Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Um ensaio teorético...

Filipe I de Portugal e dos Algarves era mais português do que espanhol. 
Espanhol era ele há pouco tempo, desde que seu pai, o Imperador Carlos V, unificava aquela manta de retalhos que ainda hoje é a Espanha. 
Por outro lado, ou seja, o de sua mãe, Isabel de Portugal, ele era português sedimentado há séculos.
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Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei!

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quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Só para lembrar os mais esquecidos:

A república é uma mulher de 102 anos e que sempre andou despida.
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Seis Sessões


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Descoberta algures nesses meus jantares de Natal e de Ano Novo...


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"A VIAGEM AUTONÓMICA"

Produção: Ventoencanado Produções
Produtor: Filipe Tavares
Realização: Filipe Tavares
Argumento: Nuno Costa Santos e Filipe Tavares
Fotografia: Pedro Emauz
Som: Ricardo Leal
Montagem: Renata Sancho, Filipe Tavares, Mariana Escudeiro
Elenco: Frederico Amaral, Carlos Eduardo Ferreira, David Medeiros

«Gonçalo Cabral, um jovem açoriano a estudar teatro em Lisboa, escolhe como tema para a sua peça de final de ano a Autonomia dos Açores. Tem várias dúvidas e questões e leva-as consigo na bagagem quando resolve fazer uma viagem de investigação pelo arquipélago. De mochila às costas e acompanhado pela sua velha vespa, vai à procura das origens da Autonomia, visitando lugares, consultando arquivos e falando com protagonistas e especialistas no assunto. “A Viagem Autonómica” é uma aventura romântica e um roteiro geográfico e sentimental de um jovem à procura da História da sua terra, da identidade açoriana e também de si próprio.»


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WEEK SOUNDZZZzzz!

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sábado, 29 de dezembro de 2012

I Talk: A monarquia europeia, um modelo invejável?

No programa de Alex Taylor, na Euronews, respostas por um (insuspeito) cidadão francês.
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quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Hyde Park on Hudson


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Merecemos melhor

O nobre Povo português merece muito melhor do que esta república, merece (voltar a) Monarquia para recuperar o estatuto e o prestigio que, outrora, já possuiu.
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Ana Moura . "Desfado" (2012)

Não faço parte da aficion do fado, nem tão pouco da ilustre autora, mas este é o tal registo que, ás vezes, se consegue distintivo numa carreira. Algo à parte, o tal magistral. 

A cantora, de "desfado", lembra-me decepcionada e inconscientemente alguém indissociável do fado (e também de Ana Moura)...uma triste pessoa.

Brilhante letra. Triste - Alegre - Triste - Alegre...ou seja fado.
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WEEK SOUNDZZZzzz!

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terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Boas Festas

Resumo os meus votos natalícios e de bom ano, na síntese das palavras da Família Real Portuguesa!
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quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

The Master


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Algo de diferente naquele dia

Indubitavelmente este foi um dia da Independência diferente dos outros passados em república. Essa é minha convicta opinião.

Mas como se afere e se conclui isso? Como!?

Ora, afere-se e conclui-se por intermédio da prova que são as imagens em frente à Câmara Municipal de Lisboa, pelas imagens dos variadíssimos jantares dos Conjurados espalhados por todo o País, pelas manifestações de apoio ao Senhor Duque de Bragança, pela percepção que os portugueses cada vez mais vão adquirindo sobre quem foram e quem quererem ser para ultrapassar esta crise de Soberania, pela organização, sobretudo este aspecto, que muito tem faltado aos monárquicos.

Houve mais rigor, houve mais determinação, houve mais concertação, houve mais sintonia, houve mais preparação, houve mais informação. Como tal, objectivo atingido e transmitiu-se uma imagem global e coesa…não apenas de um jantar de alguns. O dia da Independência é de todos os portugueses, não apenas dos monárquicos. Há que começar a ver “não monárquicos” nestes eventos. Há que organizar o evento como os Conjurados se organizaram para a acção, com rigorosa organização. Juntaram o povo descontente a eles e recuperaram a Monarquia dos portugueses.

