Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Inconformismo

«O conformismo é o carcereiro da liberdade e o inimigo do crescimento.»

John F. Kennedy

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quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Da excelência intolerada até à mediania reinante

Assistindo, no passado dia 22/11, ao documentário "JFK: The Private President" (SIC Notícias), não podia ter ficado mais de acordo com a conclusão do narrador: com John e Jacqueline Kennedy os americanos tiveram a sua própria Família Real.
 
JFK era um homem com defeitos, mas era também, e acima de tudo, um símbolo representativo para uma América que se desejou mas não conseguiu ser. Um razoável político, com classe, com estrutura e status (antes mesmo de ser presidente), visionário q.b., culto, viajado, moderno, progressista, sofisticado, trendy, desportivo, católico, etc. Os americanos literalmente adoram-no...ainda hoje. A sua morte foi o terminus de um sonho...o verdadeiro sonho americano. Mas não passou disso, um sonho. O pesadelo seguiu-se momentos depois, a realidade continuou e o Império morreu prematuro.
 
Neste domínio, não podia deixar de registar as próximas semelhanças, quer em vida, quer em morte, com El-Rei D. Carlos.
 
A categoria, a sofisticação, a maior classe e verdadeiro progressismo, nunca foram toleradas pela mediania republicana e seus velhos interesses conhecidos... É ver-se hoje o desfecho com os nossos políticos de um modo geral. É ver-se hoje o desfecho no actual estado do País e, sobretudo, da Nação.
 
Em república idolatra-se a mediania e não se respeita a excelência. Se o contrário fosse, os resultados das repúblicas seriam bastante melhores nos respectivos índices demonstrativos de progresso, conforme acontece nas monarquias, e não o contrário.
 
O 1 de Fevereiro de 1908, em Lisboa, tem muitíssimo mais que ver com o 22 de Novembro de 1963, em Dallas, do que algum de nós possa sequer imaginar. Essa é cada vez mais a minha mais profunda convicção, existem traços comuns inegáveis.
 
Carlos I e Kennedy foram alvos dos republicanos, foram homens fortes demais para serem tolerados pelo status quo ordenante e que, mais secreto ou menos, todos deveríamos saber quem são...ou quem é.
 
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"Gostem ou não gostem...

 
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sexta-feira, 19 de abril de 2013

"Inimputável"

«A personagem que anda por aí a dizer este tipo de barbaridades, de seu nome Mário Soares, é uma vergonha para Portugal. Imagine-se que alguém nos Estados Unidos, referindo-se ao Presidente Obama, tinha dito que por muito menos tinham assassinado o Presidente Kennedy. Haveria tal tempestade mediática, e bem, que tal personalidade estaria automaticamente banida da opinião pública. Aqui em Portugal, além de algumas reações, como a que podemos ler aqui do João Ferreira do Amaral, parece que nada de grave foi dito. A esquerda hipócrita, que se fosse alguém da direita a dizer o mesmo de um Presidente de esquerda, reagira em fúria, permanece num silêncio ensurdecedor. Isto é um verdadeiro escândalo que deveria envergonhar qualquer democrata, de esquerda ou de direita. Este tipo de afirmações não podem ter lugar no debate público.»

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sexta-feira, 18 de setembro de 2009

1 Rainha (UK) e os 12 Presidentes (EUA)...


Sempre se deu azo a comentar as "posses" da Chefe de Estado do Reino Unido. Porém, quantos milhões de dollars em eleições e sutentos destas "dinastias" presidenciais (Bush, Clinton, Kennedy, etc), com poder executivo efectivo, se terão gasto ao longo de todos esses anos ?!











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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)