Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

domingo, 26 de janeiro de 2020

Amizade verdadeira

«Um falso amigo deixará que tu sigas livremente por qualquer direção. Apenas os amigos verdadeiros farão advertências, por que quem ama de verdade critica e se preocupa, tal modo que sempre te apontarão os obstáculos, as limitações e o abismo no final do caminho, enquanto o falso amigo se regozijará de ver-te tropeçando e caindo no precipício.»

Augusto Branco, poeta e escritor.


«Amigos verdadeiros são os que nos acodem inopinados com valedora mão nas tormentas desfeitas.»

Camilo Castelo Branco


«Amigos verdadeiros são aqueles que nos criticam na nossa frente e nos defendem nas nossas costas.»

Desconhecido

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terça-feira, 21 de janeiro de 2020

Burocracia

«Burocracia atrapalha. Onde se cria muita dificuldade, há sempre alguém vendendo facilidades.»

Lori Tansey

«Burocracia: uma dificuldade para cada solução.»

H. Samuel

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segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

2026

Quando apanharem com a Cristina Ferreira, aos gritos, com a sua voz estridente, enquanto Presidente da república…aí é que vão perceber, de vez, onde nos metemos em 1910 e o que é a república, bem como vão, ainda, implorar pelo retorno rápido da Monarquia…regime o qual, aliás, já tivemos por sete séculos e, presentemente, vai prevalecendo nos restritos países que são considerados dos mais desenvolvidos, em geral, no planeta.


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sábado, 11 de janeiro de 2020

A ORIGEM DO NOSSO MELHOR DIPLOMA VIGENTE

Uma enorme verdade relatada neste artigo. Mais que um superior jurista e professor de Direito, o Prof. Antunes Varela era um sábio do Direito uma das maiores mentes, se não mesmo a maior, do século XX...e tanto mal que têm feito à sua obra prima, o Código Civil (CC), cujo trabalho teve sempre a humildade de repartir com a equipa de elaboração, quando ele foi o efetivo e maior obreiro. Inclusive, o perfeccionismo era de tal monta, que, sendo o próprio um excelente redator, ele entendeu que o trabalho de revisão gramatical do projeto do CC devia ser feito por um especialista em língua portuguesa. E foi.

Outros tempos, quando os diplomas eram feitos e pensados para o futuro e não para colmatar "emergências" do momento.

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O regresso da Monarquia está a tornar-se urgente!

«Uma nação morre porque as suas elites se dissolvem».

Albert Camus


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sexta-feira, 10 de janeiro de 2020

"Se mandarem os Reis embora, hão de tornar a chamá-los"

"Se mandarem os Reis embora, hão de tornar a chamá-los". 

Alexandre Herculano

Sem descurar da tipologia de Regime que ainda prevalece em países como a Noruega, a Dinamarca, a Suécia, a Holanda, a Bélgica, a Espanha, a Inglaterra, o Liechtenstein, o Japão, a Austrália, o Canadá, etc, bem como, de Portugal ter tido, apenas e exclusivamente, em Monarquia, duas mulheres Chefe de Estado, quando vejo o ponto a que as repúblicas estão chegando, e lendo noticias destas, sabendo da forte possibilidade de ser absolutamente concretizável, e sem qualquer desprimor pessoal pela apresentadora, apenas me apraz dizer uma coisa em consciência: como é bom ser monárquico.

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sábado, 4 de janeiro de 2020

"HOMEM FAZ-SE PASSAR POR ASSESSOR DE MARCELO REBELO DE SOUSA PARA TENTAR BURLAS"

Esta notícia tem sido publicitada por diversa imprensa, no caso concreto pode ser lida também aqui.

De facto, não é de admirar que o nosso Regime republicano, de tal modo pesado que é e que tanto nos custa pagar com os nossos impostos, quer pelos Serviços de Apoio da Presidência, quer pelo Executivo Central(ista) que é, pura e simplesmente, o maior e, consequentemente, o mais caro e controlador de que há memória em Portugal, possa, no meio de tanta gente para principescamente sustentar...que, quase comicamente (não fosse o caso tão sério e triste porque o povo assim tem vindo a ser iludido), um qualquer, subtil e sub-repticiamente, se consiga passar por mais um do vastíssimo rol de "assessores" de Sua Excelência o Sr. Presidente da república Portuguesa.