Na minha opinião esta significativa melhoria, em ritmo de aperfeiçoamento contínuo, tem um nome: Dr. Luis Lavradio, Presidente da Causa Real. Não o conheço pessoalmente, mas a obra, essa, já ganha forma, é notória e reconheço progressos nunca vistos na Causa Monárquica. O seu discurso foi exemplo, reflexo e prova disso mesmo…a prova daquilo que afirmo.

Bem-haja o Sr. Presidente da Causa Real. Que me desculpe o estrangeirismo dos nossos antigos aliados, mas: “keep on going!”
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Autonomia: reconhecimento irreconhecível...

Em Cascais, o Conde de Barcelona e mulher (pais do actual Rei de Espanha) tiveram direito a honras por intermédio de estátuas em porte superior ao humano.

Em São Miguel, quanto julgo saber, não existe sequer um pequeno busto evocando El-Rei D. Carlos I de Portugal e dos Algarves, o nosso único Monarca que se dirigiu em pessoa aos açorianos e lhes formalizou a Autonomia...
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No momento poucas palavras proferiu...

...sempre em salvaguarda da separação de poderes e da sua imaculada representatividade supra tutelar.
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WEEK SOUNDZZZzzz!



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"Non ou a BAN Glória de Mandar"

BAN
ZERO
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quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Amour


Até eles, os ateus e agnósticos, sabem-no medianamente…

«(…) Nenhuma religião espalha automaticamente o terror, são sempre as instituições e as pessoas que usam necessidades religiosas fundamentais dos outros para os seus objectivos ideológicos, sob capa da educação e da política. Em si a fé é uma coisa positiva, produz significado. Os que acreditam têm uma mundivisão mais agradável.»

Michael Haneke, cineásta.
In ípsilon, de 7-12-2012, pág. 9.
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Royal Tennis!

World No.1 tennis player Novak Djokovic is to be presented with a special Centrepoint award by the charity’s patron, HRH The Duke of Cambridge, at the Winter Whites Gala in London’s Royal Albert Hall.
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Índice de Percepção de Corrupção 2012

Estamos perante os resultados do Índice de Percepção de Corrupção 2012 (IPC 012).

Vislumbremos o regime monárquico, por momentos, à parte dos argumentos da nossa riquíssima História, e apenas, aqui e agora, sobre aqueles que são os de presente e de futuro traduzidos em algumas notas:

- No top 10 do IPC 012, 7 (sete) países são Monarquias.

- No top 20 do IPC 012, concretamente a 12.ª, 16.ª, 17.ª e 18.ª, existem também Monarquias.

- Como podem verificar, existe uma curiosa relação entre países corruptos e a forma de regime.

- No top 10 do ranking dos países mais corruptos, são todos repúblicas.

Nota final: Muito mais se poderia dizer, mas basto-me com aquilo que é a alinhada realidade do que também acontece em outros dois índices muito importantes: O de Desenvolvimento Humano e o de Democracia.
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É discriminatória!

Nesta república não é facultada, a alguns cidadãos, a possibilidade poderem escolher, democraticamente, o regime que preferem. 

Conclusão: A república é discriminatória!
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Uma tese em aperfeiçoamento:

Se as pessoas que não sabem o que é viver em Monarquia recebessem lições de História (também contemporânea) e viajassem para conhecer monarquias, seriam, sem mais dúvidas, monárquicas.
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Regime de índole soarista

Apesar de consagrada como república (é a Constituição de 1933 que o diz), o Dr. Soares insiste em dizer que só existiram duas repúblicas (a I a III). Para ele a II foi um “regime de índole fascista”.

Pois bem, é uma opinião…juridicamente errada, mas uma opinião. Então, pela lógica, a I e a III foram um regime de índole soarista.

Face ao estado a que chegaram a I e a III, bem como a II, já estou confuso em saber qual delas a melhor…
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O Senhor Duque de Bragança esteve...

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De hoje e de ontem

De hoje --» Anda-se a falar muito de D. Miguel I de Portugal…mais do que nunca.

