Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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quarta-feira, 1 de maio de 2019

Naruhito ascendeu ao Trono do Crisântemo, como o 126.º Imperador do Japão

Podia, mas não quis.


Eis a prova do sentido máximo de desapego ao lugar, colocando, acima de tudo, o superior interesse do seu povo por intermédio de um interveniente que esteja mais apto e já preparado para servir o Japão, in casu, um serviço bi milenar. A abdicação levou 10 minutos. 

2679 anos de Monarquia Imperial, num dos países mais desenvolvidos do mundo, e uma cerimónia, desta importância, leva 5 minutos.Quando comparo com o tempo (desperdiçado) que levam eventos como: os discursos sobre a tomada de posse do PR, todos os anos sobre a implantação da república, etc...está tudo dito sobre onde reside o progresso e a simplificação.

Foto do Ex-Imperador Akihito

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sexta-feira, 11 de março de 2011

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

10 Downing Street...



Comentário - Barack Obama, o mesmo homem que se inclinou, alguns dias atrás, perante o Imperador do Japão e muitos criticaram. Ignorantes… O que o Presidente dos EUA demonstra, é que sabe com quem está e sabe estar em qualquer lado. Também revelou saber que, quer o Imperador, quer o polícia do n.º 10, são pessoas de igual dignidade humana, apenas em contextos, posições e culturas diferentes. Até ao momento…merece o nosso respeito.
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segunda-feira, 16 de novembro de 2009

"Outrage in Washington over Obama's Japan bow"


«US President Barack Obama (L) bows as he shakes hands with Japanese Emperor Akihito (C) and as Empress Michiko (R) looks on upon Obama's arrival at the Imperial Palace in Tokyo on November 14. News photos of President Barack Obama bowing to Japan's emperor have incensed critics here, who said the US leader should stand tall when representing America overseas.

(AFP/File/Mandel Ngan) »

Fonte | Source -http://news.yahoo.com/s/afp/20091116/pl_afp/japanusdiplomacyasiaobama_20091116162504

Comentário - Para nós monárquicos estas imagens dizem-nos muito. Não por sobranceria, mas sim por ter sido um Presidente dos Estados Unidos da América (EUA) a compreender a tradição, e nada mais do que isso. Como não podia deixar de ser, já começam a chover as críticas pelo Presidente se ter inclinado perante o Imperador. Cá estão os habituais complexos republicanos. Quanto a Barack Obama, principia a convencer pela sua elevação, repita-se pela sua elevação, enquanto estadista... Teve a dimensão de perceber os ancestrais hábitos da Monarquia, a sua representatividade perante os cidadãos que vivem nesse sistema constitucional, bem como demonstrou entender a tradição que merece ser respeitada por um visitante cordial. Obama, quanto a nós, sai reforçado com a sua postura (ao menos nos países de índices mais desenvolvidos [v. monarquias]). Em suma: categoria revelada no exercício de Estado pelo Presidente dos EUA.
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)