Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

sexta-feira, 12 de outubro de 2018

Amália, a mais bela evocação

Muitos conseguiram e souberam dignamente homenagear Amália, mas ninguém tão bem como este homem neste poema:
Sinopse:
"Todos nós temos Amália na voz
E temos na sua voz
A voz de todos nós"
«Voz Amália de Nós
Fiz dos teus cabelos a minha bandeira
Fiz do teu corpo o meu estandarte
Fiz da tua alma a minha fogueira
E fiz, do teu perfil, as formas de arte
Fiz das tuas lágrimas a despedida
Fiz dos teus braços a minha dança
Dei o teu sentido à minha vida
E o grito dei-o ao nascer de uma criança
Todos nós temos Amália na voz
E temos na sua voz
A voz de todos nós
Dei o teu nome à minha terra
Dei o teu nome à minha arte
A tua vida à primvera
A tua voz à eternidade
Todos nós temos Amália na voz
E temos na sua voz
A voz de todos nós
A tua voz ao meu destino
O teu olhar ao horizonte
Dei o teu canto à marcha do meu hino
A tu voz à minha fonte
Todos nós temos Amália na voz
E temos na sua voz
A voz de todos nós
Dei o teu nome à minha terra
Dei o teu nome à minha arte
A tua vida à primvera
A tua voz à eternidade»
António Variações.

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Brava evocação!

I

Justíssimo. Tranquiliza-me saber que, afinal, ainda temos militares dignos desse estatuto.
Digo e repito: enquanto Jaime Neves não receber, em geral, o devido reconhecimento e as necessárias honrarias, significará que a democracia portuguesa ainda não se modernizou, não estabilizou e, acima de tudo, não amadureceu.

II

Apesar de tudo, um dos atos mais dignos do mandato de Marcelo.

III


José Lobo Amaral.

IV

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MONTH SOUNDZZZzzz! Part II


Made in Portugal.

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MONTH SOUNDZZZzzz! Part I


Made in Portugal.

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sexta-feira, 5 de outubro de 2018

A Bandeira e verdeiro significado

Através daquilo que inspirou o seu símbolo maior - a bandeira da república portuguesa, percebe-se cristalinamente em que regime estamos mergulhados desde 1910 e, raciocinando um pouco mais, porque razão somos enormemente corruptos e ainda estamos amarrados a determinadas forças de poder que nos vão penosamente gerindo.

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Prof. Doutor Jorge Miranda

Falar do que realmente interessa no dia do nascimento de Portugal.

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Antero

Antero de Quental Sobre…o Partido Republicano Português, aqui.

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Lido no facebook:

"A inveja impede os portugueses de um raciocínio lógico sobre a monarquia."

André Pereira.

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domingo, 16 de setembro de 2018

D. Pedro V - Nascia

Nascia, a 16 de setembro de 1837, no Palácio Real das Necessidades, em Lisboa, um dos homens mais importantes e exemplares da nossa História, S.M.F. El-Rei D. Pedro V de Portugal.



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domingo, 26 de agosto de 2018

Best eleven days of my career

1991 - 39

John McEnroe disse, em maio deste ano, em entrevista a Graham Bensinger, que «não gostava do Connors», mas isso não significava que não tivesse um enorme respeito por ele. Acrescentou dizendo que, a seguir a Nadal, e na sua opinião, Connors foi o tenista que mais dava o que tinha de si num court de ténis quando jogava.

Neste documentário, sobre o US Open de 1991, ganho por um Stefan Edberg que jogou o melhor ténis da sua vida, tendo realizado um estrondoso torneio, e não fosse essa realidade...todos só se lembrariam hoje, relativamente àquele evento, daquilo que fez Connors.

Connors, e como o próprio refere, após ter ganho tantos títulos, oito deles do Grand Slam, incluindo cinco US Open, e apesar de recordar todos esses feitos, nenhum se comparou àquilo que fez naquele verão de 91 em Nova Iorque. Foi o momento mais especial da sua carreira e nem sequer o ganhou. Apenas um grande campeão pode ter uma afirmação destas, no contexto em que foi realizada aquela proeza.

“Jimbo”, como era conhecido Jimmmy Connors, é realmente uma lenda. Não tendo um ténis bonito nem elegante, tinha, porém, uma força de vontade interminável de jogar e de vencer…como muito poucos. Contagiava quem quer que fosse ver um jogo dele. É como Patrick McEnroe refere neste documentário: «para termos a certeza que tínhamos ganho ao Connors, era preciso o árbitro dizer: “Game, set and match”!»

