Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

sábado, 13 de fevereiro de 2021

Educação

«O homem não é nada além daquilo que a educação faz dele.»

Emmanuel Kant.

«A cultura forma sábios; a educação, homens.»

Louis Bonald.

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Medo

«Mantenha os medos para si mesmo, mas partilhe a sua coragem com os outros.»

Robert Louis Stevenson.

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Debilidades

Contrariamente a quem marca posições e assume responsabilidades, quem se vai governando são os caladinhos.

Daí sermos uma república governamentalmente débil, estruturalmente sem líderes e sem lideranças marcantes.


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Cartas

«Se tivesse tido mais tempo, teria escrito uma carta mais curta.»

Pascal.

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Compromisso

«Um compromisso é uma ação e não uma palavra.»

Abraham Lincoln

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Daí vivermos nesta república de interesses de grupos

«Quem controla o passado, controla o futuro. Quem controla o presente, controla o passado.»

George Orwell ORWELL, G, 1984, Companhia das Letras, 2009.

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Carnaval e mascarados

O Carnaval é a festividade que menos posso ouvir falar em 2021, pois há quase um ano que só vejo gente de máscaras.

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SELECTION SOUNDZZZzzz! Part VII


Made in Portugal



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SELECTION SOUNDZZZzzz! Part VI

 

Made in Portugal



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SELECTION SOUNDZZZzzz! Part V


Made in Portugal


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SELECTION SOUNDZZZzzz! Part IV

 

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SELECTION SOUNDZZZzzz! Part III



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SELECTION SOUNDZZZzzz! Part II

 


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SELECTION SOUNDZZZzzz! Part I


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Credos e Ideologia ≠ Arte e Cultura

A arte, independentemente das suas expressões, seja ela tradicional, clássica ou pós moderna, serve, primordialmente, para nos preencher o espírito e, inerentemente, motivar-nos, internamente, da forma subjetiva que nos caracteriza casuisticamente.

Superior é o artista que não a confunde com ideologias, potencia-a para o maior patamar.

Mais superior é aquele que enquadra o seu amor pela arte, independentemente de ideologias.

Quem não souber destrinçar isso, estará a cometer um sério erro contra o progresso civilizacional.

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Chega!: Não é o Lobo, é o Pedro

Tal qual como analisei e escrevi (e previ) a 10 de janeiro p.p. o futuro está à porta.

No rescaldo do dia das eleições, Ana Gomes proferiu uma frase muito peculiar, talvez que tenha passado despercebida aos mais desatentos, e que traduzia isto: reúno um grupo de liberais, progressistas, ambientalistas e europeístas.

Antes daquela frase, no aludido artigo do dia 10 foquei para isso mesmo - “Muitos liberais vão se reconfigurar ao próximo contexto, deixando os seus anteriores casulos de disfarce, fossem em partidos de esquerda progressista ou nas muitas sociais democracias partidárias que por aí existem, deixando de haver um conceito de esquerda e direita, mas antes mais próximo de conservadores e liberais (...)” - significando que a Iniciativa Liberal poderá ser o elemento agregador e motivador, sobretudo para os jovens. A juventude millennium já não tem a mínima paciência para, como autómatos pré programados, nascidos após o 25/4, que defendiam, ipsis verbis, sem terem sentido ou conhecido, aquilo que seus pais, avós ou bisavós defenderam no tempo do Estado Novo, como foices e martelos, de uma esquerda rural (...longe do liberalismo sofisticado de Nova Iorque...) por mais caviar que possa ter procurado evoluir para disfarçar cosmeticamente a sua génese e, acima de tudo, não estarem comprometidos, por anuência tácita, com uma passada e injustificável mortandade de seres humanos inocentes para que se impusessem tais ideologias. Uma nova juventude, com uma nova irreverência, provavelmente, por um lado, provinda da Direita tradicional e conservadora, mas, paralelamente, versus e mais assustadoramente, também, derivante do Liberalismo, seja ele vindo da Esquerda ou da pseudo direita, poderão configurar o novo cenário político do século XXI.

O Dr. André Ventura, com todos os males e críticas que lhe possam dirigir e daqueles que, hipoteticamente, até tenham efetivamente certa razão no que lhe qualificam, disse algo determinante no debate direto com Mayan na SIC, e que foi: a Iniciativa Liberal não era de Direita, coisíssima nenhuma. De facto, e por mais voltas que os seus cruéis opositores possam dar, esta é uma verdade indesmentível.
O Liberalismo que foi contido até ao século XX no nosso País, está a reaparecer com a força do século XIX em Portugal, e quando esse mal estiver instalado, e fazendo fé no que escrevi, bem como nas palavras de Ana Gomes, e nas do fundador da Iniciativa Liberal, Carlos Guimarães Pinto, mas também na daqueles que defendem e promovem os valores da “democracia liberal” como “garantes de liberdade” e que criaram o Instituto '+ Liberdade', um think tank dirigido pelo ex-líder da Iniciativa Liberal, contando com mais de 5.000 membros fundadores, incluindo Adolfo Mesquita Nunes, Carlos Moreira da Silva, Ana Rita Bessa, Lídia Pereira e António Nogueira Leite, significa que algo de muito perigoso está em curso...

