Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

quarta-feira, 28 de maio de 2025

O 25 de abril de 1926


Hoje fazem 99 anos que, para muitos portugueses, foi dia de Liberdade, segurança, e de acreditar novamente no Estado.

Nem Salazar, nem o Estado Novo, fizeram deste dia feriado. Havia portugueses contra portugueses, logo não havia nada para comemorar.

Feriados não são de partes, de alguns, de ideologias ou de partidos...são de todos, são dos portugueses unidos em causa comum.

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sexta-feira, 23 de maio de 2025

A Bula de Portugal!

Portugal não se resume ao período de 115 anos sob as amarras daquela bandeira de pouco significado com as nossas origens profundas, período esse que amordaçou o nosso País na forma de uma "República Portuguesa". Não! Nós somos muito mais do que isso, temos 846 anos de História, somos das pátrias unas mais antigas do planeta, forjada num Reino, o Reino de Portugal, por esse extraordinário homem público de seu nome Afonso Henriques, Afonso Rex.

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segunda-feira, 19 de maio de 2025

Montenegro e o (suposto) futuro...

Montenegro tem a enorme responsabilidade de poder alterar a Constituição de 76, a qual é o cerne de, por ter sido forjada no PREC, e assim desadequada, não projetar o País para o verdadeiro desenvolvimento. Uma oportunidade rara. Veremos o que fará.

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segunda-feira, 5 de maio de 2025

Cine-Estúdio Namibe


"O Cine-Estúdio Namibe, em conjunto com outras instalações culturais construídas nas décadas de 1960 e 1970, reflete a transformação urbana da cidade, inserida na zona de expansão planeada durante os últimos anos do período colonial português."

Ou seja, não só a vasta obra de boa arquitetura de equipamentos iniciada nos anos 40 na parte continental europeia portuguesa, nomeadamente através de escolas, universidades, estradas, pontes e tribunais, mas também de registar, na parte ultramarina e africana portuguesa, que Portugal dava cartas em termos progresso arquitetónico em relação aos demais.





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sábado, 26 de abril de 2025

Descolonização, a verdadeira

António Ramalho Eanes, ex-Presidente da República, considera que a descolonização foi "trágica" e recorda as milhares de pessoas que foram obrigadas a partir para um país que não era o seu.

"A descolonização ia ser trágica e foi. Eu digo isto com à vontade, eu sei que muita gente acha que foi uma coisa maravilhosa, mas não foi. Deixou aqueles países, Angola e Moçambique, numa situação de guerra que durou anos e destruíu tudo", afirma.

SIC Notícias, online, facebook, 26 de abril de 2024.

Obviamente, sobretudo para os portugueses negros que nem puderam fugir e foram estropiados com as suas famílias pelos movimentos terroristas pró soviéticos que, sob a alegada manta legitimadora da independência, tornaram-se partidos e depois governos que não deixaram pedra sobre pedra da obra que o Estado português organizadamente lá deixou.

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Feriados de feridas

O País está a mudar, a Direita está a renascer, o palco que era de alguns passa a ser patilhado, doravante, pelos outros do jogo ideológico. O mesmo já acontece/eu em França, Inglaterra, etc. Está chegando, para ficar, também em Portugal.

É prudente, como há anos venho alertando, repensar os feriados. Feriados que nasceram de feridas, que colocaram portugueses contra portugueses deram nisto e esperemos que não piore. Portugal caminha para um equilíbrio de forças extremadas, isso pode ser um processo doloroso. Haja bom senso.

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quinta-feira, 17 de abril de 2025

Plantar

Ainda sou daqueles que acredita que plantando mais árvores no mundo (em baldios), deixa de ser necessário recorrer a viaturas elétricas (com baterias enormes made in China).


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Por São Pedro

«Senhor, afasta-Te de mim, que sou um homem pecador».

Simão um pescador, depois designado Pedro.

Lc 5, 1-11

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Sem novo regime, Portugal não consegue

Esta 3.ª república, forjada com parcialidade, no calor do PREC, em que são só direitos sem deveres, em que uns são incluídos e outros excluídos, está cada vez mais parecida com a 1.ª república. Governos atrás de governos, desgoverno, corrupção, amiguismos, partidarite e outros malefícios.

Por favor, já não há paciência. Mudem o regime, elaborem uma nova Constituição, regras adequadas e contemporâneas que evitem este caos de instabilidade e de 50 anos de sucessivas "crises".

O que trouxeram, afinal, as repúblicas de melhor que a nossa Monarquia? Pior é certo e objetivo.

Se nesse novo regime couber uma nova Monarquia, tanto melhor. Se for uma 4.ª república, que seja mais satisfatória.

