Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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quinta-feira, 4 de abril de 2013

O Rei | A Autonomia | A Ribeira Grande | A Placa de Mármore

Foto - PPA

Após o almoço de Páscoa fui confirmar que os ribeiragrandeses são os únicos na Ilha maior que entenderam e elevaram correctamente o valor da Autonomia.

Ele esteve cá e firmou-a perante os açorianos. Os cidadãos da segunda maior cidade de S. Miguel não esqueceram isso e o seu nome está na zona mais central.

Por isso julgo que ainda estamos em tempo de homenagear e agradecer, ainda mais, a El-Rei D. Carlos I.
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sábado, 3 de março de 2012

São Miguel | Os Caminhos de Ferro | A Monarquia | O Progressismo

Em Monarquia éramos, de facto, muitíssimo mais progressistas e…autonomamente respeitados. Azul e branco são, realmente, as nossas cores…e coerentemente as minhas.


O Açoriano Oriental (AO), por intermédio do jornalista Pedro Nunes Lagarto, apresentou na passada quinta-feira (1-3-2012) um brilhante artigo e uma lição daquilo que foi a Monarquia Constitucional, a sua progressista intervenção no povo e daquilo que era viver numa Autonomia alegre e num País de sonhos que projectavam para uma realidade económica mais rentabilizada.
Depois de ler este excelente artigo, fico com a clara convicção que, efectivamente, o nosso presente poderia ter sido muito melhor em Monarquia. Imaginem, meus caros concidadãos, as vantagens que tinham trazido aquelas linhas férreas para a nossa economia… Aquilo que só hodiernamente se conseguiu com o betão das SCUTS…já teríamos muito antes e numa lógica muito mais integrada.
Como sempre, e à semelhança do nosso ex-Tribunal da Relação, aquele que nos foi tirado em 1910 e que hoje, voltando a atrás passado um século, discute-se novamente o seu regresso, também a ré pública, de essência mais centralista e nacionalista, destruiu o sonho e projecto do grande açoriano Dinis Moreira da Motta, acérrimo autonomista. A vaidade do (novo) regime em exibir-se na I Grande Guerra, numa luta que não era nossa, matou portugueses, destruiu famílias e retirou as verbas necessárias para projectos de progresso a Portugal em geral e, in casu, aos açorianos em especial. Fomos remetidos aos caos em apenas 16 anos. Só o reinado do nosso 1.º Rei durou 46 anos…
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terça-feira, 24 de novembro de 2009

P. Edmundo Manuel Pacheco = Valor Humano



Comentário - Estamos na presença de um homem de cultura, jornalista, fiel Pároco, Católico de dimensão profunda, devoto de Nossa Senhora, cuja paróquia da Conceição guardou até antes da sua reforma, aglutinador, desportista e, neste último domínio, de realçar o seu sportinguismo de raça. Mas em destaque: por acreditar no modelo monárquico como o regime mais fraterno para os portugueses viverem. Aquando de uma deslocação a São Miguel de S.A.R. o Senhor Duque de Bragança, D. Duarte Pio, em 2007 (sem precisar), e na presença dos dois, por ocasião de um jantar em Ponta Delgada, pudemos constatar a especial estima que Sua Alteza Real dedicava ao Senhor P. Edmundo Manuel Pacheco, por saber o quanto se pode contar deste servidor público enquanto homem.

Foi atribuído o seu nome a uma Rua na sua Terra do coração, a Ribeira Grande, território e gentes por quem deu tudo o que sabia. Daí a merecida e mais que justa dedicatória da edilidade. Este tipo de dedicatórias cívicas e civis devem fazer-se em vida e não post mortem, para, assim, os homenageados constatarem a gratidão e o reconhecimento do seu trabalho. Muito bem, em representação dos cidadãos, os autores da homenagem.

Fica aqui também a respeitosa homenagem da "Incúria da Loja" a este homem que, para nós, se traduz em duas palavras: "Valor Humano".
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)