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domingo, 29 de dezembro de 2019

Evocação dos 130 Anos da Aclamação de D. Carlos

«Foi muito gratificante. Um momento de aprendizagem. Até mesmo para aqueles que julgavam conhecer a grande dimensão, como Rei, de D. Carlos, como eu, por exemplo, e após este evento, rapidamente perceberam que aquela era ainda maior. De facto, um homem de múltiplas facetas, rigor e de enorme preparação para ser o 1.º dos portugueses - entenda-se o Chefe de Estado em Monarquia, cujo legado é real, efetivo e ainda hoje profícuo.

A preleção do Dr. Paulo Constância foi absolutamente brilhante.

Bem haja ele, a equipa da RAISM e, também, 'last but not least', aqueles que participaram.»

RAISM


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quarta-feira, 18 de dezembro de 2019

Prémio Gonçalo Ribeiro Telles

Uma importantíssima iniciativa, em primeira página do Expresso. 

Parabéns à nova equipa da Causa Real e ao evidente, óbvio e excelente trabalho que tem vindo a desenvolver, em especial na pessoa da sua Presidente da Direcção, a Sra. Dra. Teresa Côrte-Real.

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quarta-feira, 27 de novembro de 2019

Na demanda de um Rei Oceanógrafo | Colecção de História Natural

«É com enorme honra e prazer que a RAISM está a convidar todos aqueles que queiram participar neste seu evento, promovido para evocar os 130 anos da Aclamação de El-Rei D. Carlos I, figura muitíssimo importante na sua ligação aos Açores, em especial aos seus mares, bem como no intuito de reforçar os bons e sãos princípios da defesa da natureza, da fauna e da ecologia sempre presentes, desenvolvidos e respeitados pelos nossos monarcas.

Esta iniciativa é especialmente dirigida a todos aqueles que queiram participar com as suas respectivas famílias, podendo trazer os seus filhos nesta surpreendente e interactiva viagem história, superiormente contada e explanada pelo Exmo. Sr. Conservador do Museu Carlos Machado.»

RAISM


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sábado, 23 de novembro de 2019

Pro Patria mori

«Morrer pelo rei é morrer pela Pátria, porque um rei é a Pátria em figura humana. E nenhuma outra figura, por melhor que seja, o pode substituir ...nesse propósito. Foi a monarquia que fundou a Pátria, é o seu sustentáculo e única razão da existência de Portugal há quase 900 anos.

Quem não compreender e sentir o misterioso, e diria mesmo, sagrado e espiritual elo que liga um rei ao seu povo no sentido colectivo de Pátria, não conhece o verdadeiro Portugal.»

Lopo Maria de Albuquerque.

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sexta-feira, 22 de novembro de 2019

A Herdade


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José Mário Branco morreu

Dois sentimentos, imediatamente, me invadiram:

1.º) Reconhecimento pela sua qualidade como músico, apesar de não simpatizar, de todo, com o homem político;

2.º) Enorme pena que tenha dedicado, estruturalmente, um enormíssimo talento e os seus anos mais criativos a uma ideologia, sacrificando uma opção por uma arte maior (…de que era perfeitamente capaz de alcançar) em detrimento de uma mais pequena e, consequente e redutoramente, recebendo o afastamento de uma admiração universalmente merecida noutro contexto.

É verdade que a música pode ser um instrumento político, mas é simultaneamente inequívoco que é também um caminho mais estreito e menos esplendoroso de arte. Se virmos bem a História da música, aqueles que foram realmente os maiores dos maiores, receberam o reconhecimento geral e universal, usualmente não ficam vincadamente estigmatizados pela marca restritiva “da arte da ideologia” e que subjetivamente um só músico preconiza/ou.