De ontem --» Diz o nosso nobre povo: “Dos fracos não reza a História”.
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Occidente

Sporting Club de Cascaes – Distribuição de premios por S.M. El-Rei D. Carlos aos vencedores no Law Tennis.”
Autor: Sr. A. Bobone
Local: Cascais
Data: 30 de Outubro 1903

«CHRONICA OCCIDENTAL
Estamos em fins d’outubro; não admira que já por ahi o inverno faça das suas e venham os jornaes cheios de telegrammas e correspondencias, contando desastres produzidos pelos temporaes em varias terras do reino.
Foi nos Açores que mais se fizeram sentir e maiores prejuizos causaram.
No dia 9 passou pelas ilhas um violentissimo cyclone, sendo pelo observatorio metereologico de Ponta Delgada registada em 106 kilometros a velocidade do vento.
O mar algumas vidas arrebatou e esperanças que luziram, de que alguns marinheiros se houvessem salvo depressa, infelizmente, se desvaneceram. Maior numero de mortes haveria a lamentar, as dos tripulantes d’um brigue italiano, se não fosse a decisão d’alguns patrões remadores da alfandega, sr. Jayme Ferreira da Gama, que primeiro arrostou com as ondas, procurando socorrer os naufragos.
No continente estes principios de inverno não se mostraram tão rigorosos, entretanto em Aveiro correram perigo dois barcos de pesca, que foram salvos pelo rebocador Lusitano da Praça do Porto.»
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The Clearing

Wayne Hayes: "Amas-me?"
Eileen Hayes: "Sim"
Wayne Hayes: "Então, tenho tudo de que preciso."

Diálogo entre as personagens de Robert Redford e Helen Mirren, em "The Clearing" de Pieter Jan Brugge.
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WEEK SOUNDZZZzzz!





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terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Parabéns ao grande Manoel (104 anos)!

Manoel, para mim, estes são os meus favoritos: “1998 – Inquietude”; “1997 - Viagem ao Princípio do Mundo”; “1994 - A Caixa”; “1990 - Non, ou a Vã Glória de Mandar”.

Gostava de ver: “2012 - O Gebo e a Sombra”; “2010 - O Estranho Caso de Angélica”; “2009 - Singularidades de uma Rapariga Loura”.
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quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Anna Karenina


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A Forma Monárquica

Monárquico é a forma de ser patriota, sem ser nacionalista. 
Monárquico é a forma mais sensível de se ser democrata, sem isso precisar de estar expresso. 
Monárquico é a forma de defender o que é produzido por nós, sem ser proteccionista. 
Monárquico é a forma de aglomerar o passado e o presente, sem ter vergonha de enfrentar o futuro. 
Monárquico é forma de ser progressista, sem deixar de ser tradicionalista.
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WEEK SOUNDZZZzzz!



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quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

“Portugal acabou?”

À pergunta efectuada na última Revista do Expresso, se “Portugal acabou?”, algumas personalidades portuguesas, incluindo S.A.R. o Senhor Duque de Bragança, responderam:

«Não temos o direito de destruir essa pátria – pela qual os nossos antepassados lutaram e morreram – por incompetência, inépcia ou projectos políticos absurdos.»
D. Duarte Pio,
Duque de Bragança.

«A História é a ossatura da nossa identidade. Sem ela somos invertebrados.»
José Ribeira e Castro,
Deputado.

«Se se deixa de pensar o que é ser português, Portugal desaparece torna-se uma periferia foleira, colonizada culturalmente por França e Inglaterra.»
Joana Vasconcelos,
Artista Plástica

«Para um povo com oito séculos de História não são crises, por muito profundas que se sejam (e esta é-o, sem dúvida) que nos fazem perder o orgulho de sermos portugueses.»
António Vitorino,
Presidente do Grupo de Reflexão Notre Europe.

