segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Já paira Novo Regime...
O regime, na forma em que está, sobretudo com os insustentáveis contornos na Justiça e na Economia, irá sofrer, a bem ou a mal (esperemos que a bem) uma alteração. Parece-nos medianamente claro. Neste sentido, também o Dr. Medina Carreira e Miguel Sousa Tavares já anteviram, recentemente, tal cenário. Porém, que nunca seja a alternativa um sistema Presidencialista puro. Com a "malta" que anda por aí a fazer-se ao lugar, seria pior a emenda que o soneto. Ainda se nos falassem do Prof. Cavaco Silva...até se entendia. Mas esse, coitado, não deve alcançar sequer um segundo mandato. Agora... quem é que já está na calha, e digam-nos se um sistema Presidencialista funcionaria, ou dito de outro modo, se seria melhor "remédio" que o actual Semi-Presidencialista ? Querem o socialista-católico* António Guterres como Presidente ? Até houve quem dissesse, uns tempos atrás, sobre este senhor, no programa “Eixo do Mal”, que ele seria o segundo pior português de sempre atrás de Afonso Costa… Facto: deixou o País como está agora, bastante mal. Isso nós não queremos. Querem o poeta Manuel alegre? Pessoa maior da nossa cultura, de apurada formação, convicto naquilo que acredita e de forte carácter…sem dúvida. Merece o nosso respeito. Mas...acham-no adequado e queriam-no no dito lugar, nos tempos difíceis que hoje vivemos? Nós não queríamos. Querem o Eng. Sócrates...? Não vão por aí…seria voltar ao mesmo, talvez ainda pior dada a nossa cultura. Os mesmos, os lobbies, as redes, os “compromissos”, etc.
Nós queremos um Rei! Face ao cenário descrito para uma alternativa de regime Presidencialista, apenas um monarca não destabilizaria a forma sistémica e dual portuguesa, cujos contornos são constitucionalmente seculares, que nem a república se despojou deles. O soberano, este sim, enquanto pessoa estruturalmente idónea, mas bem assessorada (e muitos são os intelectuais, os artistas, os executivos da alta finança que dariam a cara depois de instaurado um moderno regime monárquico), é que poderia nomear, democraticamente, um Governo de pleno poderes, apartidário, composto por servidores públicos, de modo a colocar Portugal no caminho do progresso, como são as monarquias enquanto os países mais desenvolvidos do planeta. A chave para absoluta idoneidade na chefia de Estado advém não dos votos, mas da democrática, transparente, incorruptível e preparada posição constitucional de um Rei.domingo, 29 de novembro de 2009
Do lado que está o “Nacioniilismo” exacerbado…
A) O Rei D. Carlos e o Ultimato
sábado, 28 de novembro de 2009
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
O Panteão | Os Heróis | O (Co)Autor | O Assassínio
Comentário – Uma vergonha nacional. Bem hajam os que não se calaram…
Espontaneamente muitos, muitos e muitos mesmo...
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
10 Downing Street...
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Aniversário de S.A. o Infante D. Dinis de Bragança
felicitamos S.A. o Infante D. Dinis pelo seu 10.º aniversario.
25 de Novembro | Dia de Liberdade | Major-General Jaime Neves
"Considerando que o Coronel de Infantaria "Comando" Jaime Alberto Gonçalves das Neves, ao longo da sua brilhante e valorosa carreira militar prestou altos serviços às Forças Armadas e à Pátria, marcados pelo heroísmo, abnegação e notável espírito de decisão; Considerando que no comando de tropas em campanha revelou invulgares qualidades de chefia, espírito de missão, coragem e sangue-frio em acções de alto risco debaixo de fogo; Considerando que o Coronel Jaime Neves teve uma participação decisiva nas acções militares que conduziram à restauração da democracia em Portugal e à sua intransigente defesa, nomeadamente pela sua actuação em 16 de Março de 1974, em 25 de Abril de 1974 e em 25 de Novembro de 1975 e que teve acção importantíssima na reestruturação da disciplina nas Forças A-nnadas; Considerando as qualidades de carácter, generosidade e frontalidade que são timbre da sua personalidade e do prestígio nacional que goza, quer entre os camaradas de armas, quer na sociedade civil; Considerando os efeitos de heroísmo militar e cívico do Coronel Jaime Neves, as elevadas condecorações e significativos louvores que lhe foram atribuídos ao longo de toda uma carreira militar que constitui elevado exemplo e o elegeu como motivo do maior prestígio para as Forças Armadas e credor da gratidão do Povo Português: Mário Soares, Presidente da República e Grão-Mestre as Ordens Honoríficas Portuguesas, faz saber que, nos termos da respectiva Lei Orgânica, aprovada pelo Decreto-Lei n.' 414-A/86 de 15 de Dezembro, confere ao Coronel de Infantaria "Comando" Jaime Alberto Gonçalves das Neves, de nacionalidade portuguesa, o grau de Grande-Ofical com palma da Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito. Por firmeza do que se lavrou, o presente alvará que vai ser devidamente assinado. Publique-se. Presidência da República, 13 de Julho de 1995, Mário Soares"»terça-feira, 24 de novembro de 2009
Com Pinheiro de Azevedo o povo não teve, "não tem” e nunca teria medo !