Para Connors, mais do que ganhar, ele não gostava de perder, daí a sua célebre frase: «I hate to lose more than I love to win.»

Termino dizendo que tenho sérias dúvidas que alguém, presentemente, consiga este feito, tal como Connors o atingiu em 1991, num torneio do Grand Slam.

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sábado, 25 de agosto de 2018

Este Rei Que Eu Escolhi

Recente aquisição para a biblioteca, oferta minha à prole.
Este livro, de 1981, bem como outros da autora, evidenciam que a paixão por aquilo que melhor tivemos (...e ainda temos), ou seja, o legado dos nossos Reis, da nossa História, pode ser contada independentemente de partidarismos ou ideologias, sejam de direita ou de esquerda.
Muitos são os relatos de crianças de outrora, hoje adultos, que expressa e publicamente manifestaram o seu agradecimento a Alice Vieira, porquanto foi graças à sua obra que puderam conhecer e apaixonar-se pela História de Portugal.
Autora: Alice Vieira.
© Editorial Caminho, 1981.
Capa: Bernardo Carvalho / Planeta Tangerina.
Edição: 14.ª
Foto - PPA

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sábado, 18 de agosto de 2018

Pendor entre o CDS-PP e a Aliança

Diria que todo o panorama dos partidos políticos (sobretudo os da AR) precisam de clarificação.
Em pleno século XXI já não fazem sentido partidos com designações como "Partido Comunista", "Partido Socialista", etc. Comparando a prática/realidade hodierna com o conceito político - filosófico que os criou, há muito que já perderam sentido e atualidade.

A título de exemplo, e por um lado, o PSD, conforme estruturado pelos Barões, está a morrer (cuja diferença para o PS é quase nenhuma). Por outro lado, o novo PSD é incoerente com os seus Estatutos históricos. Neste contexto, e numa ótica de pura lógica, o Dr. Santana Lopes está certo.

Por fim, na AR, temos três partidos de extrema esquerda PCP, VERDES , BE), três de centro esquerda (PS, PSD, PAN - conforme criados...) e um de centro (Centro Democrático Social). Eis que emerge a questão: onde está uma direita a sério, que permita equilibrar este cenário que nos vai (mal) gerindo há anos?

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Aretha

In memoriam.

✿ (Memphis, 25 de março de 1942 — Detroit, 16 de agosto de 2018) ✿

E pronto…lá perdeu o Planeta uma das suas melhores vozes de sempre.

O que vale é que ela acabou de se tornar eterna, pois a sua música nunca deixará a nossa mente e, muito menos, a nossa SOUL!


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sexta-feira, 10 de agosto de 2018

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Disposto a enfrentar o fogo

Enquanto uns estão a tirar fotos nos seus confortáveis gabinetes ou a brincarem, por breves minutos, aos "limpa matas", outros, com o seu exemplo, preferem aliar-se aos seus concidadãos que arriscam a vida, na linha da frente, de modo a salvarem, de facto, portugueses, bens e o ecossistema.
Por pessoas como esta, vale ir à luta e procurar restaurar um Portugal melhor.

Sobre o mesmo assunto, ler aqui o texto do MCB.

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sábado, 4 de agosto de 2018

Chappaquiddick


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Não era liberal, era sim miguelista | Manuel Freitas do Amaral

Interessante episódio. Manuel Freitas do Amaral, um homem muito culto, visionário, moderno e refinado, responsável por um legado familiar multi secular que havia estado nos momentos cruciais da defesa do Reino de Portugal.

Contrariando a lógica que nos impingiram, era Miguelista. Entendeu que a melhor forma de proteger Portugal seria ao lado de D. Miguel.

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A maior de todas

Muitas honras existem.
Esta é especial.

Foto - PPA.

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Como eram coroados os Reis de Aragão

Sem prejuízo de outros princípios, sou monárquico em especial por este:

«De acordo com os Foros Aragoneses, o Justiça-Mor lia nesse acto a seguinte declaração:

"Nós, que valemos cada um tanto quanto vós e que, juntos, valemos mais do que vós, vos fazemos nosso Rei e Senhor, com a condição de que conserveis nossos foros e liberdades, ou se não, não!"»

Fonte - Aqui.

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A generalidade das introduções das repúblicas


Não tendo em Portugal sido diferente, normalmente as repúblicas, para se imporem, têm de desenvolver procedimentos anarquistas, terroristas e criminais que culminam no assassinato dos monarcas.

