Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

terça-feira, 15 de maio de 2012

Felicidades a S.A.R.!

Parabéns, felicidade e saúde a S.A.R. o Senhor Duque de Bragança, neste dia do seu 67.º aniversário. Que pela Graça e pela democracia, protecção, progresso e recuperação de Portugal seja D. Duarte III de Portugal e dos Algarves! Arraial, arraial por El-Rei de Portugal!
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sexta-feira, 11 de maio de 2012

Férias

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18.000

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E a república portuguesa? Qual a sua legitimidade?

Em relação ao rol das repúblicas mais emblemáticas do ideário republicano (nunca esquecendo que Portugal foi a 3.º instaurada na Europa), gostaria de deixar, de forma sumária, alguns tópicos quanto à legitimidade constitutiva das mesmas:

República francesa – Resultante do Golpe da Bastilha (1789), revolução de cariz jacobino contra o absolutismo a corrente monárquica da época. Entretanto, ainda houve um assinalável período, após aquela data, de restauração monárquica tendo este entrelaçado com fases republicanas;

República suíça – Constituída pela revolução de 1798, a qual deveu-se mais à corrupção das casas ricas. De cariz jacobino. Correu de forma mais consentânea que a francesa, mesmo pelo seu passado confederado. Trata-se, portanto, de uma confederação;

República dos EUA – Declaração de independência, em relação ao Império Britânico, em 1776 e reconhecida em 1783. Constituiu-se, ex novo, como País. De cariz jacobino, inspirado nas correntes francesas do século XVIII. Trata-se também de uma confederação.

República alemã – Resultou da desagregação do Império Germânico, após a derrota na I Grande Guerra e cujas consequências bélicas e, inerentemente, económicas, foram transversais às mais importantes nações da época. Trata-se de uma confederação.

República italiana – Resultou de um referendo que indagou o regime, o qual se imiscui de forma comprometedora com Mussolini. Ainda acerca das circunstâncias, que realmente não eram as melhores, ainda assim tendo o Rei abdicado no filho, que nenhuma culpa tinha do pai, há quem diga que a insignificante margem de vitória no referendo foi adulterada, uma vez que todas as previsões indicavam vitória monárquica.

E a república portuguesa? Qual a sua legitimidade?

O golpe acontece em pleno século XX, 121 anos depois a Revolução Francesa; 
Não é uma confederação nem nunca foi. É certo e sabido que a Monarquia tornou Portugal um dos primeiros e mais sólidos países unificados, pese embora a república ainda hoje exerça força constitucional para dividir o País através das Regiões Administrativas (Regionalização). Ou seja, desunir aquilo que o anterior regime monárquico (de 767 anos) uniu;

O problema de Portugal àquela data, nunca foi um problema de regime mas sim de mera gestão governamental;

Portugal era um Império e uma Nação de “calibre” médio no planeta. Hoje perdemos esse plano e aquele posicionamento hierárquico na esfera global;
Naquela altura não interferíamos com ninguém de forma bélica e era uma democracia estável;

O povo estava com os nossos Reis (a Maria da Fonte prova-o). Foi aquele grupo jacobino, maçónico e minoritariamente atrasado no tempo que veio exigir.

Face ao exposto, qual foi, então, o motivo para a implantação da república portuguesa? Qual o propósito? As respostas são simples: a inveja e a necessidade de ocupar, à força, os lugares que eram institucionalmente melhor coordenados por referência ao Rei, para assim poderem, eles, passar a coordenar com referência aos seus interesses.
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Só para alertar:

Estamos em 2012, séc. XXI, e o terrorismo republicano, para implantar repúblicas, continua.
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«Portugal tem um Rei»

Ver aqui!
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Não quero criar celeumas, mas...

Ouvi dizer que o 28 de Maio será feriado nos Açores…
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quinta-feira, 10 de maio de 2012

Terraferma

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Les McCann

Via ZB!
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Gary Bartz . "Music Is My Sanctuary" (1977)

Via ZB!
Ganda som! Music is, indeed, my life!
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Spiritualized . "Little girl" (2012)

Brand new e muito boOom! Top again!
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The Floaters . "Float On" (1977)

Via ZB! A máquina do costume!
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Saint Etienne

Quem se lembra deles...? Ouvi dizer que estão de volta.
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Ebo Taylor . "Peace on Earth" (1977)

Via ZB.
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segunda-feira, 7 de maio de 2012

Assassinos “democráticos”

«Temos fama de pacíficos mas já matámos um rei»