Com tal cenário a crescer, com o nítido decréscimo do PCP e do Bloco, os próximo serão o PSD e, conforme as baterias já foram apontadas por Ana Gomes (...essa grande amiga do PS...) e por este artigo do Jornal Económico, também o PS, partido o qual, já sem falar de um Sócrates e dos seus múltiplos correligionários, descendentes e afins Liberais que por lá abundam, poderá ser o que resta abater. Devo dizer que esta posição de Carlos Guimarães Pinto em nada me surpreende, aliás, só vem confirmar as minhas mais profundas certezas.

No dia que os liberais se assumirem e se fundirem, poderá ser, como dizem os Clã, “o começo do fim”. Quiçá, muitos ainda vão perceber e implorar, em tempo, por um perfil de André Ventura, mesmo vindos da esquerda, tal como alguns comunistas que já votam nele, porquanto o futuro não me parece nada risonho, onde se matarão todas as tradições. Por isso já dizia António Sardinha, sim à tradição, não ao conservadorismo. Eu acrescentada: não ao Liberalismo!

O Chega não é o Lobo, é o Pedro e o Pedro tem de se unir com o PPD, o mesmo que dizer com a sua ala Sá Carneirista, bem como com os socialistas de bem, ou seja, os não liberais. Se assim não for, estamos a jeito de termos um Rio de retrocessos civilizacionais.

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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021

Forças Armadas Portuguesas

«O Estado-Maior-General das Forças Armadas dirige as mais sinceras condolências a todos os familiares e amigos do Tenente-coronel Comando Marcelino da Mata, militar do Exército Português, nascido na Guiné Portuguesa em 1940.

Ficou conhecido pelos seus actos de bravura e heroísmo praticados durante a Guerra do Ultramar, sendo o militar mais condecorado da História do Exército Português.

Descanse em paz senhor Tenente-coronel!»



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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021

Uns tiraram vidas mas outros fizeram pior: mataram almas

"O Liberalismo é uma utopia".

Ouvi esta marcante frase, na passada semana, por parte de um leal amigo e empresário de Vila Franca, dos verdadeiros que podem ostentar esse título, daqueles que nunca se vergaram ao maior poder político, o governamental, daqueles que caiem violentamente e reerguem-se, um líder verdadeiro (dos poucos que conheci), um comandante de homens, um defensor feroz dos seus colaboradores, um inconformado contra as regras pré estabelecidas, dotado de uma precisa inteligência analítica mas, acima de tudo, a qualidade que mais lhe admiro, um sentido de humor único e brilhante.

Tal como o Comunismo é uma utopia, também, de facto, o Liberalismo é outra. O primeiro, sobretudo na URSS e na China de Mao, não se coibiu de matar seres humanos aos milhares para impor o seu idealismo. O segundo faz algo ainda pior, não gera sequer mártires, ceifa irredutivelmente as suas almas, a dignidade e a verticalidade deles.

Salazar (mas também, sem descurar, por outra via, o específico Integralismo Lusitano de António Sardinha), percebendo, astutamente, o enraizamento desses dois descomunais perigos, combateu pela força o primeiro e suspendeu, por decreto, o segundo. Criou uma Constituição Corporativista (... para informação dos menos sabedores expressamente inversa ao fascismo que propôs um Rolão Preto... naturalmente com aquele salpico esquerdista que só hoje começa a ser possível reconhecer aos fascistas... não tivesse ele se tornado um opositor a Salazar na Oposição Democrática e pela fundação do Nacional-Sindicalismo), a qual através da cooperação económica das instituições podia estabilizar o Capitalismo, deixar as empresas prosperarem e produzirem, fossem as grandes, as médias ou as pequenas. Recordo os Champalimaud, os Mello, a CUF ou os pequenos comerciantes que proliferavam pelos centros das cidades e pelas aldeias de Portugal com os seus diversos produtos. A indústria funcionava em Portugal como nunca. Tivemos a segunda maior fábrica de tecelagem da Península Ibérica, a Baiona, construíamos barcos, tínhamos uma robusta indústria química, etc. .. talvez por isso crescíamos a 7%...

