Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

10.000

10.000 visitas em cerca de 2 anos é um registo o qual não posso deixar de agradecer aos meus caríssimos visitantes!

O Incúria (como gosto de o chamar) agradece, assim, a todos quantos, ao longo destes 25 meses, o têm referenciado, visitado e, sobretudo, nele participado via comentários. Completaram-se as 10.000 visitas. É significado de regozijo, motivação e sentido de aperfeiçoamento.

Agradecimentos sinceros!


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quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Super 8

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As origens, a lealdade e o descaminho…

Muitos referem-se ao Futebol Clube do Porto como uma “Naçon”…e de facto são! São uma nação (hoje) à parte, uma nação fundada na nossa verdadeira origem: o azul e o branco. São os que sustentam (como os Açores noutro contexto) o Azul e Branco verdadeiramente pátrio! São, no presente, a continuidade do que fomos há 100 e durante 767 anos. Foi este cunho, esta matriz, que o seu fundador António Nicolau de Almeida quis introduzir e conseguiu! Conforme nos é dito pela História, quando ele traz, de Inglaterra, o futebol para o Porto, ele quis, desde logo, marcar a diferença colocando as cores de Portugal, e da Monarquia Constitucional, nas cores do equipamento do Clube que ia fundar, marcando posição (e oposição) às “novidades” que os ventos traziam e com as quais não concordava. Ele, sendo um próspero comerciante, liberal, viajado e progressista, era leal, como português, ao seu Rei (por mais atacado que ele fosse) e a Portugal. “São nos momentos difíceis que devo mostrar quanto vale a minha determinação e convicção”…penso eu (de) que terá sido isto que motivou Nicolau de Almeida.
Os portistas por serem azuis e brancos, reflectem um Portugal maior que nós, um Portugal de vitórias que nós não conhecemos: o da Monarquia! Está-lhes, literalmente, incrustado nas suas peles por intermédio das cores que transportam nas suas camisolas. É tradição, é fundação, é progresso e presentemente são resultados…é indesmentível! 
Outro reflexo disso mesmo foi a coragem de terem conservado uma coroa no seu emblema, aliás, à semelhança daquilo que prolifera nos países desenvolvidos (monárquicos) da Europa . É o único dos três grandes…nunca repudiaram a sua origem nem a deste País. Antes conservaram-na!
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Short note...

Sê tu próprio em tudo o que faças, sê genuíno, mas nunca tires o sentido e o respeito do colectivo.
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Sebastianismo e um Elmo

A república tem dado pouca importância, ou melhor, sequer nenhuma, a esta (singela) expectativa.
Será que está com medo de beliscar o sempre cómodo mito do Sebastianismo?

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«A bandeira nacional: já só nos Açores»

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O fim do obscurantismo

No conflito esta é a minha bandeira, a bandeira da liberdade e da saída do obscurantismo!

Não seria verdadeiro se não revelasse a minha alegria pelo povo Líbio estar próximo de restaurar a sua Monarquia, mais significando liberdade para eles. Por outro lado, revelar a minha pena pelo nosso 25 de Abril ter sido diferente do deles. Na Líbia assistimos a um resultado estruturado e emanado do seio do povo com muitos dos rebeldes a juntarem-se à Causa. Pena é a minha que o nosso 25/4 tenha sido diferente do Líbio e do Espanhol, pois naqueles locais souberam o aproveitar a oportunidade e tentaram corrigir um erro e restaurar uma verdade e uma realidade histórica, a melhor: A Monarquia enquanto liberdade plena! Um Rei como garante de todos, independente de facções, cores partidárias e outros lóbis de influência negativa.

Dizem os comentadores que agora o maior problema é manter a paz. Existem facções tribais…segundo dizem! A resposta não é difícil: coloquem lá um Rei! Problema resolvido, o povo quer um e não ditadores!
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Os Reis e o progressismo

Os nossos monarcas constitucionais foram, literalmente, os Reis do progressismo no mundo.
Mas para muitos os PR's é que são progressistas! Em quê?! Algum PR trouxe algum sinal de progressismo a este País? Eles ainda teriam de correr muitos anos para igualaram o que os nossos Reis deram a Portugal...mas nessa altura, Portugal já não existe!
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Cordara Orchestra . " Jet Society" (1999)

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Nicola Conte . "Bossa Per Due" (1999)

Easy for...listening!
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The Zany Dislexic Band . "Get Bent" (2004?)

Made in Portugal...
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Thievery Corporation . "Sweet Tides" (2008)

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Louise Vertigo . "La Femme Fin de Siècle" (1999)

Extraído da Colectânea Eighteenth Street Lounge Soundtracks - JET SOCIETY.
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Tom & Joyce . "Vai Minha Tristeza" (1999)

Extraído da Colectânea Eighteenth Street Lounge Soundtracks - JET SOCIETY.
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quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Estou com os rebeldes (pela democracia e pela Monarquia) na Líbia!

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Acho que não desenho mal, mas se quiserem faço-o...!

É Grécia!
É Irlanda!
É Portugal!
É Itália!
É França!
É (até já a) Alemanha!
São os EUA!
É a Líbia, etc...!
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Jacques Tati...no Nimas!


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Ainda o Individualismo e o Colectivismo

Retive ontem esta frase de Medina Carreira no 5 para a Meia-Noite:
«Não sabemos trabalhar em conjunto. Dois portugueses rendem menos que um.»
O fiscalista também contextualizou essa realidade, desde logo, com o método de ensino e também com a nossa prestação como emigrantes de sucesso.
Ora, esta questão já tinha abordado uns posts abaixo. Há indesmentivelmente uma conexão entre o regime republicano individualista e as melhorias de um monárquico de base colectivista.
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Na sequência da meia-final com a França nos Sub-20...

Notas:

1 - França jacobina, "nossa" referência revolucionária e individualizante, pós 5-10-1910, vais começar a sentir hoje o sabor que apenas sentiste 100 anos antes daquela data na Batalha do Buçaco, a 27 de Setembro!

2 - Este jogo lembrou-me estas verdades:
A republica portuguesa instaurou-se porque o minoritário Partido Republicano obstinadamente tinha de copiar o modelo da república francesa. Consegui durante 100 anos até hoje!
Portugal passou a existir porque um Rei instaurou-o, ex novo, como Monarquia! Durou 767 anos!

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Paradigmático

Estamos sem tempo para resolver o actual paradigma mundial. Acresce a isso que hodiernamente não temos líderes nem filósofos à altura para a uma (nova) resposta. Desfecho incerto…
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)