Esta frase é de João Proença, socialista, maçónico e, por acaso, também líder da UGT. Foi proferida em entrevista ao Expresso (pág. 14 – 28/4/2012), a propósito do seu último 1.º de Maio no cargo, sendo o mais caricato desta afirmação a sua mais pura veracidade: Eles mataram mesmo o Rei, um chefe de Estado numa democracia constitucional.
Entre os vários pontos abordados pelo semanário, um deles esquadrinhava Proença se “aumentou o risco social” em Portugal. A esse o dirigente sindical respondeu: «É um risco que existe e que é reforçado se o Governo não cumprir o acordo. Toda a gente associa Portugal a um país pacífico. É pacífico, mas já matámos um rei. Por isso não abusem…». E deixa(m), uma vez mais, a ameaça a pairar…!
O problema nestas declarações resume-se a um aspecto: O facto de serem verdadeiras e terem acontecido no passado e, se é um homem “daquele círculo” que o diz, porque não levar, com as necessárias e devidas adaptações a 1910, a ameaça a sério?
Pergunto-me: como é possível e com que legitimidade subsiste uma república desta índole, onde um descendente ideológico dos assassinos que implantaram a república diz o que disse de forma clara e ninguém reflecte sobre isso? “Matámos um rei”, diz ele. Matou-se um chefe de Estado em democracia. Mataram-no de facto e muitos outros mais (inclusive republicanos e filhos da…revolução) até chegarmos onde chegamos. É por estas e por outras que me apetece entrar em frases feitas e dizer a essa elite minoritária que vem “orientando” Portugal em tempero francês: E o povo, pá?! O povo, o que teve que ver com isso?! Nada! O povo não era republicano, nunca foi...o genuíno manifesto de Maria da Fonte prova-o!
E são homens destes que gerem os nossos destinos e estamos entregues nas suas mãos…sendo geridos, a compasso e esquadro, conforme os seus interesses (pela e para a república portuguesa).
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Valeu mesmo a pena o terrorismo?

A república matou numa democracia para se implantar. Trocou as cores de Portugal ...e as voltas à Nação! Pelo terrorismo temos hoje a república em que vivemos.
Logo, se assim o fez, negou um passado de 767 anos de regime monárquico. Negou Portugal (substituindo-lhe pelo epíteto de república [é o que a Constituição refere]) e decidiu seguir outro rumo.
Transpostos 101 anos, daquilo que fomos e daquilo somos, valeu a pena? Valeu a pena ter ido além da voz da Maria da Fonte (ou seja do nosso povo) para chegarmos ao que chegamos?
Respondo com a mais sincera e profunda tranquilidade: Só um demente ou o mais puro dos ignorantes (quer sobre o passado quer sobre o futuro) pode afirmar que sim.
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A república foi um erro!

Mesmo admitindo a mera hipótese de boa fé dos mentores do golpe republicano (a qual nunca existiu) e que o formato fosse, assim, aparentemente, uma solução à crise económica (ingovernável pelo Governo de então) instalada nos finais do séc. XIX em Monarquia Constitucional, já deviam ter bastado 101 anos para perceber que foi um erro. Estamos proporcionalmente melhores, desafogados, fora de crise?! Não! Estamos sim muitíssimo piores, pobres, sem nada, tristes, dominados, alienados e, sobretudo, sem Rei nem roque.
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sábado, 5 de maio de 2012

D. Juan Carlos e Franco | D. Duarte Nuno e Salazar

D. Juan Carlos de Espanha recebeu todos os poderes do ditador Franco, mas devolveu-os ao seu legítimo proprietário: o povo de Espanha.
A partir daí, teve um exímio reinado de 36 anos consolidando a Democracia, exercendo o seu papel de verdadeiro árbitro e moderador com governos de direita e de esquerda. É o maior representante de Espanha e todos o conhecem pelo mundo. É o prestígio da Nação.
Apesar do suposto erro (Botswana), e com fortes reservas minhas que tenha sido aconselhado por supostos assessores, pelas mesmas razões que não houveram assessores com Hugo Chavez, ele disse sincero: «Sinto muito, cometi um erro e não vai acontecer novamente». 
Feita a sondagem, 70% dos cidadãos entrevistados concordaram em perdoar o velho rei. Terá sido só pelo seu prestigio acumulado? Terá sido pela antiguidade da Monarquia por aquelas bandas? Não me parece que tenha sido só por esses (e outros) justificativos positivos. O maior parece-me que foi este: Os reis também se enganam e Juan Carlos não só admitiu o erro como pediu desculpa por ele ao seu povo.