Acresce a isto que o Estado Corporativista do Prof. António de Oliveira Salazar, tinha uma máquina administrativa sólida, assente na transparência e, acima de tudo, na seriedade, sabendo que política era um aspeto e sociedade civil e económica outro.

Tal como Salazar, sempre, e antes dele, houve Administração, desde Afonso Henriques e, em especial, na gestão complexa do Império Ultramarino. Depois o Estado, antes a Coroa. No mundo, em geral, há Administração e o progresso de um País, não haja qualquer ilusão, depende sempre dela, mas sobretudo da sua eficiência, qualidade, celeridade, regulação e transparência (ou seriedade se preferirem). Um país 100% privado ou próximo disso é niilismo e uma blague.

Ora, a utopia do Liberalismo evidencia-se precisamente por isso, porquanto iludem-se os seus defensores e aqueles que são enganados por aqueles, pois a crua realidade é que quando chegam ao poder não têm outro caminho, como revela a História desde do século XIX, que não se acomodarem, refastelarem e terem de acatar o que lhes diz a Administração. Há poucos dogmas sociais, mas este é incontornável.

Por fim, e a título de exemplo, o CDS-PP e o PSD em algumas das suas franjas ultra liberais, quando foram cheios de força "liberal" para o poder, em 2002 e em 2011, rapidamente renderam-se, e ainda bem que assim foi, ao poder ainda maior da Administração.

Não defendo um Estado absoluto, mas uma negação de um Estado é ainda pior. Um Estado não se deve intrometer em tudo, deve dar liberdade, entrar em áreas muito específicas, deve ser mediador, regulador e ser transparente. Não é preciso sacrificar almas para gerar riqueza, não ao Liberalismo... sempre!


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sábado, 12 de dezembro de 2020

"Furibundos"

«Um homem de bom senso saberá criar melhores oportunidades do que aquelas que se lhe depara.»

Francis Bacon

Para bem do futuro da direita nos Açores é bom que, doravante, o Secretário Regional das Finanças, Planeamento e Administração Pública, Eng. Bastos e Silva, siga o que foi definido pelo seu Presidente do Governo Regional ("transição governativa tranquila e colaborante"), aconselhe-se previamente bem com o seu atual DROT, que tem a obrigação de conhecer, pelos 28 anos que ocupa o cargo, todas as operações financeiras envolvendo o Tesouro da RAA, o qual é coberto pelos nossos impostos, em especial as suscitadas na acalorada exposição do seu membro do Governo e, já agora, tivesse tido em consideração o alerta abaixo transcrito do Expresso Curto, do dia 9/12/2020, antes de ter acendido o rastilho para uma inflamada discussão que os açorianos tiveram, desnecessariamente, de assistir na passada semana e que em nada prestigiou e dignificou o nível que a ALRAA devia e merecia ter.

“O novo governo vai encontrar nas bancadas da oposição muitos membros do anterior e alguns deputados socialistas deveras furibundos."*

Por outro lado, e diferentemente, justiça seja feita ao Dr. Duarte Nuno Freitas que num discurso mais elevado, racional, pragmático, político e construtivo na ALRAA, surpreendeu todos ao elogiar a máquina administrativa do Emprego, cuja equipa foi altamente reformulada, em 2016, pela independente Dra. Paula Castelo Borges Andrade, ora Diretora Regional cessante, a qual conseguiu um resultado final na Organização como nunca havia sido constatado nos últimos 28 anos.

Mulher empenhada, trabalhadora, arguta e com experiência técnica muito profunda, com mais de 19 anos no setor, há 4 anos, teve a pronta coragem e determinação, com absoluta clareza, sem rodeios e atrapalhos, procurar falar com aqueles que sabia que seriam mais valias para a RAA, alguns inclusive quadros de direita e até mesmo filiados no PSD, de modo a se rodear de chefias que derivassem da experiência, das provas dadas, do mérito, da qualidade (evidenciada pelas suas avaliações) e da entrega pela causa pública. Hoje, certamente, haveriam naturais e importantes ajustamentos a fazer nessa equipa, mas nós saberíamos quais seriam para a potenciar ainda mais. Em suma, Paula Andrade, não recorreu a boys & girls, mas antes a homens e mulheres qualificados, como acontece nos modelos de Administração europeus mais desenvolvidos.

Os resultados do Emprego, esses, que curiosamente até foram o maior trunfo que o Governo cessante apresentou em campanha..., foram traduzidos numa contínua redução do desemprego, mas sem descurar do muito que se fez, transversalmente, de 2016 a 2020, no universo adjacente ao setor, mormente nos financiamentos do FSE e na Qualificação Profissional, até mesmo quando tudo foi abalroado pela Covid-19, nem aí, a equipa desmobilizou e continuou a produzir medidas estratégicas. Num contexto muito difícil e diferente, para suster o embate que se iniciou naquele março 2020, recorrendo a muito trabalho produzido por este grupo motivado, focado que estava em amparar as empresas e os trabalhadores cujas economias foram abruptamente atingidas pela pandemia (ao contrário do Continente que as medidas equacionadas não foram tão eficazes).