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Violência obstétrica: a nova arma contra a natalidade

A horda do costume, incluindo o topo da sua pirâmide, a OMS, ataca novamente e, como sempre, de forma dissimulada e hábil, o ato Natal. Agora sobre uma forma de Lei que nem ausculta médicos e enfermeiros, imputando-lhes responsabilidades avassaladoras que, obviamente, os torna receosos dos seus próprios atos, promovendo a inação ou meios não naturais de nascer...para não existirem riscos.

É bom saber como esta aberração legislativa foi criada.



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SELECTION SOUNDZZZzzz!


In Memoriam

Roy Ayers


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Para o Estado, Setor Privado e Cidadãos

"É mais importante uma estratégia do que uma ideologia."

Daniel Traça, Diretor-geral da ESADE Barcelona.

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Indicativos

Não é menos indicativo do carácter e do tipo de pessoa que é, quando se avalia a forma e a responsabilidade como trata (ou não trata) das suas dívidas, sejam derivadas de empréstimos elevados, de uma mera coima ou, até, de uma simples quota.

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quinta-feira, 13 de março de 2025

Investimentos

Os líderes europeus chegaram a um consenso e vão rearmar a Europa utilizando um budget de 800 mil milhões de euros.

Antes de mais, dinheiro em armas é sempre um bom investimento, em deterimento de prioridades menores como investigação na saúde, os apoios aos realmente desfavorecidos, etc.

Porém, ainda existem alguns aspetos que me intrigam, ou seja: no âmbito das novas armas, e por exemplo, os mísseis de curto e longo alcance serão movidos a painéis solares? Os drones movidos a hidrogénio? Os tanques serão elétricos? Os caças movidos a energia eólica, podiam, quiçá, ter hélices geradoras de potência em vez de jatos? Enfim...por aí fora.

Em suma, o grande, o enorme, o incontrolável problema ambiental são, de facto, as viaturas particulares ou civis se preferirem, o qual se traduz numa total subserviência europeia à China, e às suas baterias de metais finos nada poluentes..., sendo a fórmula imperiosa e necessária para garantir um ar mais respirável.

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terça-feira, 11 de março de 2025

In memoriam (1947-2025)

Era um dos melhores jornalistas portugueses, tendo sido, muitas vezes, a voz dos excluídos do País. Falo dos excluídos de uma ilusão nacional criada paralelamente à verdade dos factos históricos, submergida numa letargia abrilesca e protegida por uma Constituição forjada no PREC absolutamente obsoleta hodiernamente.

Na última edição do Sol, o arquiteto e jornalista José António Saraiva foi homenageado pela réstia de políticos e individualidades ainda credíveis neste País.

Vai fazer falta.

Pax Christi.

Foto - Mariline Alves.


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domingo, 9 de fevereiro de 2025

A enganosa narrativa "clean" da energia

Desde de 2019 que venho alertando para esta realidade.

É incrível como os líderes fracos da Europa se vergaram aos chineses e a esta enganosa narrativa "clean" da energia "verde" eléctrica para os carros. Uma blague. O maior grau de poluição, de risco de explosão e de custo de elevado aquisição são objetivamente reais.

Estou muito solidário com o setor da venda automóvel que nada tem que ver com os fabricantes e muito menos com os políticos, pessoas sérias, que estão reféns deste esquema poluidor dos metais finos e da China. As vendas do setor automóvel estão fortemente em quebra, preços exorbitantes.


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quinta-feira, 16 de janeiro de 2025

António Homem Cardoso

Entrevista a um homem livre, a um homem que representa um passado que fomos, criativo, inovador e distintivo dos demais países, e que deixamos de ser.

Entrevista a um homem que decidiu ter uma vida efetivamente de liberdade sem precisar de chavões abrilescos, sentindo-se sempres liberto fosse antes ou depois da data revolucionária de 74.

Um homem que, por acaso, ou talvez não, é também monárquico.

A ver a entrevista ao Mestre da fotografia em Portugal.

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quarta-feira, 15 de janeiro de 2025

Ainda a propósito do Natal

Por um Professor Universitário, agnóstico e, portanto, sem fé.

Contudo, este artigo é uma lição civilizacional.


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sexta-feira, 10 de janeiro de 2025

Como era D. Dinis

D. DINIS, um dos melhores Reis de Portugal.

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quinta-feira, 21 de novembro de 2024

Os 1000 dias da/na Ucrânia

Em pouco mais de 8 meses, Hitler já tinha invadido a Polônia (atacada em setembro de 1939), a Dinamarca (abril de 1940), a Noruega (abril de 1940), a Bélgica (maio de 1940), a Holanda (maio de 1940), a França (maio de 1940), a Iugoslávia (abril de 1941), a Grécia (abril de 1941) e Luxemburgo (maio de 1940)...

Ora, comparar Putin e Hitler, convenhamos, é no mínimo uma blague.

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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)