Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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sábado, 12 de setembro de 2015

63 anos: A longevidade do orgulho e do respeito

Se repararem, durante as palavras de Cameron, a evocar o recorde do reinado mais longo da história de Inglaterra pela Rainha Isabel II, não houve disputa, não houve esquerda nem direita, nem tão pouco liberais ou conservadores...houve sim orgulho e respeito pela sua Monarca.

Assim é bem melhor. Vamos a isso Portugal! Vamos gerar luminosidade neste grande País uma vez mais, voltar àquilo de que nunca devíamos ter saído: Monarquia!

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sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Mundo melhor, precisa-se!

Obviamente certo! 

Por petróleo invadiram-se nações, mas por crianças a darem à costa mortas assobia-se para o lado.
Cameron justifica, uma vez mais, porque é, eventualmente, o único político contemporâneo verdadeiramente de referência.


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sexta-feira, 10 de abril de 2015

Cristianismo rima com Humanismo

Humanismo e Europa, palavras ligadas pelo que refere o PM inglês neste depoimento

Cameron, para mim, é cada vez mais o estadista da nova década...sem dúvida alguma.

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sexta-feira, 19 de setembro de 2014

As cabines e Falkirk

Tendo jogado forte, ao conceder o direito aos escoceses para se pronunciarem, Cameron sai vitorioso e com o seu prestígio engrandecido. Ontem a sua vitória, por via da vontade, foi indubitavelmente mais retumbante que a de Falkirk em 1298.

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Lá e cá

Em Monarquia é assim: dá-se o direito ao povo para escolher o que quer e o povo, mesmo potencialmente separatista e com um País de elevados recursos económicos, prefere manter-se ligado à Coroa Britânica e em Monarquia…neste último caso mesmo que ganhasse o sim.

Além disso, quando os britânicos passam por dificuldades, como habitualmente acontece em Monarquia, e como foi este o caso, unem-se todos em prol do seu País sejam eles conservadores, socialistas, progressistas…ou whatever.

Neste nosso País dos Cavacos, dos Salgados, dos Sócrates e dos Costas …é o que se vê. República e trevas até ao fim…e nós todos calados mediocremente!

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quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Recebido via e-mail

«Em 2003, o deputado inglês Chris Huhne foi apanhado num radar em alta velocidade. Na época, a então mulher dele, Vicky Price, assumiu a culpa.

O tempo passou e aquele deputado passou a Ministro da Energia, só que o seu casamento acabou. Vicky Price decide vingar-se e conta a história à imprensa.
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)