Em Portugal há quem diga que a II república se preparava para fazer o mesmo com D. Duarte Nuno (pai do actual duque de Bragança). Terá sido precisamente neste domínio que o ditador Salazar, realmente, errou? Não! A ditadura falou mais alto e era preciso manter um nível médio baixo/fraco de democracia e como tal a Monarquia Portuguesa era sinónimo de elevação daquele índice. Hoje tenho a certeza: com D. Duarte Nuno, descendente directo de D. Miguel I, o Popular, o povo estaria sempre em primeiro lugar e à frente de qualquer regime republicano despótico. Hoje continuamos em república, um pouco melhores, é certo, em status médio/baixo ou, usando o termo definidor do Índice anual de Democracia: de ”democracia imperfeita”.
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Portugal...uma república democraticamente imperfeita


«O Índice de Democracia é um índice compilado pela revista The Economist para examinar o estado da democracia em 167 países, na tentativa de quantificar este com o Economist Intelligence Unit Democracy Index do que se concentrou em cinco categorias gerais: o processo eleitoral e pluralismo, as liberdades civis, o funcionamento do governo, participação política e cultura política.»
Segundo esta fonte, Portugal é considerado, e bem, uma "democracia imperfeita".

No rol de "democracias plenas" deixava apenas as seguintes duas notas:
1.ª) Em 25, 12 são Monarquias;
2.ª) No top 10, 7 são Monarquias.

Aproveitando o embalo reformador, em que tudo, tudo mesmo, deve, e bem, ser questionado e inerentemente reformulado, não devia este regime ser também questionado? 
Além de historicamente ilegítimo (face ao povo de que faço parte), também sai mais caro ao erário público (dos meus impostos portanto) do que uma Monarquia e, em 101 anos, ainda não deu alegrias aos portugueses ficando muito aquém do paralelismo aos nossos tempos em Monarquia, bem como hoje em relação às nossas actuais ex-congéneres.

Fonte - Wikipedia (pois os dados estão mais descodificados e assim mais acessíveis ao grande público).

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Aos olhos do progressismo monárquico de hoje

Aos olhos de um cidadão perfeitamente normal seja ele sueco, norueguês, holandês, dinamarquês, japonês, inglês, etc, etc, e que se reveja no regime monárquico, deve olhar para esses infelizes países que foram nessa moda peregrina (e ora em decadência) das repúblicas e pensar: “Pobres coitados…tenho pena deles pois estão metidos numa grande e enfadonha salganhada!”
Mas ainda devem pensar outras coisas, mais definidas: “Mais pobres são aqueles que, pregando aos peixes, ainda querem restaurar um regime monárquico como forma de recuperar aqueles países republicanos…”
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quinta-feira, 3 de maio de 2012

Marigold Hotel


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Um (bom) comentário constatado no facebook

«Continuo com esperança de ainda conhecer o 36.º Rei de Portugal.»

M. J. Arrobas

Nota - Também continuo, também continuo e nunca desistirei.
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Grande frase do mestre Vítor!

«O Rei é aquele que se fez ser, não o que pretende ser...»
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É sempre bom saber por onde corre a melhor via regimental

...nas "arábias"!
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Povo + Rei ---» Alegria numa Nação

«Em frente do Palácio Real das Necessidades, em Lisboa, o Povo dá VIVAS ao Rei D.Manuel II e à Rainha-Mãe D. Amélia, que agradecem emocionados.
Maio de 1908»

L.F. Afonso.
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Centrem-se nesta história real

De facto a Infanta D. Adelaide de Bragança e seu avô El-Rei D. Miguel I eram individualidades à parte, mesmo entre nobreza e Reis. 
Eram ímpares entre pares!

«(...) Agarrou-me na mão e disse-me: "Vai haver uma grande batalha". 
E eu disse-lhe: Não se preocupe, eu acho que o Bem ganha sempre ao Mal. E ela olhou para mim, sorriu e fechou os olhos.»

Precisamos deles de volta, eles são a única saída para termos uma melhor democracia...para salvarmos Portugal. Precisamos dos Bragança!
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«Espanha e Estados Unidos, descubram as diferenças»

Descubram-nas aqui.