Em França foi assim com Maria Antonieta:

O carrasco pegou na sua cabeça ensanguentada e apresentou-a ao povo de Paris, gritando: "Viva a República!"

Testamento escrito, na cela, por Maria Antonieta e enviado à sua cunhada, Isabel, após saber da sua condenação à morte:

"É a vós, minha irmã, que escrevo pela última vez. Acabo de ser condenada, não a uma morte vergonhosa, pois esta é tão somente para os criminosos, mas a que me juntará ao vosso irmão. Inocente como ele, espero mostrar a mesma firmeza que ele em seus últimos momentos.
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Homens e erros

«Os homens erram, os grandes homens confessam que erraram».

Voltaire (1694 – 1778)


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Uma frase com a qual concordo:

"A qualidade da arquitetura não depende do orçamento. Não é verdade que havendo muito dinheiro sai boa arquitetura e havendo pouco sai má. Às vezes é o contrário."

Siza Vieira.
In Revista - E, edição 2382, 23/6/2018, pág. 38.
Foto - Roof-Magazine ©


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SUMMER SOUNDZZZzzz! (Part 3)


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SUMMER SOUNDZZZzzz! (Part 2)


Sétima Legião . “A Luz” (2000)
In memoriam - Ricardo Camacho (1954 - 2018) - Obrigado!



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SUMMER SOUNDZZZzzz! (Part 1)


Em português


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segunda-feira, 16 de julho de 2018

Observar uma boa solução

Achei interessante saber que o Observador, e bem, tem um separador intitulado 'Monarquia', onde saiu, por exemplo, num domingo, uma notícia como esta.

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domingo, 15 de julho de 2018

No Éder no Party

O único que podia travar os franceses:


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sexta-feira, 13 de julho de 2018

Responsabilidades

“Não é possível escapar à responsabilidade de amanhã, fugindo dos compromissos de hoje”.

Abraham Lincoln

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domingo, 17 de junho de 2018

"Carta a D. Duarte Pio"

Escrito por um socialista. Não obstante não ser monárquico, Ascenso Simões expressa, neste artigo de opinião, o seu entendimento sobre a ação monárquica, aproximando-se, por vezes, da realidade ou mesmo de uma solução. Outras nem tanto.

Apesar disso, este texto, escrito por um homem de centro esquerda, pugna acima de tudo por ser sério e construtivo.

Deputado, este foi quem enfrentou recentemente, quase só, um partido inteiro por uma questão de humanismo - votando contra a eutanásia, ou que publicou, destemidamente em consonância com o princípio da transparência, o seu vencimento, demonstrando, assim, que ainda existe uma reserva moral e ética no PS.

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Treinadores de bancada

"O chato é que todos os que sabem como governar o país estão ocupados a guiar táxis ou a serem barbeiros".

George Burns (1896-1996), comediante.

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Manisfestos de Portugalidade

Sobre a névoa que alguns, durante anos, criaram e fizeram querer como sendo um contrário à realidade secular (genérica) em África, eis que a pura verdade emerge em tom de Portugalidade.

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quinta-feira, 14 de junho de 2018

Sem prejuízo da outra parte (Miguelismo):

Sanjoaninas 2018
Melhor cartaz em Portugal nos últimos 108 anos!


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domingo, 10 de junho de 2018

10 de Junho Festejado no Arquiélago dos Açores

A frase deste brasão de armas foi proferida, no final do século XVI, por Ciprião de Figueiredo e Vasconcelos, 1.º e único Conde da Vila de São Sebastião, titulo atribuído por aquele que muitos (e bem) designam como D. António I de Portugal.

Ora, na presente data será festejado o dia de Portugal, das Comunidades e de Camões, nos Açores. Peca por tardio, apesar de muito válido. Mérito, contudo, a prestar ao Prof. Marcelo Rebelo de Sousa, cujo mandato forjou a iniciativa.

Evocar este dia no Arquipélago, mais do que merecido, é absolutamente legítimo, sendo lastimável que só em 2018 o tenham feito. Porquê!? Pela simples razão que este mesmo Arquipélago, com enfoque especial para o respetivo contexto da ilha Terceira, já foi tão somente: Portugal.

