Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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domingo, 19 de maio de 2013

Do Sporting, mas...

O Futebol Clube do Porto, enquanto equipa, porta o azul e branco e foi hoje campeão nacional. 

Neste contexto, estou como o João Távora: se fosse portista saberia qual a bandeira que usaria para festejar o tri. 

Parabéns ao FCP, mas em especial ao Vítor Pereira que provou que, afinal, não é qualquer um que ganha em (dose dupla) situações tão difíceis. Merece admiração.
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sábado, 11 de maio de 2013

Azul e branco Vs Vermelho

Sendo do Sporting, queria, contudo, felicitar especialmente aqueles portistas que, à semelhança do seu fundador, António Nicolau d'Almeida, são azuis e brancos - azuis e brancos e não tanto aqueles que hoje são azuis brancos - vermelhos ou afins. 

Sendo do Sporting fiquei, todavia, contente por ver uma grande mancha do País feliz (novamente) de azul e branco...devem ter sido, para aí, uns 4 milhões.
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quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Aos rivais mas amigos portistas:

«O nome do país provém da sua segunda maior cidade, Porto, cujo nome latino era Portus Cale.» 
in Wiki.

Porto, Portugal, origem e azul e branco...aí já faz tudo sentido. 
Não foi à toa que o fundador do FCP, António Nicolau d´Almeida, quis, mesmo fragilizada, que as cores do seu clube, o primeiro, fossem as da Monarquia, as de Portugal! 
Foi de homem! Registado para a História!
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quinta-feira, 25 de agosto de 2011

As origens, a lealdade e o descaminho…

Muitos referem-se ao Futebol Clube do Porto como uma “Naçon”…e de facto são! São uma nação (hoje) à parte, uma nação fundada na nossa verdadeira origem: o azul e o branco. São os que sustentam (como os Açores noutro contexto) o Azul e Branco verdadeiramente pátrio! São, no presente, a continuidade do que fomos há 100 e durante 767 anos. Foi este cunho, esta matriz, que o seu fundador António Nicolau de Almeida quis introduzir e conseguiu! Conforme nos é dito pela História, quando ele traz, de Inglaterra, o futebol para o Porto, ele quis, desde logo, marcar a diferença colocando as cores de Portugal, e da Monarquia Constitucional, nas cores do equipamento do Clube que ia fundar, marcando posição (e oposição) às “novidades” que os ventos traziam e com as quais não concordava. Ele, sendo um próspero comerciante, liberal, viajado e progressista, era leal, como português, ao seu Rei (por mais atacado que ele fosse) e a Portugal. “São nos momentos difíceis que devo mostrar quanto vale a minha determinação e convicção”…penso eu (de) que terá sido isto que motivou Nicolau de Almeida.
Os portistas por serem azuis e brancos, reflectem um Portugal maior que nós, um Portugal de vitórias que nós não conhecemos: o da Monarquia! Está-lhes, literalmente, incrustado nas suas peles por intermédio das cores que transportam nas suas camisolas. É tradição, é fundação, é progresso e presentemente são resultados…é indesmentível! 
Outro reflexo disso mesmo foi a coragem de terem conservado uma coroa no seu emblema, aliás, à semelhança daquilo que prolifera nos países desenvolvidos (monárquicos) da Europa . É o único dos três grandes…nunca repudiaram a sua origem nem a deste País. Antes conservaram-na!
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terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Homenagem ao grande ANTÓNIO NICOLAU d'ALMEIDA

Embora sejamos sportinguistas, não seria honesto abstermo-nos de prestar uma sentida homenagem a este grande homem, à sua visão, à sua convicção e caminhada e ao grande legado que deixou.



(Clicar nos textos para ampliar)

Fonte - Revista Única, contida no Expresso #1937, de 12 de Dezembro de 2009, página 70 a 72.


Foto do fundador do Futebol Clube do Porto, António Nicolau d'Almeida.
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)