Mais, o radicalismo era, infelizmente, de tal demasia em José Mário Branco, que este perdeu a capacidade da subtileza na redação e construção das suas músicas, aquela subtileza, por vezes, tão mais perfurante do que a objetividade. Em contraponto com tantos outros artistas também de esquerda, quiçá maioritários no espectro musical mundial, esses optam/ram por habilmente vincarem as suas posições, embora de uma forma que o resultado final acaba/ria por não poder deixar de ser reconhecido por todos.

A arte maior bebe na criatividade e a criatividade não pode, nem deve, ser sectária.

Paz à sua alma.

Nota - Tema de José Mário Branco, reinterpretado pelo grupo ‘Primeira Dama’, extraído do álbum “Um Disco para José Mário Branco”.


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Alma monárquica

Não sou Monárquico de coração porque esse um dia pára. Sou Monárquico de alma porque essa é eterna.

Frase adaptada à de Cosme Damião.


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Da Liberdade Portuguesa...


Henrique Barrilaro Ruas, 1971

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“Se acabam os Touros de Morte para serem toureados (…) eles extinguem-se”

Sou cético nesta matéria. Contudo, acho muito perigoso humanizar os animais. O ser humano é diferente de um touro, como um caracol é diferente de um elefante e uma formiga de um micróbio. Simple as that.

Com tanta proteção, burocracia crescente e inerentes responsabilidades sobre os animais, como tem vindo a protagonizar o PAN e outros ativistas, a realidade é que as pessoas caminharão, a cada dia que passa, para pensar dez vezes antes de adquirir ou adotar um animal.

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Caso Franco

Sem descurar que a esquerda matou, indiscriminada e infindavelmente, mais pessoas que a direita, em especial no século XX, e para essa evidência tomamos os exemplos do Nacional Socialismo alemão e do Comunismo da ex-U.R.S.S., os meus amigos conhecem algum governante de direita (…ou mesmo de esquerda) que tenha profanado e trasladado um corpo de um ex-ditador de esquerda?

Eu não conheço!

Muito mal o Governo espanhol que, em vez de seguir o caminho do progresso que sempre se seguiu em Espanha, ou seja, de não se mexer na história para que as gerações vindouras conhecessem, aprendessem e tirassem as suas próprias conclusões, como se impõe a uma sociedade evoluída (ex. na Alemanha são preservados os campos de concentração Nazi), contrariamente, nuestros hermanos, estão cada vez mais parecidos com Portugal (ex. caso da Ponte Salazar entre outros…) e a fazer um ‘down grade’ que, em última ‘racio’, esperemos, não leve à queda da Monarquia...porquanto, nesse cenário, a Espanha vai estilhaçar-se! ‘Graba mis palabras’.

Foto - © EPA/MARISCAL


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100% certo!


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Aqueles que tornam Portugal um País parolo

Numa manchete do Expresso vinha este título.

Sabendo que existem problemas gravíssimos na Saúde, na Segurança Social, sobretudo, quanto às idades de reforma, de Natalidade (…quando curiosa e objetivamente temos uma lei de exterminação de crianças que, desde 2008, contribui no sentido contrário e paga pelos nossos impostos), de pessoas que vivem de salários a part-time abaixo do salário mínimo, e o que “domina o início da legislatura”, são esses temas fulcrais às maiorias como: eutanásia e barrigas de aluguer.


Quanto julgo saber, e apesar do preâmbulo da Constituição ainda falar “do povo português em abrir o caminho para uma sociedade socialista”, alegadamente, vivemos numa democracia. Ora, uma democracia pauta-se, no seu cerne, e por mais voltas que possamos dar, substantivamente, nas maiorias, nas maiorias que expressam o seu voto em algum ideal ou programa de governo.

O que assistimos, a cada dia que passa, é que as minorias estão a dominar as maiorias no Parlamento (…e já nem falo das legislativas de 2015). Estaremos, de facto, presentemente, numa democracia? Já começo a ter dúvidas.

Terminando, esta matéria que o Expresso ressalva, lembra-me, inevitavelmente, aquelas famílias que, sendo acomodadas financeiramente, abdicam de bens essenciais para terem carros topo de gama à porta. Ou seja: parolice, além de estupidez.

Portugal, por intermédio do seu Parlamento, com tais prioridades, está exatamente como estas famílias que exemplifiquei.

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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)