Quanto àqueles imbecis minoritários espanhóis (pois logo de seguida “à caçada” foi pesquisado o “mercado” e as sondagens davam a maioria com o Rei…apesar do erro) que andaram com cartazes de bota abaixo à Monarquia espanhola, para esses otários específicos eu lanço-lhes apenas a seguinte proposta:
Proposta - Ficam vocês com a nossa ré pública e vocês enviam-nos a V. Monarquia. Pode ser? Querem?
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Ouvido no espaço do Nuno Costa Santos:


*Ferdinando (trabalhador de uma loja de ferragens).
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«Republicanos luxos policiais»

Artigo aqui!
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Bonobo . "Ghost Ship" (2012)

Black Sands Remix. Via Alf.
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New Order

Provavelmente o álbum que mais gosto deles.
«(...)
Now you know my name
You search your empty brain in vain
If you don't change your ways
You'll end up here with me ungraced

Without you they'll never know
Without you my life won't flow
Without you they'll never show
Without you the night won't go
Without you I'm left alone
Without you I'm on my own
Without you I'll live in pain
Without you I've gone insane
(...)»
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James Brown . "Get Up (I Feel Like Being a) Sex Machine" (1970)

So funky moves...!
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Fugi . "Revelations" (1970)

Via ZB!
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Tamba Trio . "Garota de Ipanema" (1975)

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segunda-feira, 30 de abril de 2012

Miles Davis & John Coltrane . "Round Midnight" (1960)

Como hoje é o dia internacional do Jazz, deixo o melhor dele.
April 9, 1960 Kurhaus, Scheveningen, The Netherlands:
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sexta-feira, 27 de abril de 2012

Um rei na consciência

Assiste-se na Dinamarca a uma ruptura curiosa. A banca deles eleva-se às agências que nos arruínam e, em vez de se inclinarem reverentemente perante elas, ou seja as agências de rating, fazem-lhes frente. Esta é postura de uma Nação independente. Melhor…foi a sua Banca que a tomou.

Ninguém, mas mesmo ninguém, conseguirá me convencer que esta decisão (similar à Inglaterra em relação ao Euro, etc) não está alicerçada num composto geracional formado em Monarquia, numa consciência colectiva baseada no patriotismo, na independência e na neutralidade que traduz o colectivo interno, repercutindo-se de forma benéfica nas instituições…por mais indecifráveis que possam ser os sinais para alguns.

Para mim não é curioso ter sido no Reino da Dinamarca a acontecer isto. O cidadão dinamarquês, grosso modo, decide. É um resultado geracional, algo que o regime incute beneficamente no consciente colectivo daquele e noutros países em Monarquia.

O Rei é o símbolo vivo da Nação, o responsável, através da sua família, pela fundação de determinado país. Há uma responsabilidade maior, pois o monarca é responsável pelo passado deixado pelos seus antepassados, pelo presente dele e pelo que deixa para o futuro dos seus herdeiros. Há uma cadeia responsabilizadora muito maior. Não entra e sai, ficando os problemas para o próximo…

O Rei é o exemplo vivo de um determinado país para cada um dos seus concidadãos. Ele é a referência! Em Monarquia cada cidadão deve ter, em consciência, um “rei” enquanto maior potenciador do estado de bonus pater (ou mater) familiae. Com um “rei” em cada consciência individual, as coisas comprovadamente correm melhor.

Por cá deixamos de ter Rei. Por cá deixamos, infeliz e perdidamente, de ter um “rei” na consciência individual. Por cá, em república, temos sim um “rei” mas na barriga…e ainda nos admiramos de estarmos como estamos?! A mim não me admira.
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Quem assassinou Sissi?

Vinha assim na página 25 do Público de 20-4-2012:

«Breivik admite que ataque à ilha de Utoya foi “plano B”

Terrorista planeava detonar três bombas em Oslo e decapitar antiga primeira-ministra Gro Harlem Brundtland

O extremista Anders Behring Breivik pretendia fazer explodir três bombas para destruir as sedes do Governo da Noruega, do Partido Trabalhista, que compõe a maioria parlamentar, e ainda o Palácio Real em Oslo. Mas, ao constatar a dificuldade em fabricar os engenhos para provocar o grau de destruição que planeara, decidiu avançar com um “plano B”: um ataque a tiro, para o qual se treinou intensivamente praticando jogos de guerra.
(…)»
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quinta-feira, 26 de abril de 2012

Sombras da Escuridão


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O repicar da alegria e do sonho

Talvez em vida não consiga passar a terceiros, conforme gostaria, ou mesmo traduzir, a alegria desse sonho de ouvir um dia o repicar dos sinos em Portugal ou o bradar dos portugueses anunciando, em regozijo simultâneo, o nascimento de um Príncipe ou a Coroação de um Rei. 
Mas a alegria deste sonho já ninguém me pode tirar, nem a mim nem a muitos correligionários desta probidade imortal. 
Sempre no labor desse ideal e sempre com a máxima lealdade aos Reis de Portugal, 
PPA.
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É por esta e por outras que tenho mais é que defender uma Monarquia Constitucional!

