Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

Elavação do Brasil a Reino


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Ramalho Ortigão – Um Monárquico Coerente


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Há 2500 no coração dos japoneses

«Confirma-se a ascensão de Naruhito ao Trono do Crisântemo. Que sorte a dos nipões terem desde o século VI a.C. a dinastia Yamato a velar pela liberdade e independência daquele arquipélago. Por cá, satisfaçamo-nos com os Teófilos, os Arriagas, Bernardinos, Almeidas, Gomes, Lopes e tantos outros sujeitos interessantes, alguns que nem para empregados do McDonald's serviriam.»


Miguel Castelo-Branco, aqui.

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Há soluções para os coletes amarelos.

«Rei e Gilet Jaune

Em política, o irreversível não existe. Só a poucos terá passado despercebido que nas manifestações do grande movimento popular que sacode as fundações do regime francês há um crescente número de bandeiras e símbolos da Velha França. 
Ontem, durante mais uma jornada de luta, o Duque de Anjou, Luís XX de França, deu a conhecer sem tibiezas a sua posição:

"Quero expressar a minha solidariedade e profunda compaixão por aqueles que sofrem, desprovidos de recursos e esmagados de impostos, humilhados e privados de esperança e que não têm outra forma de expressão do que levantar-se como um só homem para manifestar a sua decepção, angústia e raiva. Estes franceses são a maioria silenciosa que se cala há décadas e dos quais alguns se tinham esquecido a existência. Hoje é o povo de França que se ergue para defender o seu modo de vida e a sua dignidade".

"Que Deus proteja a filha mais velha da Igreja, que Deus venha em ajuda aos franceses infelizes, carentes e doentes, lhes devolva a esperança e a fé no futuro do nosso país".»

Miguel Castelo-Branco, aqui.

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O Presidente do Parlamento Europeu.


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A base maior: a Preparação

Porquê a Monarquia? Por isto: preparação para o cargo de maior importância, aquele que nos representa a todos como País.

Mesmo aqui ao lado, mas também na Suécia, na Dinamarca, na Holanda, na Noruega, na Inglaterra, na Bélgica, no Canadá, na Austrália, no Japão, no nosso Portugal até 1910...enfim sociedades atrasadas civilizacionalmente e que ainda têm orgulho em reis e monarcas. Para eles o rei "anda de espada e escudo", "foi enviado do Alto" e tem "sangue azul".

O que nos vale é que temos uma república toda modernaça, desenvolvida, que gera progresso, sem défice expressivo, pouca corrupção, onde o IDH é belíssimo, a saúde é top, onde somos muitos felizes, e muitíssimo mais respeitados no mundo do que aquilo que éramos antes de 5 de outubro de 1910.


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D. Duarte I | A. Lobo Antunes

«D. Duarte é um escritor espantoso! A minha primeira paixão foi Fernão Lopes. Se tivesse de escolher um escritor em português, escolhia Fernão Lopes. Comecei por ler D. Duarte, porque tem um capítulo espantoso sobre a depressão.»

António Lobo Antunes, in Ípsilon, Público, 19 de outubro de 2018, pág. 7.


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o Conde de Barcelos


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O Sacramental


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O sentido de solidariedade

“O primeiro passo para a evolução da ética é o sentido de solidariedade para com os demais seres humanos”

O filósofo, médico e teólogo Albert Schweizer.

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Lucro responsável

“É socialmente irresponsável não gerar lucro nas empresas, mas importa saber de que forma esse lucro é gerado.”

Raj Sisodia, o co-criador do movimento do Capitalismo Consciente.

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Do forte ao fraco

«A ameaça do mais forte faz-me sempre passar para o lado do mais fraco.»

François de Chateaubriand (1768-1848), escritor.

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Resultados

«A liderança efetiva não é através de discursos ou de gostarem de nós, a liderança é definida pelos resultados e não pelos atributos.»

Peter Drucker (1909-2005), escritor e professor.

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Endireitamento

Desde que surgiram as redes sociais, as coisas têm vindo a endireitar nas sociedades ditas culturalmente ocidentais.

A Sociologia devia pronunciar-se sobre isso.

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Feminismo machista

Mutatis mutandis, o feminismo nos dias de hoje, e sabendo-se que as mulheres ocupam, cada vez mais, cargos da maior importância a nível mundial, está-se tornando num fenómeno que, de certa forma, se aproxima daquilo que o machismo tem de repudiável.

Dito de uma forma mais lata ou generalista, o feminismo hoje é como se fosse, com as devidas adaptações, uma espécie de machismo.

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Raio – X

Considero-me um conservador nos costumes, progressista na Cultura e equilibradamente liberal na Economia.

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SELECTION SOUNDZZZzzz! Part II


Made in Portugal


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SELECTION SOUNDZZZzzz! Part I


Made in Portugal.


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sábado, 8 de dezembro de 2018

Coisas que nos distinguem das demais Nações

"Enquanto houver portugueses Tu serás o seu amor!"

A partir daqui inovamos, uma vez mais. Um Rei, grato, deixava, em respeito maior, de usar a Coroa Real. Nunca mais nenhum Rei português a usou. Outros, mais tarde, acabaram por o fazer também.

Exemplos de progresso, desde logo no século XVII. O Rei não precisava de o fazer, nem foi obrigado por ninguém a fazê-lo, nem mesmo pelo Povo. Foi por pura iniciativa, a iniciativa da gratidão e do exemplo.

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segunda-feira, 12 de novembro de 2018

In Memoriam

Stan Lee (Nova Iorque, 28 de dezembro de 1922 — Los Angeles, 12 de novembro de 2018)

Faleceu hoje, literalmente, um dos meus heróis de infância e adolescência.
Não consigo deixar de sentir uma dívida de enorme gratidão para com ele e para com a sua obra. A única forma que tenho de retribuir é expressar um profundíssimo sentido de pesar e enaltecer o seu inigualável génio, que se manifestava pela sua boa disposição, pelo seu universo tão rico e tão próprio e, sobretudo, pela sua infindável criatividade.

Um visionário de escala rara e superior.

Até sempre, Stan!

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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)