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terça-feira, 4 de dezembro de 2012

No i «Sinal de contradição»

«1º DE DEZEMBRO

É justo que a todos os cidadãos se reconheça a liberdade de pensamento e de expressão em matéria política. Mas há ocasiões históricas que requerem, em nome do bem comum, que se relevem as opiniões pessoais divergentes, em prol de um desígnio nacional. O 1º de Dezembro de 1640 foi um desses momentos e, por isso, a sua rememoração, como dia feriado, não é dispensável. Apesar da crise. Porque a crise exige a todos os portugueses, nesta hora grave da nossa história, um suplemento de patriotismo.
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No habitual registo de qualidade e frontalidade...

...de João Amorim.
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Decrépita em breve...

A república está encalhada e gera mau ambiente em seu redor...!
Definhará de velha, ressequida, isolada e afastada da alegria dos outros...presa na sua própria armadilha: uma faustosidade inicial.
O destino de todos os conteúdos secos e sem luz interna. 
Apenas fachada e ridícula.
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Medianamente claro

Assim que a classe média se consciencializar do problema do regime, a Monarquia está de volta!
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O meu representante de Estado

Foto - Isabel Santiago Henriques

"A alegria ao cumprimentar o nosso Rei"
Richard Amorim
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Foi da Câmara...

Foto - Isabel Santiago Henriques

Será que é da Câmara de Lisboa que virá, correcta mas paradoxalmente, a "proclamação" do regresso da nossa Monarquia?
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Recepção aos portugueses (Jantar dos Conjurados)


Já estão, efectivamente, preparados para elevar novamente Portugal e proteger o povo português. 

A Princesa de Portugal é também, e cada vez mais, a maior embaixadora da categoria, da elegância e da beleza da mulher portuguesa. 
Sinto-me orgulhoso enquanto português igualmente por isso.
Viva a Família Real Portuguesa!
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sábado, 1 de dezembro de 2012

Mensagem do 1º de Dezembro de 2012

Por S.A.R. o Duque de Bragança.
A mensagem daquele que pensa em nós e em Portugal.

Destacaria:
«(...)
Mas hoje, vivemos um 1º de Dezembro diferente.
Cada vez mais portugueses enfrentam a angústia de não saber como cumprir os seus compromissos financeiros, e mesmo como irão pagar as despesas básicas das suas famílias.
A todos eles, quero manifestar a minha solidariedade.
(...)
Na crise presente, é justo que peçamos contas a quem nos colocou nesta situação de pré‐falência e que se tentem recuperar fundos fraudulentamente desviados. Apoio os que pedem a criminalização de actos públicos por gestão danosa.
O princípio do estado de direito democrático é a base da nossa ordem pública. E esse princípio baseia‐se na dignidade da pessoa humana e na afirmação de que o cidadão deve estar ao serviço do Estado e o Estado ao serviço da pessoa.
(...)
Não esqueço que, nas redes sociais, muitos defendem a Instituição Real. E lanço um apelo para que passem do virtual ao real, colaborando com a Causa, e que mais associações e pessoas se juntem a quem trabalha no campo cívico e humanitário com eficácia e generosidade.
(...)
Há muitos anos que venho denunciando o nosso modelo errado de “desenvolvimento sem progresso”, sem uma visão global do futuro.
Por todo o País, tenho encontrado exemplos de pequenos e grandes empresários de sucesso, alguns reconhecidos internacionalmente.
A burocracia estatal e a lentidão da justiça têm provocado graves entraves a quem quer produzir. Temos que exigir mais ao Estado. Mais responsabilidade, mais respeito pelos governados que o sustentam, e, acima de tudo, mais dignidade.
Precisamos urgentemente de um Estado moderno e eficiente, que assegure a nossa soberania e a ordem interna, garantindo a oferta de bens públicos em sectores essenciais e a regulação e estímulo à actividade económica nos restantes, de forma a propiciar o crescimento das empresas e a oferta de emprego.
(...)
Como representante e chefe da Casa Real Portuguesa, é esta a reforma de Estado que preconizo. Um Estado que siga e imponha o direito, um Estado que apoie os mais desfavorecidos, um Estado eficaz, um Estado que fomente o desenvolvimento, um Estado que olhe o futuro, um Estado de e para todos os portugueses.
Se as monarquias democráticas actuais existem e têm um papel fundamental é porque nelas o exemplo vem de cima.
Importa prestar atenção à clara demonstração das nossas verdadeiras capacidades que é dada pelo sucesso que os portugueses obtêm no estrangeiro!
(...)»
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A Lealdade ao Rei

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso.
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Paz ao mundo!


