Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

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sexta-feira, 28 de março de 2014

Shigeru Ban | Pritzker 2014

Um terremoto atingiu Christchurch (Nova Zelândia) em Fevereiro de 2011, demolindo a catedral da cidade que datava de 1864.
Recrutado o arquiteto japonês Shigeru Ban, ele desenvolveu um projecto de catedral temporária feita em papelão.
A estrutura tem 24,5m de altura - aproximadamente a mesma altura da catedral original - e comporta aproximadamente 700 pessoas. É usada pela comunidade e por grupos musicais. Cada um dos 86 tubos de papelão que compõem o telhado pesam mais de 450 toneladas, sendo resistentes à água e ao fogo.
A estrutura terá duração estimada de 10 anos, até que a catedral (original) seja reerguida.

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sábado, 22 de março de 2014

The Wind Rises

Do grande Hayao Miyazaki

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quinta-feira, 15 de março de 2012

A propósito da catástrofe japonesa ocorrida há um ano...

Cara M., sem dúvida uma excelente iniciativa e, assim, um bom post. Aquele povo merece que se lembrem deles.
Porém, aqui na república, sem sismos, continua tudo “partido”…em sentido literal.
Na Monarquia japonesa, tiveram um sismo e um desastre "Nuke" e já estão em reconstrução e pouco se dá por eles nos índices mais fracos.
Deixo a questão: porque razão as Monarquias constitucionais ocupam os lugares cimeiros, de forma maioritária nos tops 10, dos índices de Democracia e de Desenvolvimento Humano?
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sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)