Quando o Império Habsburgo de Filipe II de Espanha (filho do Imperador Carlos V e de Isabel de Portugal) tomou os territórios portugueses, tendo o Império Luso claudicado de Aquém e Além Mar, os Açores, com centro primeiro e último em Angra do Heroísmo, aliás, conforme atestam os touros do aludido brasão, não capitularam e ousando opor-se, ao lado do seu Rei, D. António de Avis, enfrentaram destemidamente aquele gigantesco oponente, personificado no então poderosíssimo monarca da Casa de Áustria.


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domingo, 27 de maio de 2018

A discussão da Eutanásia no Parlamento é anti democrática

Não fazia sequer parte do atual Programa do Governo, nem tão pouco foi votada pelo povo nesta presente solução de Governo atípica (como todos sabemos foi Pedro Passos Coelho que venceu as eleições).

Além disso, tratando-se de matéria que entronca diretamente no direito à vida, ou seja, princípio e norma consagrados constitucionalmente, é ilegítimo à Assembleia da República legislar avulsamente sobre tão importante assunto sem passar por revisão.

Estou, porém, convencido, que se uma maioria de deputados de vários partidos irão travar esta aberração ofensiva à Democracia, o Professor Marcelo Rebelo de Sousa, enquanto Presidente, mas sobretudo enquanto constitucionalista, o fará e, se ainda assim não for suficiente, no âmbito da sua influência moderadora presidencial, motivará positivamente o Tribunal Constitucional, em última racio, em estancar terminalmente tais iniciativas anarquistas.


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sábado, 26 de maio de 2018

A vida é um Princípio, mesmo no seu fim

Enquanto se deparam com um gravíssimo problema geracional e etário da Segurança Social, com a Eutanásia em discussão, instrumentalizando-se noutra ótica, nem se dão ao trabalho de assegurarem cuidados mínimos paliativos...

Uma morte digna é assegurada por um investimento sério nos paliativos. O resto é suicídio autorizado ou assassinato assistido.

Enquanto existir uma só pessoa a lutar tenazmente pela vida, ninguém tem legitimidade para tirar a sua só porque lhe apetece. O dom (e o direito) à vida é algo maior ao indivíduo, é a existência, é a humanidade...em qualquer fase ou estádio.

A vida é um Princípio, mesmo no seu fim.

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sábado, 19 de maio de 2018

A rainha Africana

Carlota de Mecklemburgo-Strelitz, mulher do Rei Jorge III de Inglaterra, Rainha consorte, tinha ascendência africana.

E com origem, segundo o historiador, na Família Real Portuguesa.
Portugal em Monarquia, sempre à frente.


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Eduardo VIII

Depois do que se passou com a princesa Margarida, a princesa Ana, a princesa Diana, a Camilla e agora a Meghan Markle, acabo por achar hoje que exageraram um pouco com este senhor:


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Há quem não desista de trazer novamente alegria a Portugal

Apesar de todos os esforços, desde 1910, de abafar e esconder aquilo que fomos durante 7 séculos, eis que existem aqueles que, contra enormes adversidades, não desistem de fazer a felicidade do País e, sobretudo, genuinamente, do povo português.

Estive lá naquele dia de 13 de maio de 1995, muito jovem fui de propósito e ninguém me pediu. Como eu, milhares, vindos de todas as partes do País, fizeram questão de marcar a sua posição e assistir àquele momento especial de enorme alegria.


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Gestos

No dia do seu matrimónio a Rainha Victória não levou joias na cabeça, levou algo mais belo: flores.

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terça-feira, 15 de maio de 2018

Ao Príncipe da Portugalidade

Gostaria de desejar, respeitosamente, um feliz dia de aniversário a um homem altruísta, bondoso, causídico, conhecedor, culto, democrata, despregado de falências mundanas, desprovido de soberba, genuíno, filantropo, humanamente nobre, magnânimo, próximo do seu semelhante, sério, simples, mas que sobretudo ama e conhece Portugal e os portugueses.

Exatamente no dia que melhor o caracteriza - o da Família, saúde, prosperidade e felicidade àquele que reconheço como genuíno representante do meu País.


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segunda-feira, 14 de maio de 2018

Soldado Milhões


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La Lys

Enquanto os republicanos apenas evocam, de forma saudosista, calamidades históricas para os portugueses, como foi La Lys, nós, monárquicos, temos a vantagem de apenas lamentar Alcácer-Quibir, pois no resto celebramos vitórias épicas que enchem o nosso orgulho histórico.

Em suma, esses contornos também explicam o trajeto e os resultados de ambos os regimes.