A bandeira de D. João IV era lindíssima!
Ainda hoje seria uma excelente matriz de opção para ser a nossa bandeira.
O escudo de Portugal (mesmo que sem a Coroa Real Portuguesa) no centro de um fundo branco...como que evocando a Paz dos portugueses ao mundo!

Antes de haver Democracia, já ele era um democrata...quando colocou a Coroa dos seus antepassados e descendentes na cabeça da Nossa Mãe demonstrando que ela é quem mandava nos destinos efectivamente de todos os portugueses, sem distinção, incluindo-se a ele próprio como primeiro signatário.
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sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Majestoso!

Majestade não era o cidadão Pedro, Luís, Carlos ou Manuel de Bragança. 
Majestade era o Rei e o Rei era Portugal. 
Majestoso era o nosso País…!
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Objectivo!

É objectivo que para uma nação ter força negocial, carece de ter influência e essa vem do seu poder.
É objectivo que uma Alemanha, uma China ou uns EUA é que ainda vão tendo esse tipo de influência.
É objectivo que Portugal, por intermédio da nossa Monarquia, já teve essa influência.
É objectivo que a partir da implantação da república, pelo partido republicano, perdemos essa influência.
Devia ser objectivo de ser devolvido o poder a quem nos deu aquela influência: Monarquia!
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Realidades...

Só para relembrar: 
No Brasil a moeda ainda é o real. 
Cá não caímos na real.
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"Reiterando a minha fidelidade a um ideal de sempre"*

*Por: FERNANDO DE SÁ MONTEIRO, Convidado do ESTADOSENTIDO.
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Só falando de bem-estar, não numa proporção de Paraíso

Todo o bem-estar importa sacrifício, é redundante e básico...mas é assim!
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Porque é do génio Elfman e porque nos aproximamos do Natal...


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quinta-feira, 29 de novembro de 2012

domingo, 25 de novembro de 2012

Feliz Aniversário!

Parabéns a S.A., o Infante de Portugal, Dom Dinis de Santa Maria de Herédia de Bragança pelo seu 13.º aniversário. 
S.A. nasceu no dia da real Liberdade! 
Votos de muita felicidade, saúde e sabedoria.
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quinta-feira, 22 de novembro de 2012

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Em 30 de Abril de 1824

«Dom Miguel, segundo filho de Dom João VI, lança uma proclamação em Portugal, com estas palavras: “Longa vida para o Rei! Longa vida para o catolicismo! Morte e destruição aos sacrilégios maçons livres”.»
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Solenes exéquias

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Hoje!

Estou cada vez mais convencido que a Concessão de Évora Monte (26 de Maio de 1834), foi só um pouquinho menos má para a Monarquia que o 5 de Outubro de 1910.
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O "caso Algarve", em bom rigor, é uma descomunal e ilegal trapalhada que ainda prevalece após 5-10-1910

Mais um argumento:
 
«Em 26 de Novembro de 1836, D. Miguel nomeou simbolicamente Governador do Reino do Algarve e Comandante em Chefe Interino de Todas as Tropas Realistas, Regulares e Irregulares do Exército de Operações do Sul o chamado "Remexido", líder de um grupo de guerrilheiros e ex-soldados, que se manteve fiel à causa miguelista e fez acesa resistência no território compreendido entre o Algarve e o norte do Alentejo durante mais de quatro anos após a Concessão[7]. O que não foi caso isolado, já que se conhecem vários outros focos de luta de guerrilha ao longo de todo o país nesta época, com especial destaque no Norte de Portugal, apoiados nomeadamente pelo célebre Zé do Telhado, no Douro, e pelo Conde Almada, no Minho.»*
 
* Wikipedia.
 
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Serão os alemães nossos inimigos?

