Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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quarta-feira, 6 de maio de 2020

O NOVO SISTEMA DE SAÚDE PORTUGUÊS

Mens sana in corpore sano

Portugal deve adotar um sistema de política de Saúde completamente inovador, absolutamente diferente do atual. Esta é uma mudança de paradigma que, necessariamente, carecerá de coragem, de um período de transição e, sobretudo, de determinação política para enfrentar os poderosos lóbis das farmacêuticas.

Assim, o Primeiro Ministro português que reunir aquelas características e tomar essa histórica decisão, saberá que esse novo Sistema assentará em 3 pilares de investimento público e privado:

1.º) Política maximizada de Desporto/atividades físicas;

2.º) Apoio digno e igualitário às medicinas alternativas, integrativas e complementares (que na Inglaterra, in casu, a homeopatia, começou a ser comparticipada, tendo sido iniciada e usada pela mulher mais poderosa do planeta à data, a própria Rainha Vitória...);

3.º) A medicina convencional ter um cariz mais preventivo, especial e nomeadamente do prisma alimentar e do apoio psicológico.

O que este Novo Sistema nunca poderá descurar é em faltar com cuidados médicos para com aqueles que têm muito fracos recursos económicos. Mas isso é fácil resolver com os mesmos pilares já referidos, bastando ver, seriamente, as folhas de IRS dos utentes requerentes. Quanto aos demais, os que têm recursos, preconizo uma estruturação bem definida para eles, tendo-a, oportunamente, expressa, mas que neste contexto revela-se secundário falar novamente.

O atual SNS (que a Ministra já declarou insuficiente para o pós surto), que inicialmente começou por ser um sistema giro, criado pelo advogado António Arnaut, porquanto era limitado ao essencial e aos recursos financeiros existentes. Contudo, pouco durou para que o predito Sistema, por conveniência política e votos fáceis, engordasse a tal ponto de se tornar inexequível, pois hoje, com ele, tanto é possível, às custas dos meus impostos, exterminar um feto, como retirar uma ceratose de 3mm da ponta do nariz.

Por fim, e curiosamente, para sustentar os aludidos lóbis farmacêuticos, o nosso atual Regime de esquerda (incluindo BE e PCP), não sei se propositadamente ou por absoluta ignorância... acabam por contribuir, e muito, para a sustentação, neste formato, para a rebustez do ultra capitalismo que suga milhões do povo português para, através de empréstimos, ir aguentando, tapando buracos aqui e acolá, do colapsado SNS.


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sexta-feira, 12 de outubro de 2018

SNS

O Sistema Nacional de Saúde (SNS) é uma utopia. Uma bonita utopia, é verdade...mas uma utopia.

Nesta enganosa e insana obstinação de chegar "com tudo a todos", com as conhecidas e dramáticas consequências sobre os nossos orçamentos (veja-se a multiplicidade de serviços, interesses e trabalhadores do setor...), cuja produção do País nunca cobrirá tais dispêndios, empurrando-nos para défices elevadíssimos e consecutivamente para bancas rotas, o SNS começa a desgovernar-se e, mais grave, a não chegar em condições àqueles que mais precisam.

Urge uma revisão constitucional, caso contrário vamos ter dissabores em breve. Precisamos de uma saúde que, pragmática e realmente, chegue a todos e, simultaneamente, um Serviço Público que assegure os mais desfavorecidos economicamente.

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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)