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D. Carlos I


Com ele não teria havido certamente La Lys, nem tão pouco portugueses a irem encontrar uma morte certa.

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O significado

 
No cerne, o que significa a Monarquia: defender um povo e defender os desprotegidos.

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O Grande Lebowski

Brilhante artigo do Público acerca deste filme de culto dos irmãos Coen.

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Gestão

“Gerem-se coisas, lideram-se pessoas.”

Grace Murray Hopper

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Viriato

De facto, na nossa origem, e se tivermos especial atenção, nada há que nos confunda com os espanhóis. 

Obviamente somos e tínhamos de ser independentes. 

O que este "pastor" fez, foi de facto admirável face às dificuldades que o afrontavam. Simplesmente, e muito antes de D. Afonso I, D. João I ou D. João IV, ousou enfrentar um Império meticulosamente organizado e estruturado.

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Inspiração na derrota


Os dois jogos mais inspiradores e motivadores para mim até hoje foram, curiosamente, duas derrotas, duas derrotas daqueles que queria que ganhassem.

1.ª) Final de Wimbledon de 1990 – Edberg vs Becker 6/2, 6/2, 3/6, 3/6 e 6/4;

2.ª) 4.ª ronda de Wimbledon 2017 – Muller vs Nadal 6/3, 6/4, 3/6, 4/6, 15/13.

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MONTH SOUNDZZZzzz! Part II


Made in Portugal.

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MONTH SOUNDZZZzzz! Part I


Made in Portugal.

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domingo, 6 de maio de 2018

1901

«As Festas do Senhor Santo Cristo dos Milagres, foram adiadas de Maio para Julho, devido à visita do Rei D. Carlos I e da Rainha D. Amélia, a S. Miguel, tendo Sua Majestade integrado o cortejo processional, que se realizou no dia 7»

Fonte - SSSCM (site).

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domingo, 22 de abril de 2018

Do I Conde de Benavente (séc. XIV), ao Capitão João Afonso de Pimentel (séc. XV) até ao presente (séc XXI)

A nobreza da honra é servir o próximo."
     Helgir Girodo

Na sua obra “Títulos nobiliárquicos e registo civil - A inconstitucionalidade da reforma de 2007”, o Professor Doutor António Menezes Cordeiro, vulto proeminente na matéria, referiu que o «(…) título nobiliárquico não se confunde com a qualidade de nobre ou membro da nobreza (o segundo estado, na tradição francesa). Basta adiantar dois traços de distinção: o título é uma designação formal, que carece de um processo de atribuição ou de reconhecimento, enquanto a qualidade de nobre pressupõe, apenas, o acto de nascimento, sendo inerente a quem dela disfrute; o título compete ao agraciado ou, por morte deste e em certos casos, ao seu primogénito, enquanto a qualidade de nobre ocorre, automática e imediatamente, em toda a sua geração. Há titulares sem nobreza (tradicional) e nobres (tradicionais) sem títulos.» 
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X Conde de Benavente e X Conde de Mayorga


Juan Francisco de Pimentel, X Conde de Benavente,
VII Duque de Benavente, X Conde de Mayorga e VIII Conde de Luna.

Diego - Velázquez
Data - 1648
Técnica - Óleo sobre tela
Dimensões - 109×88 cm
Localização - Museu do Prado

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XVII Duquesa de Benavente


Ángela María Téllez-Girón (1925-2015), XVII duquesa de Benavente, XIV duquesa de Uceda, XVI duquesa de Osuna, XX duquesa de Medina de Rioseco, XVI duquesa de Arcois, XIX duquesa de Gandía, XIX duquesa de Escalona, XVIII marquesa de Berlanga, XIV marquesa de Belmonte, XIX marquesa de Villena, XII marquesa de Jabalquinto, XVIII marquesa de Frechilla y Villarramiel, XII marquesa de Toral, XIX marquesa de Lombay, XV marquesa de Frómista (deposita este título em sua filha María de la Gracia XVI marquesa, em 2009), XX condessa de Ureña, XVII condessa de Peñaranda de Bracamonte, XX condessa de Fuensalida, XV condessa de Pinto, XIX condessa de Alcaudete, XIII condessa de la Puebla de Montalbán, XX condesa de Oropesa, condessa de Salazar de Velasco.

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sábado, 24 de março de 2018

Gestão

"A gestão é a oportunidade de ajudar as pessoas a tornarem-se seres humanos melhores"

Clayton Christensen

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Preconceito esquerdino lusitano pós-Monarquia

A tal máxima:

“Quem não é do PC (…ou de esquerda)”, em Portugal, é fascista! É simples.