(«Ingres, Portrait of the Princess Albert de Broglie»)
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Cada vez a Monarquia é mais tema de conversa...e ainda bem

Vinha no Expresso (14-4-2012), na parte dedicada à opinião dos cidadãos:

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A Base

Tomando por base D. Pedro V, D. Luís I, D. Carlos, D. Manuel II, a Holanda, a Suécia, a Dinamarca, o Japão, etc...o que é que ainda vêm de interessante, progressista e inovador neste regime republicano que está a aviltar-nos há 101 anos? O que estamos à espera de mudar o regime? 
Quero viver num Portugal feliz!
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É por esta e por outras que tenho mais é que defender uma Monarquia Constitucional!

(«Sissi da Áustria e Hungria - Elisabeth Amalie Eugenie von Wittelsbach, Imperatriz de Áustria, Rainha Apostólica da Hungria, Rainha da Boêmia, da Dalmácia, da Croácia, da Eslovênia, da Galícia e Lodoméria, da Ilíria e de Jerusalém»)

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Lazerhawk . "Dream Machine" (2010)

Via Alf.
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Gala Drop . "Rauze" (2010)

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The 2Bears . "Take a Look Around" (2011)

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Pete Drake . "Forever" (1964)

Do ZB mais um tema fantástico. Sendo emergente do country, é inexplicável a beleza e, até, a complexidade harmónica dele. Actual.
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Manu Dibango . "Hot Chicken" (2000)

Via ZB.
From the Verve album "Funky End".
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Helene Smith . "You Got To Be a Man" (1969)

Via ZB.
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quarta-feira, 25 de abril de 2012

O 25 de Abril que festejo...

...ainda hoje!
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Johann Strauss II . "The Blue Danube Waltz" (1867)

À minha mãe pelo aniversário dela, um tema do seu compositor favorito.
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quinta-feira, 19 de abril de 2012

E Agora, Onde Vamos?


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Vivendo e aprendendo

Existem certas pessoas que me levaram a aprender porque, em determinados momentos, não se deve gastar latim. 
Isso porque, na pior hipótese, padecem de um redutor e vergonhoso conhecimento que não os leva sequer a uma ponderação e discussão do regime de forma histórica e minimamente enquadrada. Na melhor hipótese são assumidos republicanos, a minoria destes dois grupos, não valendo a pena esgrimir argumentos pois as posições estão firmemente afastadas. Menos mal.
Face ao exposto, concluo que o que nos difere é o seguinte:
Aquilo que defendo existiu, funcionou e continua a funcionar hoje (e ainda melhor) nos países mais desenvolvidos do mundo…mas não me dão a hipótese sequer de colocar novamente a hipótese cá. Quanto ao regime defendido pelos outros, o actual, é o que se vê. Está demonstrado e evidenciado para que todos possam ver. São regime, foram poder e estamos em desgraça cíclica. Essas são as diferenças que nos distinguem e que sempre nos haverão de distinguir.
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«Desculpem. Eu cometi um erro e não acontecerá de novo»

Julgo que o Rei de Espanha, na essência do assunto, não teve a melhor escolha. Errou.
Porém, não me recordo de um erro que lhe pudesse ser apontado em mais de 30 anos de reinado. Talvez por isso, em gesto inédito, o Rei dos Espanhóis, repito, o Rei, disse de forma apoliticamente incorrecta e objectiva «que a viagem foi um "erro" que "não se repetirá"».
Erros todos cometem, assumi-los…nem todos! 
Por isso há que ver (também), contraditoriamente, pelo reverso da medalha. 

Três artigos argumentadores: 
1.º 

2.º 

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Para alguns é a imagem, para mim não!

Para aqueles pseudo entendidos em imagem e que a privilegiam como “dom” essencial para nos representar e gerir nos tempos de hoje que, fazendo fé nessa “fulcral” premissa, nos vêm dizer que SAR o Senhor D. Duarte de Bragança não tem imagem para chefe de Estado, a esses eu lhes digo: Perfeito! Ainda bem que ele é assim, genuíno! Razão e argumento primordiais para sê-lo: Rex!
Interpreto a questão precisamente ao contrário…uma vantagem ao establishment e a alternativa genuína que Portugal precisa para, de topo, encetar a sua real e estrutural reforma democrática. De actores, bem falantes, cheios de imagem está Portugal desta república farto.
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Até na Áustria...

