Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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sábado, 13 de fevereiro de 2021

TAP

A TAP foi concebida para dar lucro, dar lucro num Império irmão. Uma alegria para um miúdo como eu, na primeira metade dos 80s, era chegar ao aeroporto de Lisboa e ver estacionado um 747 da nossa companhia.

A TAP não foi concebida para uma descolonização escabrosa, negociada e gerida entre os amiguismos de esquerda ou de pseudo social democracias com a classe de estiva e que o lucro, esse, nunca era para existir.

O único que percebeu isso, a seguir ao golpe de 74, foi um senhor chamado Pedro Passos Coelho. O resto pouco interessa.


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sexta-feira, 19 de junho de 2015

Deu outra coisa

Para aqueles que agoiravam e almejavam que o negócio da TAP desse barraca, afinal, afinal ... deu Barraqueiro.

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sábado, 23 de maio de 2015

Pilotos e pilotos

Independentemente de sindicatos, qual é a legitimidade que os pilotos da TAP têm paralelamente aos pilotos do passado da Companhia que tanto contribuíram, com esmero, para construir o prestígio da transportadora, prestigio esse que, de facto, existia?

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domingo, 3 de maio de 2015

Desresponsabilização

Vivo numa república em que um sindicato assume, publicamente, que a sua acção vai causar prejuízos directos na ordem dos 30 milhões de euros (embora a TAP fale em 70) e nada acontece...

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Realidades

No Japão existiam os pilotos kamikaze.

Em Portugal existem os pilotos da TAP.

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TAP…é só uma questão de 20%...

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TAP

Os meus pilotos favoritos na transportadora... ... ...são os automáticos.

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Credibilidade de alguns

Não havendo desconvocação, a única forma dos pilotos da TAP se credibilizarem perante a generalidade da opinião pública é demonstrando uma inequívoca e massiva não adesão à greve e, assim, distanciarem-se do(s) Sindicato(s).

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domingo, 18 de janeiro de 2015

Opções limite

Entendo que, sem prejuízo de melhores alternativas supervenientes, deve haver um forcing em Portugal, da direita à esquerda moderadas, para que a inevitabilidade da PT solucione-se no domínio de Pedro Queirós Pereira, bem como para que a eventualidade da TAP possa solucionar-se na de Miguel Pais do Amaral.

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quinta-feira, 14 de junho de 2012

Oportunidades

Em Maio escrevinhei isto.
Na terça-feira saiu isto na imprensa.


(Ver canto inferior esquerdo da edição impressa)
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quinta-feira, 31 de maio de 2012

SATA --» TAP --» SATA

Da maneira que o processo da TAP está a ser conduzido, Portugal vai resumir-se, novamente, à 1.ª companhia criada no País e que, melhor ou pior, ainda vai subsistindo: a SATA. 
Até nisso o azul e branco, in casu também fundacional nas cores oficiais da companhia, prevalece em relação ao vermelho e verde ;-)
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)