Muito bolor, muito. Valeram-nos os Heróis do Mar.

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MONTH SOUNDZZZzzz! Part II


Em português

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MONTH SOUNDZZZzzz! Part I


Made in Portugal

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quinta-feira, 8 de março de 2018

Homens e Mulheres a Dias

Estas lavagens e rotulagens impingidas com "Dias" só servem para reduzir géneros a coisas ou a emoções ou, ainda, a outros compartimentos, tal como fazem com o "Café" ou com o "Riso". 
Géneros afirmam-se pelas PESSOAS que são, nada mais.

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sábado, 17 de fevereiro de 2018

15:17 Destino Paris


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Obra cinematográfica de Hayao Miyazaki

Estou a rever a obra cinematográfica de Hayao Miyazaki, cuja continuidade está assegurada também pela criatividade de seu filho Gorō Miyazaki (veja-se por exemplo o seu brilhante filme "From Up on Poppy Hill", de 2011).

É um prazer enorme poder mergulhar na ambiência de Hayao Miyazaki, sempre marcada pelo carácter das suas personagens principais, pelas tradições nipónicas e pela honra, mas também pelo progresso e, sobretudo, pela genialidade.

Esta imagem diz tudo acerca da personalidade e do forte carácter imprimido às suas personagens, neste caso de Conan (série), quando uma desfalecida Lana, num deserto mortífero, é protegida pelo amigo, que se mantém, estoicamente, erguendo uma placa metálica de modo a fazer-lhe sombra, evitando, assim, a exposição da heroína à radiação solar num planeta devastado pela 3.ª Guerra Mundial.


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Porque razão o Algarve foi um Reino até 1910?

Para informar e aclarar sobre o que a república, de forma abrupta, fez tábua rasa ...e em cima do joelho:

«REINO DO ALGARVE

Porque razão o Algarve foi um Reino até 1910?

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Para quem percebe um 'poucochinho' de aviões

No sentido comum, uma redundância é um abuso de figuras de retórica ou mesmo de palavras.

No sentido/contexto da aviação, uma redundância é algo absolutamente essencial, fulcral mesmo.


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Simples mas certeiro

«Esta rosa que te ofereço

É um dom que não tem preço.

É a flor que em mim plantaste

São pétalas, são espinhos

Que enfeitam os caminhos

Do coração que assaltaste.

Há um jardim em teus olhos

Feito de ternura aos molhes (…)»


Luís Bettencourt, poeta/músico terceirense.

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WEEK SOUNDZZZzzz!


Made in Portugal 

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quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

D. Carlos e o fim da monarquia em Portugal

Brilhante artigo de Rui Ramos, no Observador.

«(…) a proclamação de repúblicas provocara invariavelmente guerras civis, como em França em 1848 ou em Espanha em 1873. A história recente da Europa parecia indicar que só as monarquias, numa época de transformação política e cultural, poderiam garantir ordem e estabilidade. Na condição, porém, de que os reis favorecessem o progresso.

(…)

Em Portugal, o fim da monarquia constitucional representou assim, no princípio do século XX, um enorme recuo da democracia, não só no que diz ao número de eleitores, mas na possibilidade de alternância de partidos no governo por meios pacíficos. Pode-se dizer que a morte de D. Carlos abriu o caminho para o autoritarismo em Portugal.»

A ler.

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Mais periféricos, mais encurralados, mais expostos à tirania dos grupos

«Não esquecer, nunca, quem entre nós instaurou a lei da bomba e do revólver. Com D. Carlos morreu o que de melhor tinha Portugal. Com a sua morte entrou o país no turbilhão de que ainda não conseguiu sair: balbúrdia seguida de ditatura, ditadura seguida de balbúrdia. Com a morte de D. Carlos ficámos mais periféricos, mais encurralados, mais expostos à tirania dos grupos, dos clubes e das curibecas do dinheiro e da ambição.»


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Lisboa, 1-2-1908

"Infames, infames!"

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terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Madalena


Uma imagem que reflete, independentemente do tempo, um Portugal elevado, positivo, bonito, marcante, emblemático e inesquecível.

Grato, Madalena.

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segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

Ouvido no reveillon

Considerando o que se passou e o que se passa na Europa, o PCP é o que resta da época do Estado Novo.

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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)