...ela começa, cada vez mais, a reaparecer.
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"reizinhos"

Monarquia e depressa! Precisamos de um regime coerente, mais representativo, melhor e, sobretudo, mais barato!
Começa-me a faltar a paciência por estar sucessivamente a perder regalias e a pagar, com impostos, esses ‘reizinhos’…
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Aos republicanos bacocos

Para aqueles que dizem que a república é o terminal das monarquias, fica aqui um simples exemplo que não é assim: 
O que foi a burguesa e “Serenissima Repubblica di Venezia” (ah, ah, ah, ah!), aliás as sempre mui burguesas repúblicas (também quase sempre impopulares…)? 
R: Algo muito antigo, passado e inexpressivo! 
Por outro lado, sei comparativamente o que foi Veneza inserida Império Romano. Sei o que foi Veneza quando inserida no(s) Reino(s) de Itália...e até sei que hoje está melhor, embora em república, mas num todo maior. Foi a safa hodierna possível. 
Ontem no Açoriano Oriental vinha um artigo sobre a pirataria seiscentista em São Miguel. Esse artigo continha um mapa dos Açores da altura, com referência à República de Veneza. Estávamos em 1688. 
A pergunta impõe-se: O que era a “Serenissima Repubblica di Venezia” (desculpem novamente…mas é o “sereníssima”: ah, ah, ah, ah!) comparada com o Império português naquela altura...!?
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Ouvido ontem na Antena 1

Em Monarquia é assim, nas questões realmente importantes: 
"PSOE reitera a posição do Governo Espanhol para a não necessidade de Espanha pedir resgate financeiro."
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Figuras...

Alguém viu a figura que o Prof. Marcelo fez com uma réplica da Coroa Real na cabeça, sob o título "No Reino de D. Marcelo"? 
Páginas 44 e 45 da última Revista do Expresso.

Deixo duas questões: 
1.ª) Terá sido uma fotomontagem sem o homem saber...? 
2.ª) E se não foi fotomontagem, o que se tem a dizer disso...?

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De correia partida...

Portugal pós 5-10-1910, se repararem bem, é como uma bicicleta com a correia partida. Revoluções atrás de revoluções, pedalar atrás de pedalar…e não saímos da cepa torta.
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Um bom artigo vindo...

...do Paraíso.
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Rei George Tupou V

Falhou-me ter referido a passagem deste grande senhor: «Educado na Grã-Bretanha, o Rei modernizou as estruturas políticas do país, garantido a paz social naquele arquipélago do Pacífico.» 
José Cutileiro, in Expresso.
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Posição da Casa Romanov

Entendo e concordo com a posição da grã-duquesa Maria Vladimirovna, Chefe da Casa Romanov.
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Ainda existe Portugal?

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Fundação Casa de Bragança dá lucro de € 2 milhões!

Ainda a Casa de Bragança a dar lucro a Portugal, apesar destas crises repetidamente republicanas. As condutas republicanas que andamos 101 anos penosamente a suportar, bem como o já indisfarçavel problema de regime, lembram-me aquelas casas que têm gravíssimos problemas de infiltrações e humidades e cujos interiores e exteriores degradam-se a olho nu. O propriétário, apesar de ter meios para resolver o problema, fazendo obras de fundo, ocioso, prefere não se chatear e apenas pintar por fora e por dentro para manter as boas aparências, sublinho as aparências. Passado pouco tempo...volta ao ponto 0 e as infiltrações e humidades persistem e, obviamente, vão piorando.
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Será um indicativo do Miguelismo de esquerda...?

Sabendo que um Rei não é de direita nem de esquerda, que é do povo, mas que pode ser admirado pela direita como pela esquerda, será que o Zeca Afonso, com "As sete mulheres do Minho" (hino indesmentível à Maria da Fonte), nos quis dar o mote (ou o toque se preferirem a expressão musical) para uma variante de esquerda do Miguelismo, enquanto congénere ideológica do Carlismo esquerdista espanhol, curiosamente tendo sido este último menos antigo?
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Moullinex . "Superman" (2010)

Via Alf.
Made in Portugal...porque P o r t u g a l é boOom!
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THEESatisfaction . "awE naturalE" (2012)

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Phaedra . "The Darkest Hour" (2011)

Unofficial Video.
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Lee Fields

Via ZB.
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Sharon Jones and the Dap-Kings . "This Land Is Your Land" (2009)

Via ZB, trazido por ventos belgas.
Hey Dap-Kings, I love my (real) land...!
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The Lijadu Sisters . "Life's Gone Down Low" (1976)

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Calvin Arnold . "Funky Way" (1968)

Via ZB.
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Billy Taylor, Duke Ellington and Willie the Lion . "Perdido" (1969)

Via ZB.
"Billy Taylor playing along with the Master himself, and piano legend Willie the Lion Smith, from a 1969 tv celebration of Billy's birthday."
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AbztraQt Sir Q . "Extimolotion" (2008)