O sentimento de irreverência, o jovem de hoje e o revolucionário do futuro…
PLANO \nclinado - "Mas isto é um Estado ?"
«(...) o Salazar não veio lá de Coimbra a correr tomar o poder. Aquela democracia incapaz, aquela democracia não, já era uma ditadura, mas aquela ditadura que derrubou a democracia, teve que lhe entregar o País. Ninguém sabia o que havia de fazer. E é isso que a gente tem de evitar. E estupidamente estamos a caminhar para situações similares…ceguinhos !» (44m 11s)
«A Europa não nos deixa cair» (45m 06s) ...veremos, por enquanto
«Poderemos ser uns mendigos profissionais se é que já não somos uns mendigos profissionais» (45m 16s)
«(…) sinto-me um português miserável. Quer dizer…Nós continuamos a viver à custa alheia ?! Por mendicidade…(…). Esta mensagem (…) é uma mensagem muito frequente. Mas quer dizer, mas acho que é uma mensagem muito triste. Não é uma mensagem digna de um País que tem nove séculos de História (…). Não é uma vergonha ? Para um País que chegou à Índia antes dos outros todos…no Brasil ?» (45m 44s)
Pacto de Dover
P. Edmundo Manuel Pacheco = Valor Humano
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
A II república do Dr. Soares e a I "com muita honra"...
Porém, face ao exposto, e melhor ponderadas as palavras do Dr. Soares, integradas na sua visão política, no seu percurso ideológico (Comunismo – Socialismo – “Gaveta” [segundo apelidam os media]) sempre intocavelmente republicano, concluiu-se, serenamente, o seguinte: 1.º) "Estado Terrorista"...sim senhor, quanto à I república, tal qual afirmou um ilustre monárquico em blogue. Bem visto e verdadeiro; 2.º) Face a mais repousada leitura, o Dr. Soares tem razão. Senão vejamos: ponham-se na pele do povo/cidadãos que, entre 1910-1926, estavam sempre a temer pela vida, em horror permanente, com toda aquela desordem, tiros e mortes pelas ruas de Portugal... Dando-se o golpe de 28 de Maio, o que significou Salazar para os portugueses que se encontravam naquele "reboliço" pegado ? Significou: a ordem e a segurança, por outras palavras...a “salvação”. Correcto? Ora, sem descurar do tempo a mais e da ausência de liberdade que o Prof. Salazar dramaticamente infligiu sobre Portugal, com os consequentes e irreparáveis danos que ainda hoje se repercutem na nossa democracia, de facto, e se virmos bem, o regresso ao modelo genuíno republicano, de que falava o Dr. Soares, dá-se em 1974. Daí que o senhor não deixe ter razão quando afirmou: «a nossa é a segunda», mas esta dentro do conceito (mais rigoroso) de república de avental…obviamente. Porém, há outra coisa que não é menos verdade…o “reboliço” de 1910-1926 continua doutra maneira, é ver-se as notícias do estado da Nação. A confirmar o afirmado, preste-se atenção à manchete do Caderno de Economia do semanário Expresso de 14-11-2009, cujos títulos transcrevemos para, seriamente, se reflectir:
domingo, 22 de novembro de 2009
22/11/1975 - 34.º aniversário da Coroação do Rei de Espanha
Vivam os Reis de Portugal e dos Algarves. "Eu Quero um Rei!" Queremos ser ainda melhores que Espanha...Viva uma moderna e nova Monarquia para Portugal !
Aniversário de S.A.R. a Senhora D. Isabel de Bragança
«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)
«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)
Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)
Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)
«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)
«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)
«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)
«Pergunta: Queres ser rei?
Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)
Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)
«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)
«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)
«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)




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