Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Actualização | Portugal 8.0

Com um equipamento daqueles, REALmente bonito, só falta mesmo actualizar a bandeira.

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quinta-feira, 14 de março de 2013

Fundacional…

Apesar de algumas omissões institucionais que, por ora, ainda não as consigo explicar, foram enfim publicadas, na passada sexta-feira, por intermédio da Resolução do Conselho de Ministros n.º 13-A/2013, em Diário da República, 1.ª série - N.º 48 - 8 de Março de 2013, as decisões finais dos resultados do censo às fundações, nacionais ou estrangeiras, que prossigam os seus fins em território nacional, e nos termos e para os efeitos previstos no n.º 4 do artigo 5.º da Lei n.º 1/2012, de 3 de Janeiro.

Nos termos, respectivamente, dos n.ºs 2 e 3 do Anexo I daquela Resolução, ficou a saber-se que, no âmbito da tutela do Ministério das Finanças, foi determinada a cessação do total de apoios financeiros públicos à Fundação Casa de Bragança (alínea b) e no âmbito da tutela do Ministério dos Negócios Estrangeiros determinada a cessação do total de apoios financeiros públicos à Fundação D. Manuel II (alínea a) i). Outras fundações com nomes dos nossos Reis também foram afetadas. Todavia, vamos focar-nos apenas naquelas duas.

Pelo mesmo disposto (n.º 3), também ficou a saber-se que no âmbito da tutela do Ministério dos Negócios Estrangeiros, foi determinada a redução de 30 % do total de apoios financeiros públicos à Fundação Mário Soares (alínea b) ii).

É um facto que a Fundação Casa de Bragança dá lucro e, ao que se sabe, é algum.

Ou seja, e se bem percebi, uma fundação que dá lucro não é merecedora de mais investimento, impedindo-se que possa dar ainda mais lucro. Por outro lado, uma que não dê lucro é de continuar a injectar-se dinheiro dos nossos impostos para que ela possa subsistir. É tudo uma questão de óptica.
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sexta-feira, 5 de outubro de 2012

5 de Outubro de 1143 - Fundação de Portugal


«No próximo dia 5 de Outubro, uns recordarão a implantação de um regime político, o mesmo que nos fez mergulhar na situação dificílima que vivemos. Nós, porém, celebraremos a fundação do nosso País.

O Chefe da Casa Real Portuguesa S.A.R. o Senhor D. Duarte, Duque de Bragança, lerá uma importante mensagem aos portugueses, no salão Nobre do Palácio da Independência, no próximo dia 5 de Outubro, pelas 15h. 
Não falte e partilhe esta mensagem!»

Portugal triunfará, assim que saibamos estar todos unidos. Ajude-nos a restaurar a esperança - partilhe esta mensagem!»

Causa Real.
Palácio da Independência
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quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Só por convite...

A república (5-10-1910), institucionalizada e paga pelos nossos impostos, para festejar um dia sangrento... só por convite.

A Monarquia (5-10-1143), apenas com a boa vontade organizativa de alguns que gostam mesmo deste País, para festejar a nossa Fundação...recebe todos.
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quinta-feira, 6 de outubro de 2011

«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)