Made in Portugal!
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quinta-feira, 12 de abril de 2012

17.000

Agradecimentos!
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Intouchables

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Não estamos em tempo de velhas fórmulas e de caminhos petrificados sem via alternativa

Perante a actual crise… 

…um cidadão monárquico e português em Monarquia não se resigna, não se guia pelo establishment, não quer ser apenas “bom aluno”, não quer ficar pela cepa torta, não se guia pelos trâmites predefinidos para os “portugiesisch”, não é mais um número na nova ordem orçamental e, sobretudo, não acata ordens (irredutíveis) de fora. 
Um cidadão monárquico e português em Monarquia, imbuído no espírito de um D. João I, que no mar viu além da terra que o feudalismo ainda estipulava como via para os demais, transforma problemas em oportunidades, procura soluções além da Europa da Troika alemã e vai encontrar a sua comunidade, a comunidade da língua e do ex-Império. Essa seria uma comunidade que iria além de uma simples “Commonwealth portuguesa”, tornar-se-ia uma verdadeira comunidade económica viável e sustentável aos interesses dos portugueses em parceria com as novas economias emergentes, em especial, do Brasil e de Angola. Não seria necessária uma ruptura brusca, bastava uma suave transição negocial e paulatina que permitisse a passagem (da UE) para a nossa genuína comunidade….a da língua portuguesa. 
Um cidadão monárquico e português em Monarquia, não segue fórmulas...cria-as com todos os riscos inerentes. Corre esses riscos unido em volta de símbolos verdadeiros, o Rei, o mais verdadeiro de todos. Os portugueses estariam dispostos a correr esse risco se o seu representante se juntasse, como juntar-se-ia, a eles.
A realidade é, porém, outra: estamos em república, não temos referências, não podemos arriscar e temos de baixar a cabeça. Não tivéssemos interrompido a nossa progressista Monarquia, e outra realidade era de certeza a nossa: Não chegaríamos ao ponto que chegamos…não sou só eu que o digo, felizmente (ou infelizmente).
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Descobri hoje...

...na Internet.
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Retive este excerto do David, no blogue da Maria:

«Os Portugueses têm que ir buscar no actual Representante da Dinastia de Bragança, aquele cujos antepassados, jamais traíram os Portugueses e Portugal!»
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Pandora

Para endireitar Portugal, estaria na disposição de abrir a sua (respectiva) Caixa de Pandora. Muito pior não haveria de vir que aquilo que já há por aí…!
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Valores

Devo confessar um defeito: Valores para mim, daqueles transversais aos seres humanos (que vão do Alto Minho ao Algarve a passar pelas Regiões Autónomas e além fronteiras), não são moda.
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Esperanza Spalding . "Loro" (2006)

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Capital Cities (Feat. Tupac Shakur) . "Breathe (Pink Floyd cover)" (2012)

Via Alf.
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Miami Nights 1984 . "Ocean Drive" (2011)

Via Alf.
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Julia Holter . "Marienbad" (2012)

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domingo, 8 de abril de 2012

George Frideric Handel . "Messiah - Hallelujah" (1741)

Para quem leu Jack Kirby, Stan Lee, Steve Ditko ou Frank Miller, são peanuts acreditar no Cristianismo. É óbvio que há um Deus e os recursos usados por Ele foram mínimos comparados com a extensão do seu poder pleno e efectivo. Digamos que usou, há 2.000 anos, 0,001% desse poder na terra para ser (muito) Simpático connosco.
 
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sexta-feira, 6 de abril de 2012

Samuel Barber . "Adagio for Strings - Agnus Dei" (1936)

6.ª triste
No dia mais triste da humanidade, coloco a música mais triste que conheço.
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quinta-feira, 5 de abril de 2012

Desejo uma Páscoa bem celebrada


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Irmãos Lumière: Primeiros filmes (1895)

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Justiça republicana: Sumariamente mortos em república

Tive a oportunidade de verificar um facto passado que, por si só, é revelador daquilo que foi a república ontem, o seu reflexo hoje e sempre. 
Lia a última Revista do Expresso, no semanal espaço temático "Quiz", este dedicado à Justiça, da autoria de Rui Gustavo, quando algumas questões me assaltaram para testar os conhecimentos. 
Chamou-me a atenção a 6, concretamente: 

«Luísa de Jesus foi a última mulher executada em Portugal, em 1772. 
Que crime cometeu? 
a) Assassinou o barão para quem trabalhava e um enviado do Rei 
b) Matou 33 bebés 
c) Era espia de Castela» 

