Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

In Memoriam - Morreu SAS Dna. Maria Adelaide de Bragança van Uden, neta de El-Rei D. Miguel I

PORTUGAL FICOU HOJE EFECTIVAMENTE MAIS POBRE.
Dirijo as minhas sentidas condolências à Família de SAS.

Só ao alcance das Grandes Mulheres:
«A morte é uma transição, é como se fosse ao Brasil ou à Indonésia, se eu fosse à Austrália durante 5 anos era muito mais longe.
A Minha fé facilita muito o fim da vida, porque o caminho é claro.
Se morrer hoje eu sei concretamente qual é o meu futuro.
A questão de se ter duvidas é a dificuldade de não se saber bem o que é que vai acontecer.
Ter fé facilita muito o fim da vida” .(...)»
Infanta Dona Maria Adelaide de Bragança van Uden
(31 de Janeiro de 1912 a + 24 de Fevereiro de 2012)
Texto lido no blogue FRP.

Por mais destaques que se façam agora (1, 2, 3, 4, 5...)...serão sempre insuficientes para uma mulher desta dimensão.
Como português, e em relação à partida da Senhora Dna. Maria Adelaide de Bragança, neta de El-Rei D. Miguel I, sinto-me efectivamente triste e deficitário.

Foto - i
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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Extremamente Alto, Incrivelmente Perto

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«Som Pratcharan! Som Pratcharan!»

É face a acontecimentos destes que, mal recebidos pelo regime instaurado, fica demonstrado a insensibilidade e a (in)qualificação da ré pública. É devido a factos destes que, enquanto cidadão, tenho vergonha desta ré pública que, desde 1910, ocupa Portugal.
Sei que de pouco vale, mas fica aqui o meu pedido de desculpas, enquanto português, ao Reino da Tailândia por esta péssima recepção pelo regime aqui incrustado. 
Em compensação fica a sempre mui digna, atempada, oportuna e sensível presença de SAR o Senhor Duque de Bragança, representante, não da ré pública, mas do verdadeiro Portugal e de muitos portugueses…o Portugal que nunca chegamos a conhecer, mas que existiu e pode voltar a existir se nos deram voz em referendo.
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A ré pública, de facto, já não anda lá muito bem (III)

Um estudo da Eurosondagem* para o Expresso e para a SIC deu a Paulo Portas, ministro do actual Governo, um posicionamento popular acima do Presidente da república (PR). Foi por mais 4,3%. Neste estudo o Dr. Paulo Portas ficou à frente com 14,3 % e o PR, em segundo lugar, com 10.
Pode ser ignorância minha, mas nunca tinha visto um PR fora do primeiro lugar…embora esteja absolutamente certo que se tratará, em última instância e na minha pior hipótese, de coisa muito rara.
Com o devido mérito ao Dr. Paulo Portas, e não querendo minorar esse posicionamento, advindo da opinião dos portugueses, é muito mau sintoma quando um político governativo no activo ultrapassa outro, dito representante de todos nós, “semi-no-activo”.
De facto a república em Portugal já começa a dar mostras do seu cansaço e da sua inoperância gritante.

*Fonte: Expresso de 11-2-2012, Primeiro Caderno (pág. 15).
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Ditaduras e ditaduras…

Há uns tempos atrás li na Única, de 25-5-2011 (página 56), um destaque que dizia o seguinte: «Afonso Costa foi, antes de Salazar, o primeiro ‘ditador das finanças’. Ambos conseguiram excedentes orçamentais.»
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«O poder e a autoridade» desenvolvido...

...no 31 e também na tvi - "Combate de Blogues".
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História: a máquina do tempo

Não temos a máquina do tempo para corrigir erros, mas através da História podemos recuperar coisas que funcionavam…

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Uma certeza

Em termos do tecido psicológico colectivo nacional, seria eventual e presentemente muitíssimo mais difícil mudar o Azul e Branco da bandeira dos Açores do que as infundadas cores da república.
Essa é hoje uma realidade bastante natural e até razoavelmente consensual…
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Corajosamente...

Coloco este post parafraseando o Nuno Castelo-Branco no 'Estado Sentido':
«De qualquer forma, Eanes ergueu-se no automóvel e ficou hirto, enfrentando o que pudesse acontecer. Recuando ainda mais no tempo, o Rei D. Carlos e o seu indigitado sucessor preferiram enfrentar os perigos de que estavam avisados, tomaram assento numa carruagem descoberta e por isso mesmo caíram varados pelas balas republicanas em pleno Terreiro do Paço, enquanto a Rainha de pé corajosamente mostrava a sua raça, defendendo a sua vida e a do filho que lhe restava»
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"O Provedor" e o Rei

«Cavaco Silva disse ser o provedor do povo. O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é povo.»
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Piotr Ilitch Tchaikovsky . " Swanlake" (1877)

Com Margot Fonteyn e Rudolf Nurejev.
Não é preciso ser o Principe Siegfried para perceber que, entre muitos, há sempre um Cisne que sobressai.