Factos: 

1.º) D. Miguel I de Portugal tinha na Prússia (de Frederico Guilherme III) uma fortíssima aliada, a pareceria de futuro que acabou por não se concretizar. A única certeza que temos é que o caminho seguido, após o seu exílio, foi mau. Temos nos dias de hoje a prova;

2.º) Os nazis não nos invadiram, quando teria sido bastante simples para eles; 

3.º) “Há mais de 300 empresas alemãs em Portugal algumas delas estão cá há mais de cem anos, como a Siemens ou a Bosch”*. 

*in ‘Caderno de Economia’ do Expresso, de 10-11-2012, pág. 18. 

Nota final: Nunca chegamos a aliar-nos aos alemães como fizemos com os ingleses, entretanto afastamo-nos dos últimos e fomos colar-nos, definitivamente, a partir de 1910, aos franceses que nem nos ajudam, nem servem de modelo, nem nos ligam.
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D. Manuel II e o seu povo...

...nós!
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Belíssimo texto...

...do João Mattos e Silva. A ler.
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A república e a nossa cruz...

Tanta república, tanta república, tanto positivismo, tanto positivismo, tanta ciência, tanta ciência e nos tops dos relatórios sobre as melhores escolas do País...essas têm quase sempre uma cruz no cimo da sala de aula.
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James Ferarro . "R-Complex" (2010)

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Tokyo Offshore Project . "Hyperambient" (1994)

Ando a vasculhar nas minhas colectâneas "Jazz in The House"...
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Charles Gayle . "I Can't Get Started" (2003)

No passado sábado, foi ao vivo.
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New Order . "Don't Do It" (1989)

Em vinil, existe cá esta raridade: B-side of Technique's Fine Time.
Naquele ano, considerado o melhor álbum de dança pelas mais destacadas revistas da especialidade.
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sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Cá começou desde 1910...

...na França a eleição do presidente começou a ser realizada, por sufrágio universal directo, em 1962.
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A grande verdade!

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quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Neds


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S.M. El-Rey D. Miguel I, o Popular

Vídeo.

Texto conexo ao aludido vídeo:


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E não querem que ele seja o nosso representante?!

verdades e soluções! Tocou, como sempre, no essencial…sem meias tintas.

Concordo: Não seria preciso incumprir prazos, ou pedir mais resgates. Bastariam ajustamentos à taxa de juro, os quais não trariam muito menos lucro aos credores, aumentaria a capacidade de pagamento dos devedores e aliviava os portugueses e a(s) economia(s) destes.

Não vi criticar ou criar celeumas com o Governo. Não vi criticar ou criar celeumas com os nossos credores. Não vi criticar ou criar celeumas com a oposição. Apenas vi um discurso proactivo e sempre em prol de Portugal e dos portugueses.
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Muito bem SAR!

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Bom texto. A ler:

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Dito por Carlos Azeredo

«A Monarquia fez Portugal e criou um Império; 
a república acabou com o Império e está em vias de acabar com Portugal.» 

Carlos Azeredo (General)
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República desencantada

Para alguns: Saímos de um “Reino Encantado”, em 1910. 

A crua realidade: Vivemos hoje numa utopia impraticável…que está a levar Portugal à miséria e à tristeza. 

Prefiro viver “encantado” com o País!
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Fatima Al Qadiri . D-Medley" (2012)

She's working in New York!
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quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Aqui defende-se Isabel Jonet!
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Happy Mondays


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Herbie Hancock . "It Ain't Necessarily So" (1998)

He plays Gershwin...cá em CD desde 1998. 
O maior vivo, na "área"! 
"Gershwin's World"
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Ombre . "Weight Those Words" (2012)

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Woolfy vs Projections . "Cellophane" (2012)

The Return Of Love...
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Ty Segall . "People These Days" (2008)

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Groove Armada . "Superstylin'" (2001)

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The Cardigans

«(...)
Fool me fool me
go on and fool me
(...)»
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Modjo . "Chillin'(Modjo's Dyrt Remix)" (2000)

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Wolfgang Amadeus Mozart . "Sonata dos pianos en D, K 448 - Allegro con brio" (????)