Resposta: b) 

Contudo, e confessando a minha ignorância neste assunto específico, não sabia de todo a segunda. Mas se tivesse reflectido melhor constataria o óbvio. 
O quiz 2 era colocado assim:

«A pena de morte foi abolida em 1867, mas houve uma condenação depois dessa data, quem foi? 
a) Manuel Buíça, autor do regicídio que vitimou D. Carlos I, em 1908 
b) Ferreira de Almeida, um soldado que tentou passar para o exército alemão em 1917 
c) José Júlio Costa, que matou a tiro o Presidente Sidónio Pais, em 1918»

Resposta: b) 


Ou seja, o infortunado cidadão João Augusto Ferreira de Almeida (tal qual também somos hoje), quiçá numa opção constatada e desesperada de fugir daquela república imprestável, supostamente terá optado por transitar para o lado germânico. Face ao nacionalismo republicano português e à insana ânsia do novo regime prestar vassalagem às potências aliadas, o cidadão teve, segundo os seus julgadores, o que merecia: uma morte sumária! Somando esta ao caso de Humberto Delgado, já vão duas mortes sumárias pela “justiça” republicana. É a dita trilogia no seu melhor: Liberdade, Igualdade e Fraternidade…à moda do novo regime português. Nem os assassinos que planearam a morte de El-Rei D. Carlos tiveram tal destino. A Justiça era outra…! A república, sempre tão progressista, arrebentou o inovador pacto firmado com o mundo, constituído pela nossa Monarquia Constitucional, e voltou a condenar à morte. “Mate-se”, terá dito o julgador de João Augusto. 

Hoje, na III república herdeira, a Justiça é o que se vê. Querem melhor base justificativa?! 
Termino como começou o responsável pelo quiz: “justiça seja feita”!
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Da Semiótica...(II)

Aquilo que devia ser um posto e um símbolo, não é reconhecido. 
Em vez, sustentamos muitos postos que são os "símbolos" inequívocos e reconhecidos da república.
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O líder

Só reconheço um líder quando este possui, essencialmente, duas características no coração: bondade e bravura.
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Carlos I da Áustria e IV da Hungria ou Carlos I de Habsburgo-Lorena

Na Madeira, onde faleceu o Imperador exilado.
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Monsenhor João Maurício de Amaral Ferreira

Monsenhor João Maurício de Amaral Ferreira tem hoje uma escola, rua(s) e outros meios a evocar o seu nome. Merecido e mais que justo, digo eu. Todavia, sou suspeito e pessoa ilegítima para o afirmar, pois estimo o meu falecido tio-avô. Mas digo, contudo, a verdade…como muitos sabem. 
Homem que morreu, literalmente, nos braços do trabalho pelos outros. Escondia as fragilidades que indiciavam a perda da vida, para se mostrar sólido perante o serviço público, ao serviço do seu povo. Homem que sem os mesmos meios e fundos de hoje, construiu com toda a tenacidade, sempre em prol daqueles à sua guarda, infraestruturas físicas e humanas que ainda hoje são a referência de muitos no ensino, maxime o ex-Externato hoje Escola Básica e Secundária da Povoação que, presentemente, ainda conserva um recorte arquitectónico fresco e actual. 
Já em Ponta Delgada, por nomeação do Bispo para Reitor do Santuário do Senhor Santo Cristo, estendeu a todos os devotos do Senhor Santo Cristo dos Milagres espalhados pelo mundo, a passagem da noite com a imagem (antes interdita) do Ecce Homo
O Monsenhor teve pouquíssimo tempo nesse cargo pois perderia vida meses depois, mas deixou uma forte marca. 
O orgulho não é bom, mas por este bom homem não consigo evitar de deixar senti-lo.
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Do grande Rémi Gaillard

Foot 2007

Foot 2009

Astronaut (obra prima)
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Michael Kiwanuka . "Tell Me A Tale" (2012)

O grande ZB enviou-me esta preciosidade, via mail. Se ele diz "Song of the year, so far", para mim tem carácter de Lei e, como se diz tecnicamente, com valor reforçado!
Grande Zé, vai daqui um forte abraço amigo para o Reino da Bélgica.
Todos os créditos para ele.
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Coro de monjes benedictinos del monasterio de Santo Domingo de Silos (Burgos) . Vários (????)

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domingo, 1 de abril de 2012

Noticia de última hora

Conselho de Ministros decide evocar o 5 de Outubro com o dobro do horário de trabalho. Justificação: Diz Vítor Gaspar que assim é mais produtivo e que essa produção (em dobro) ajuda a remediar o mal que aquela data nos causou.
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)