Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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domingo, 31 de outubro de 2021

A Origem das Monarquias Ocidentais

O grande Júlio César, aquele que nunca foi Imperador, embora um dos maiores militares e políticos que pisaram a Terra, mas cuja infame morte deu azo a que o povo romano percebesse que Roma tinha de deixar de ser uma república e transitar para um sistema menos corrupto, menos cobarde, menos intriguista, de menos fações, mais evoluído, unido, promotor do verdadeiro progresso e, consequentemente, forte: uma Monarquia. Tal como aconteceu com D. Carlos, a mesquinhez e a necessidade de prevalência dos interesses de uns em detrimento de todos, deu azo a uma vil traição sobre quem menos merecia.

Contudo, o povo romano soube distinguir, perante tal injusto cenário, onde estava a solução e, essa, foi dar o poder ao sobrinho daquele que elevara o bem estar dos cidadãos romanos e os respeitou, César, nascendo, assim, com o também sábio Augusto, o Império Romano um dos mais marcantes e importantes de toda a História humana. Além disso, nascia o moderno modelo de monarquias ocidentais, um novo conceito, já não meramente tribal.

Em suma, hoje estamos, novamente, a perder terreno para aqueles que querem o arcaico republicanismo para defender os seus interesses e dos seus mais próximos, em detrimento do povo. Estamos de retorno ao domínio dos "Brutos".


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quinta-feira, 18 de agosto de 2016

FCP

Para ganhar em Roma, aos romanos, recomendo, vivamente, um produto que no passado se revelou eficaz: poção mágica dos gauleses!

Parece-me a hipótese mais viável.

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quinta-feira, 4 de abril de 2013

Daniel e os leões

Daniel, que foi o primeiro sportinguista da História (pois puseram-no no meio de leões e os animais simpatizaram com ele), foi informado Superiormente de duas coisas:

1.ª) Que ainda vinha por aí a maior e mais longa ameaça ao Povo Eleito;
2.ª) Que o Povo Eleito seria salvo daquela ameaça pelo Grande Rei, o Filho do Homem.

Relativamente à profecia, Daniel, esse meu antecessor sportinguista, acertou em tudo:
1.ª) Vinha o Império Romano.
2.ª) Apareceu o Filho do Homem que converteu o Império e, mais tarde, ele acabou efectivamente. 

Aparentemente podia-se pensar que houve um ligeiro desvio interpretativo de Daniel, quando referiu que o Filho do Homem vinha em formato rei mas acabou por vir em formato Carpinteiro. Não, ele não se enganou. Um rei não se faz rei, um rei é feito rei pelo povo por que é por todos. Por isso o Carpinteiro, à semelhança de David o pastor, foi coroado eternamente O Rei dos reis. 
Em relação a um rei sempre foi assim, sempre será assim. Não há volta a dar.
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quinta-feira, 7 de junho de 2012

Provindo do riquíssimo mural do meu estimado amigo António Lemos Soares:

«"Cumpre ter sempre presente, que a Lusitânia é habitada pela mais poderosa das nações hispânicas; e que achando-se já subjugadas as outras, é esta a que se atreve ainda a deter as armas romanas.
Não provém a sua força do número dos seus habitantes, mas da sua resistência devida a um temperamento tenaz e incansável, a uma dignidade individual que antes prefere a morte a qualquer aparência de escravidão".

Carta do Pro-cônsul Caio Lellio ao Senado de Roma»
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quinta-feira, 19 de abril de 2012

Aos republicanos bacocos

Para aqueles que dizem que a república é o terminal das monarquias, fica aqui um simples exemplo que não é assim: 
O que foi a burguesa e “Serenissima Repubblica di Venezia” (ah, ah, ah, ah!), aliás as sempre mui burguesas repúblicas (também quase sempre impopulares…)? 
R: Algo muito antigo, passado e inexpressivo! 
Por outro lado, sei comparativamente o que foi Veneza inserida Império Romano. Sei o que foi Veneza quando inserida no(s) Reino(s) de Itália...e até sei que hoje está melhor, embora em república, mas num todo maior. Foi a safa hodierna possível. 
Ontem no Açoriano Oriental vinha um artigo sobre a pirataria seiscentista em São Miguel. Esse artigo continha um mapa dos Açores da altura, com referência à República de Veneza. Estávamos em 1688. 
A pergunta impõe-se: O que era a “Serenissima Repubblica di Venezia” (desculpem novamente…mas é o “sereníssima”: ah, ah, ah, ah!) comparada com o Império português naquela altura...!?
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sexta-feira, 22 de abril de 2011

Ben-Hur (1959)

Sempre guardei esta como a mais bela imagem de Cristo, na sua magnificência plena! 

Apenas o génio de William Wyler, percebeu o que não era tão evidente: o Seu rosto nunca colocado num plano directo, mas sim indirecto, enquanto reflexo estampado nos dos outros. O reflexo do testemunho! In casu, tremenda expressão cinematográfica por intermédio de Charlton Heston e do Centurião.
Mas há a integração e o reconhecimento.
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)