsburgo e destemidamente ousou enfrentar a maior maior força política e militar da altura no planeta.

Esse território foi a atual Vila de São Sebastião, na ilha Terceira, mais concretamente onde se realizou a célebre Batalha da Salga e que hoje pertence ao Concelho de Angra do Heroísmo.


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O verdadeiro Estatuto

Uns querem uma autonomia descompensada, outros controlada e outros, ainda, uma independência (ora) descontextualizada.

Para a transformação do Arquipélago dos Açores, por uma nova Monarquia, e dando continuidade ao respeito inicial de S.M.S. D. Carlos I pelos açorianos, consagrando a Primeira Autonomia Administrativa dos Açores, S.A.R. o Sr. Duque de Bragança tem a idealização de um Reino Unido para Portugal, no qual as nossas ilhas (e o Arquipélago da Madeira) seriam partes agregadas e caraterizadoras do mesmo. 
Ou seja, mais liberdade, mais autodeterminação…em suma: mais confiança nos Açores e nos açorianos.


Foto - Sábado | Direitos reservados ©.

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O Primeiro Protocolo

O primeiro ponto do Protocolo é o Povo e foi o que fez.

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D. Manuel II No Desfile da Vitória dos Aliados

Para os ingleses, ontem e hoje, o Armistício tem uma importância elevadíssima.
Em momento tão importante, El-Rei foi chamado a participar. Encontrando-se no exílio, apenas uma palavra é justificativa: prestígio.

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Beneficência Real

«Como prova do seu reconhecido altruísmo a Senhora Dona Amélia, última Rainha de Portugal, desempenhou as funções de enfermeira da Cruz Vermelha Britânica durante a Grande Guerra prestando cuidados aos feridos no hospital ortopédico (Royal Ortopedical Hospital), de Shepards Bush, em Londres. Recorde-se que, também, El-Rei Dom Manuel II serviu o esforço de guerra como oficial da Cruz Vermelha Britânica e estabeleceu o departamento ortopédico do hospital de Sheperds Bush, que por perseverança do Monarca e da Sua bolsa continuou a funcionar até 1925, dando assistência aos estropiados de guerra.»


Acrescentaria, além do supra referido, que SMF a Rainha D. Amélia foi fundadora do Instituto de Socorros a Náufragos, que prestava apoio às viúvas e aos filhos dos pescadores que morriam nos naufrágios, tendo inclusive, in persona, certo dia, salvo um homem que se afogava no mar, tendo ela, sem hesitar, se atirado ao mar para aquele citado efeito e resultado.

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Os Reis Na Madeira

Não há partidos, não há colagem de cartazes, nem tão pouco existe alguém à espera de lugares.
Aqui há alegria de estar com Portugal personificado, o Rei. Aquele que comporta todo um povo, toda uma história, toda uma cultura, toda uma tradição desde do início de Portugal.
Com os meus próprios olhos registei isto e o pude comprovar em 1995 (Lisboa) e 1996 (Braga). É algo inexplicável, só sentido. 
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Provavelmente

Um dos melhores governantes, certamente.


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A Portugalidade e aquilo que já fomos...


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Elavação do Brasil a Reino


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Ramalho Ortigão – Um Monárquico Coerente


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Há 2500 no coração dos japoneses

«Confirma-se a ascensão de Naruhito ao Trono do Crisântemo. Que sorte a dos nipões terem desde o século VI a.C. a dinastia Yamato a velar pela liberdade e independência daquele arquipélago. Por cá, satisfaçamo-nos com os Teófilos, os Arriagas, Bernardinos, Almeidas, Gomes, Lopes e tantos outros sujeitos interessantes, alguns que nem para empregados do McDonald's serviriam.»


Miguel Castelo-Branco, aqui.

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Há soluções para os coletes amarelos.

«Rei e Gilet Jaune

Em política, o irreversível não existe. Só a poucos terá passado despercebido que nas manifestações do grande movimento popular que sacode as fundações do regime francês há um crescente número de bandeiras e símbolos da Velha França. 
Ontem, durante mais uma jornada de luta, o Duque de Anjou, Luís XX de França, deu a conhecer sem tibiezas a sua posição:

"Quero expressar a minha solidariedade e profunda compaixão por aqueles que sofrem, desprovidos de recursos e esmagados de impostos, humilhados e privados de esperança e que não têm outra forma de expressão do que levantar-se como um só homem para manifestar a sua decepção, angústia e raiva. Estes franceses são a maioria silenciosa que se cala há décadas e dos quais alguns se tinham esquecido a existência. Hoje é o povo de França que se ergue para defender o seu modo de vida e a sua dignidade".

