Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Restruturação do blogue



Da experiência entretanto colhida, bem como da análise de determinadas realidades circundantes que se foram sedimentando, infelizmente constatadas a 21/2/2014, verificou-se a necessidade de efectuar alguns ajustamentos de forma e substância à estrutura deste blogue. Os mesmos visam, acima de tudo, e designadamente, a optimização do seu funcionamento e o melhoramento da sua prestação aos respectivos destinatários. Nestes termos, de realçar que este blogue irá proceder a uma restruturação.

Pugnando por uma rejuvenescida alternativa àquela que vinha sendo a sua matriz - a Monarquia - assumirá, a partir da presente data, um carácter mais generalista sem macular, contudo, o seu princípio estruturante e no qual assenta a própria designação deste domínio electrónico.

As alterações previstas são consideradas essenciais para adaptar a oferta dos seus conteúdos a novos desafios, bem como, sem descurar da sua dimensão, ajustar o blogue e as suas rubricas ao novo curso decidido.

Neste alinhamento estratégico incluir-se-ão várias medidas de reorganização, nomeadamente o detrimento daquela que era, até então, a sua aludida matriz, para se centrar numa renovada optimização da actividade do blogue. Assim, o blogue embora passe a secundarizar aquela que foi, até então, a sua base, registe-se que o seu autor manter-se-á sempre fiel à Monarquia, aos Reis de Portugal e seu legal e legítimo Descendente sem, contudo, deixar de achar que, para haver uma alteração regimental que importe a evolução para uma nova Monarquia Constitucional, é necessário, primeiro, haver uma profunda e interna reforma nas instituições gravitacionais à Monarquia e, mais ainda, nas mentalidades dos próprios monárquicos. Ou seja, impedir que alguns desses, inadequados e impreparados, afastem ainda mais a Monarquia da realidade e dos portugueses de hoje...enquanto cidadãos do nosso tempo.

Neste âmbito, a restruturação iniciar-se-á a partir da presente data, podendo estender-se por algumas semanas ou, até mesmo, meses, mas sempre imbuída num espírito de activa modelação e ajustamento, embora de forma tranquila, progressiva e normalizada àquilo que se vier afigurar necessário executar. O blogue tentará abordar uma maior diversidade de informação, embora integrada no citado princípio estrutural do mesmo. Além disso, as publicações serão operacionalizadas quando (inter) subjectivamente se afigurarem oportunas e a disponibilidade assim o ditar. Mantêm-se preservados todos os conteúdos/artigos/posts registados no blogue.

O blogue passará, neste contexto, a assentar numa maior diferenciação temática (Filosofia, Música, Cinema, Arte, Actualidade, alguma Política, História, sobretudo a de Portugal, menos Monarquia, etc), pugnando que esta seja alternativa e qualitativa, bem como direccionada para uma aposta em novos interesses e horizontes que carecem de ser alcançados. O formato intimista manter-se-à, entretanto, intacto.

Assim, a expectativa é para uma gestão mais consentânea, atenta e eficiente, procurando este blogue, no novo formato, elevar o nível de satisfação dos seus leitores e seguidores.

Sem demais assuntos,

Apresento os meus sinceros e mais cordeais agradecimentos.

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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

A Lei Mental


Por questões de adequação, optimização e reorganização, entendeu-se dar por finda a intervenção da página a “A Lei Mental”.
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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Her


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Hoje:

«Não sei os outros, mas o povo é monárquico!»

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Amor

Ouvido de um grande monárquico:

«A Monarquia alcança uma maior e inegável ambiência de amor.
Amor ao Rei e, consequentemente, amor à Pátria.»

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Isabel de Portugal

Até reproduções (em boneca) existem da nossa Infanta Isabel de Portugal, a para sempre denominada “belíssima”.

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Upgraded software

Há quem tenha "seguidores" no facebook.

Além desses, ainda tenho "perseguidores" no facebook!

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Factura da Sorte

Não tarda que o site dos Jogos Santa Casa passe a ter link das Finanças!

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Geracional

O avô vólei.
O pai futebol.
O filho ténis.
O avô não praticou futebol nem ténis.
O filho não praticou futebol nem vólei.
O pai, curiosamente, como de um elo geracional se tratasse, passou pelos três.

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Mais um Índice contabilizado


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Povo sem Rei não é povo

A ler aqui.

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República portuguesa!? Não é preciso dizer mais nada...


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Arrastão...


Miguel Esteves Cardoso

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Capitalismos

Relativamente à polémica das verbas para as campanhas, levantado pela RTP, percebi o seguinte: o PCP enferma dos tradicionais problemas capitalistas do ter e do haver para se manter em campanha.

Será que o PCP está a converter-se ao "modelo chinês"?

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Auto-estima

Estou 100% de acordo com esta afirmação. É aquilo que sempre digo: em república deixamos de gostar de nós próprios.

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A Batalha (desde 1789)


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WEEK SOUNDZZZzzz!

Serão a versão britânica dos Tame Impala?


Não sou grande fã do Slim. Só gosto de 2 temas dele...este é um deles.

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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

La grande bellezza

Um filme que põe em foco o individualismo e as frivolidades de alguns...

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De 1 para 2

Esta é a descrição que aparece no site do Governo de Portugal sobre os tribunais, tribunais que no foro técnico, melhor ou pior, ainda são o garante de muita coisa neste País, sendo que funcionam. 

Assim, pretendo tão-somente que, em vez de um, passem a ser dois órgãos democráticos não eleitos.

Esse novo órgão seria o Rei que teria, na sua génese e no essencial, mutatis mutandis, semelhanças à natureza dos Tribunais.

Todavia, acrescia uma legitimação reforçada sobre o Rei, i.e., este seria, pelo Parlamento, Aclamado!

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"Rumble Fishes"

Os portugueses pós Monarquia lembram-me os peixes da espécie betta. Em aquário, ou seja, em espaço confinado, lutam uns com os outros. 
Curiosa e inversamente, fora de um aquário, em habitat amplo e até mais dificultado, são pacíficos inter partes.

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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)