Como é bom acordar num sábado com um som deste espalhado pela casa. 
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Everything But The Girl . "Temperamental" (1999)

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The Supermen Lovers . "Let me show you" (2012)

Funk is not dead!
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Benjamin Biolay . "Laisse Aboyer Les Chiens" (2007)

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Miguel . "Do You" (2012)

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quinta-feira, 8 de novembro de 2012

As voltas que a vida dá


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Short note

A república sempre olhou muito para a frente e pouco para trás...daí a senhora ser solteira, como a culpa.
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O testemunho

O que mais me apraz na Lei Mental é uma palavra-chave: testemunho.
Que testemunho? O testemunho de D. Duarte I que, sabendo o que ia in mente de seu pai, não traiu o pensamento de D. João I e concretizou, em Lei expressa, o que o seu antecessor não conseguiria alcançar em vida. Também houve, de certo modo, um testemunho por D. Manuel I que compilou nas “Ordenações Manuelinas” a aludida Lei. 

É precisamente a ausência desse testemunho, firme e honrado, que mais se sente hoje…daí o nosso retrocesso enquanto povo e, sobretudo, enquanto civilização.

Há que entender, de uma vez por todas, que Portugal não nasceu como república, não está configurado sistemicamente para evoluir como república e, portanto, não funcionamos enquanto república…as provas são mais que evidentes especialmente hoje. Nem precisamos de recorrer ao tempo em que vivemos (767 anos) como Monarquia para percebermos isso. São as próprias tradições e costumes fundacionais monárquicos que, remontando a antiquíssimas raízes difíceis de explicar e identificar, nunca se irão imiscuir com a república...e ainda bem pois esses somos nós, essa é a nossa identidade, mesmo que não discernida por alguns.

É absolutamente extraordinário, como muito povo português continua, ainda hoje, de forma estranhamente apaixonada, a reclamar Monarquia, i.e., Portugal! Monarquia é Portugal, Portugal sempre será Monarquia para viver. Mas porquê!? Porque existem tantos que ainda querem Monarquia…?! A resposta é simples e não reside apenas nos exemplos paralelos de sucesso do presente (e de futuro) das monarquias mundiais, o busílis reside, por mais que doa alguma elite jacobina e maçónica, no facto de Portugal não ter nascido em 5-10-1910 mas sim no século XII. Bem tentarem refundar a Nação de vermelho e verde, mas os mais atentos não caem na falácia. A prova de que isto não funciona é que em 102 anos nós afundamos cada vez mais e estamos à beira do abismo. Já vamos na III república… A república não é Portugal pois falha sempre e este País nunca foi, outrora, uma nação de falhados.

É importante que façamos um rigoroso e adaptado ensaio comparativo e confrontemos os mesmos primeiros 102 anos, em Monarquia, regime “mátria” de Portugal e que nos deu a nossa efectiva Fundação (e não uma formatação imposta como aquela que suportamos até hoje) com os actuais 102 em república. Portugal, naquele primeiro período, já era um País motivado, em expansão e em crescendo no mesmo exacto número de anos. Eramos, de dia para dia, melhores…e os Descobrimentos, a Índia, o ouro do Brasil ainda estavam para vir... 

Hoje somos um País em retrocesso enquanto Nação soberana, sem motivação, desacreditado e em contenção de tudo…até de alegria.
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Nunca houve Guerra Civil em Portugal...

Tenho sérias dúvidas que as guerras liberais tenham sido uma/a verdadeira Guerra Civil Portuguesa.
Isso porque: O lado vencedor teve de ir recrutar, com empréstimos estrangeiros, endividando ainda mais o País, rufias e mercenários a Inglaterra e a França, sendo os seus "exércitos", "generais" e "almirantes" substantivamente de origem transfronteiriça. Ou seja, o Liberalismo importado que apoiavam enfrentava portugueses...!
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"Presente, como sempre!"

(Fonte clicando na foto)
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Também na Marinha Grande

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Air . "Heaven's Light" (2009)

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David Axelrod . "Holy Thursday" (1968)

Sooo Holy funky!
Via ZB.
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)