Ato II
«O lago do bosque e as suas margens pertencem ao reino do mago Rothbart, que domina a princesa Odette e todo o seu séquito sob a forma de uma ave de rapina. Rothbart transformou Odette e as suas donzelas em cisnes, e só à noite lhes permite recuperarem a aparência humana. A princesa só poderá ser libertada por um homem que ame apenas a ela. Siegfried, louco de paixão pela princesa das cisnes, jura que será ele a quebrar o feitiço do mago.»
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PMDS

MUITO BOM! COMPREM!
Made in Portugal!

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Zeca Afonso . "As sete mulheres do Minho" (1979)

Hoje fazem 25 anos da morte do homem que cantou este tema...um hino ao Miguelismo Popular!
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Marcelo Camelo . "Meu amor é teu" (2011)

Grande Camelo!
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Jonathan Wilson . "Natural Rhapsody" (2011)

Um bom songwriter.
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Legendary Tigerman feat. Rita Redshoes . "Hey, sister Ray" (2012)

"Femina live cuts". Made in Portugal.
Sooo "femina live" Rita!
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The Farm . "Groovy Train" (1990)

Sooo Grooovy!
Isto sempre foi um grande "madchester" para dançar...indubitavelmente.

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terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Associação Beneficente D. Luiz Filipe

Confesso que me emocionou ver este excelente artigo no Açoriano Oriental de ontem*.

Um jovem príncipe, querido dos portugueses, filho e neto amado dos nossos inestimáveis Reis de Portugal, foi brutal e cobardemente assassinado em Lisboa nesse trágico dia para o futuro da Nação a 1 de Fevereiro de 1908. Tratava-se do Príncipe Real D. Luís Filipe. O mesmo que dava e deu a vida para defender o seu Rei e seu pai. Entregou-se a Portugal!
Digo-vos: Nunca foi esquecido! Luís II, pois por breves minutos sobreviveu a seu pai...é ainda hoje símbolo vivo Além-mar. 
A 'Associação Beneficente D. Luiz Filipe' é a terceira mais antiga em todo o território dos EUA, foi fundada a 21 de Agosto de 1892 em Bristol, Rhode Island.
Como sempre timbre das melhores instituições portuguesas, aquelas que perduram firmes e foram constituídas quando pensávamos progressivamente, a alongo prazo e unidos, i.e., em Monarquia.
A 'Associação Beneficente D. Luiz Filipe' tem por objecto, e conforme indica desde logo o nome, dedicar-se: à prática do bem. Praticar o bem com aqueles que sendo bastante portugueses, mas por circunstancias da vida tiveram de emigrar, encontram-se carenciados longe de Portugal. Missão: Atender a preocupações diversas com aqueles que emigraram para os EUA, especialmente na criação de subsídios de doença e seguros de vida.
Depois de ler esta notícia, senti-me orgulhoso de ser português...devo-o, uma vez mais, à minha/nossa Monarquia Constitucional.
Por favor, meus caros concidadãos, pensemos sobre o regime e vejamos o que nos torna melhores enquanto cidadãos do mundo.

Fonte: Açoriano Oriental, de 20-2-2012, pág. 20.
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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Isto não é um filme

Sinopse Público:
«Preso pela primeira vez em Julho de 2009, Jafar Panahi teve o passaporte apreendido e foi proibido de sair do Irão. Preso novamente em Março de 2010, ficou encarcerado na prisão de Evin, em Teerão, até finais de Maio, saindo sob uma fiança de 145 mil euros; em Dezembro desse mesmo ano, foi condenado a seis anos de prisão e vinte anos de proibição de filmar e de sair do país. Agora, a aguardar, em prisão domiciliária, o veredicto ao recurso interposto pelo seu advogado, Panahi e outro cineasta iraniano, Mojtaba Mirtahmasb, decidem "contar" um filme. Assim, usando um tapete como maqueta, Panahi desenha um cenário imaginário construindo um filme onde demonstra o poder do cinema contra a repressão e liberdade de expressão, seja no Irão ou em qualquer outra parte do mundo.
Devido às restrições do realizador, este filme, em competição em Cannes 2011, chegou numa "pen" USB escondida dentro de um bolo.
Jafar Panahi foi também homenageado na última edição da Berlinale, onde foram exibidos todos os seus filmes. Uma vez que não lhe foi possibilitada a deslocação a Berlim, como também não tinha sido em Cannes, a sua cadeira de júri foi mais uma vez deixada vazia como manifestação de pesar.»
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A ré pública, de facto, já não anda lá muito bem (II)

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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)