"Que Deus proteja a filha mais velha da Igreja, que Deus venha em ajuda aos franceses infelizes, carentes e doentes, lhes devolva a esperança e a fé no futuro do nosso país".»

Miguel Castelo-Branco, aqui.

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O Presidente do Parlamento Europeu.


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A base maior: a Preparação

Porquê a Monarquia? Por isto: preparação para o cargo de maior importância, aquele que nos representa a todos como País.

Mesmo aqui ao lado, mas também na Suécia, na Dinamarca, na Holanda, na Noruega, na Inglaterra, na Bélgica, no Canadá, na Austrália, no Japão, no nosso Portugal até 1910...enfim sociedades atrasadas civilizacionalmente e que ainda têm orgulho em reis e monarcas. Para eles o rei "anda de espada e escudo", "foi enviado do Alto" e tem "sangue azul".

O que nos vale é que temos uma república toda modernaça, desenvolvida, que gera progresso, sem défice expressivo, pouca corrupção, onde o IDH é belíssimo, a saúde é top, onde somos muitos felizes, e muitíssimo mais respeitados no mundo do que aquilo que éramos antes de 5 de outubro de 1910.


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D. Duarte I | A. Lobo Antunes

«D. Duarte é um escritor espantoso! A minha primeira paixão foi Fernão Lopes. Se tivesse de escolher um escritor em português, escolhia Fernão Lopes. Comecei por ler D. Duarte, porque tem um capítulo espantoso sobre a depressão.»

António Lobo Antunes, in Ípsilon, Público, 19 de outubro de 2018, pág. 7.


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o Conde de Barcelos


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O Sacramental


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O sentido de solidariedade

“O primeiro passo para a evolução da ética é o sentido de solidariedade para com os demais seres humanos”

O filósofo, médico e teólogo Albert Schweizer.

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Lucro responsável

“É socialmente irresponsável não gerar lucro nas empresas, mas importa saber de que forma esse lucro é gerado.”

Raj Sisodia, o co-criador do movimento do Capitalismo Consciente.

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Do forte ao fraco

«A ameaça do mais forte faz-me sempre passar para o lado do mais fraco.»

François de Chateaubriand (1768-1848), escritor.

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Resultados

«A liderança efetiva não é através de discursos ou de gostarem de nós, a liderança é definida pelos resultados e não pelos atributos.»

Peter Drucker (1909-2005), escritor e professor.

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Endireitamento

Desde que surgiram as redes sociais, as coisas têm vindo a endireitar nas sociedades ditas culturalmente ocidentais.

A Sociologia devia pronunciar-se sobre isso.

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Feminismo machista

Mutatis mutandis, o feminismo nos dias de hoje, e sabendo-se que as mulheres ocupam, cada vez mais, cargos da maior importância a nível mundial, está-se tornando num fenómeno que, de certa forma, se aproxima daquilo que o machismo tem de repudiável.

Dito de uma forma mais lata ou generalista, o feminismo hoje é como se fosse, com as devidas adaptações, uma espécie de machismo.

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Raio – X

Considero-me um conservador nos costumes, progressista na Cultura e equilibradamente liberal na Economia.

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SELECTION SOUNDZZZzzz! Part II


Made in Portugal


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SELECTION SOUNDZZZzzz! Part I


Made in Portugal.


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sábado, 8 de dezembro de 2018

Coisas que nos distinguem das demais Nações

"Enquanto houver portugueses Tu serás o seu amor!"

A partir daqui inovamos, uma vez mais. Um Rei, grato, deixava, em respeito maior, de usar a Coroa Real. Nunca mais nenhum Rei português a usou. Outros, mais tarde, acabaram por o fazer também.

Exemplos de progresso, desde logo no século XVII. O Rei não precisava de o fazer, nem foi obrigado por ninguém a fazê-lo, nem mesmo pelo Povo. Foi por pura iniciativa, a iniciativa da gratidão e do exemplo.

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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)