Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

Mostrar mensagens com a etiqueta Abraham Lincoln. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Abraham Lincoln. Mostrar todas as mensagens

sábado, 13 de fevereiro de 2021

Liberalismo comercial

Abraham Lincoln, 16. º Presidente dos Estados Unidos, era do mesmo partido de Trump.
Os (democratas) liberais ganhavam muito dinheiro com o tráfico de escravos.

Por isso esta imagem (do KKK) nada me espanta, o presente nada me espanta igualmente e o fim do 16.º Presidente é conhecido...


Share |

Uma casa dividida


 Expresso.

Share |

Compromisso

«Um compromisso é uma ação e não uma palavra.»

Abraham Lincoln

Share |

sexta-feira, 13 de julho de 2018

Responsabilidades

“Não é possível escapar à responsabilidade de amanhã, fugindo dos compromissos de hoje”.

Abraham Lincoln

Share |

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Abolição da escravatura, nós e os outros

Esta famosa fotografia de Olivier Douliery, para a Getty Images, espelha de uma forma especial o que é o progresso civilizacional. Tirada na Sala Oval da Casa Branca, reproduz, por um lado, a imagem pintada de Abraham Lincoln (1861-1865), eleito pelo partido republicano, aquele que foi o responsável pela Declaração de Emancipação. Do outro lado, o esquerdo, temos a imagem fotografada de Barack Obama o 44.º Presidente dos Estados Unidos da América (EUA), eleito pelo partido democrático.

O progresso aqui é interpretado de uma forma muito clara, ou seja foi por ter havido a presidência Lincoln que houve a presidência Obama. Os dois acabam por estar, neste aspeto, intimamente ligados, não fosse Barack Obama o primeiro Presidente negro eleito pelos norte-americanos.

Abraham Lincoln foi o 16.º Presidente e o primeiro pelo partido republicano, derrotando oponentes democratas. Ora, foi um Lincoln que, apesar de pertencer a um partido aparentemente mais conservador que o dos seus adversários à esquerda, e também supostamente mais liberais, objetivamente mostrou repúdio presidencial pela escravidão então praticada legalmente no Sul. A sua ação traduziu, de facto, um momento assinalável para a História da América, com repercussões a nível mundial dada a importância do respetivo exercício prático, em toda a sua amplitude, bem como, subsequentemente, à luz dos direitos universais do Homem.

Contudo, é com alguma tristeza que, de certo modo, vejo desvalorizada uma outra realidade não menos importante e não menos exemplificativa para o mundo. Portugal, por intermédio do reinado de S.M.F. D. José I (séc. XVIII), foi pioneiro precisamente na abolição da escravatura. Foi o primeiro dos primeiros. Posteriormente, e de forma plena e prática, no reinado de S.M.F. D. Luís I (séc. XIX), a abolição da escravatura era concretizada em todo o Império Português. Estávamos numa fase em que tínhamos, apesar de tudo, uma elite pensante bastante mais robustecida que aquela que temos presentemente, em que defendíamos os valores da humanidade por uma ótica da vida e da igualdade. Hoje é incompreensível, ou talvez não…, que não se celebre, de forma vincada, este avanço trazido por Portugal à civilidade universal, o qual nos devia encher de orgulho enquanto nação e que, estranhamente, pouco ou nada se faz nesse sentido. Será, eventualmente, para não recordar aos portugueses de hoje quem realmente fomos antes e o quanto eramos melhores que aquilo somos? Talvez.


Share |

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Americanismos 2

Abraham Lincoln, 16.° Pres. dos EUA, que liderou o País, até ao seu assassinato, de forma bem sucedida na sua maior crise interna (a Guerra Civil), preservando a União e abolindo a escravidão…era do partido republicano (de direita).
Share |

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Os homens, o poder e o carácter

«Quase todos os homens suportam a adversidade; para testar o carácter de um homem, é dar-lhe poder.»

Abraham Lincoln (1809-1865), 16.º Presidente norte-americano.
Share |

«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)