Ora, esse contexto já hoje constatado e comprovado pelo Dr. Duarte Freitas, homem que também liderou o PPD Açores na fase do Dr. Pedro Passos Coelho, relativamente à máquina/equipa até agora coordenada de forma produtiva, célere, altamente dinâmica e modernizada, sobretudo, na lógica do Princípio da Administração Eletrónica, veio, por intermédio do seu discurso, dar um passo importante no reconhecimento que muitos outros não tiveram (exceção feita aos que consigo já apreciar, ou seja, ao sempre inteligente Eng. Mário Mota Borges uma excelente escolha deste XIII GRA e, ainda, à Dra. Sofia Ribeiro) por alegada má apreciação daquilo que é um perfil de líderes, amiguismo, inveja, egoísmo ou simples e/ou vulgar desconhecimento, conseguindo aproximar-se de uma ajuda e de uma eventual lealdade para com ele, as quais serão fulcrais para o seu mandato.

Bem haja o Dr. Duarte Nuno d'Ávila Freitas pelas suas públicas palavras, felicidades ao novo Diretor Regional de Qualificação Profissional e Emprego, mas ainda um sentido e reconhecido agradecimento, mais como cidadão, à Dra. Paula Castelo Borges Andrade por tudo o que fez pela nossa Região, uma mulher de exemplo organizacional que provou que é possível fazer diferente e melhor, deixando legado e uma certeza: um ativo precioso demais para ser desperdiçado seja qual for a ideologia governativa.

*Mota Amaral, presidente honorário do PSD Açores, região de que foi presidente entre 1976 e 1995, sobre a discussão e aprovação do programa do novo Executivo açoriano, que decorreu entre segunda e sexta-feira.



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terça-feira, 8 de dezembro de 2020

Fecha-se o circulo

Até ao que consegui alcançar, a engenhosa cilada política montada por Carlos César está a postos.

Resta apenas à Coligação, numa última hipótese de se poder reposicionar com vista a almejar uma chegada a bom porto, fazer algo expedito, determinado e objetivo: reequacionar urgentemente, quando ainda pode, e ainda faltam dias, poucos, mas dias, alguns nomes nevrálgicos dos Diretores Regionais e/ou, também, a restante hipótese, de subdiretores, nos casos que os últimos existirem, sobretudo, nas pastas mais difíceis e complexas. Seria mesmo de lhes questionar, sem demoras, sobretudo naquelas preditas pastas, se os entretanto pré designados, agora que viram o que irão ocupar, se sentem preparados? Perguntem-lhes, em consciência, repito, em consciência, antes que seja tarde demais. Aqui não está em questão as pessoas, a sua honestidade ou integridade, mas a experiência, o conhecimento e os critérios técnicos que o difícil cenário exige em serviço público e em serviço dos açorianos.

Pela experiência entretanto colhida, quer perante cocidadãos, quer, transversalmente, na Administração Pública Regional, e face às evidências factuais que já se vão definindo e ficando determinadas, confesso, como alguém de ideologia de direita, que já me sinto um pouco envergonhado, pois já me começam a escassear os argumentos e a motivação para defender esta Coligação em relação aos entendimentos que aludi, sabendo que ela pode comprometer, por assentar, no Parlamento, em pilaretes muito instáveis, toda a direita açoriana por um período igual ou superior a 12 anos, face ao prestígio, a experiência e a imagem que Vasco Cordeiro ainda possui na Região Autónoma dos Açores, político que está ora de resguardo a esperar a melhor altura para desferir um golpe fatal ao PSD, CDS e PPM.

Ou seja, objetivamente, e sem rodeios, a esta Coligação recai a enorme responsabilidade de governação no difícil e atual cenário epidemiológico em crescente e de economia débil mas, sobretudo, a responsabilidade de não comprometer a direita e aqueles que são de direita por mais um longo período das suas vidas, ficando registada na História deste arquipélago, para todo o sempre, nessa última referência e, pior, com a agravante de ter sido "tomado de assalto pela ânsia de poder" conforme alegam e alegarão sempre as esquerdas.

Lembre-se a Coligação que, estruturalmente, depende mais de alguns que esses alguns dela e do seu corpo governativo. Depende, determinantemente, conforme já referi e repito, daqueles que têm experiência de muitos anos, que conhecem os quadros, os procedimentos, as orgânicas, as leis, as responsabilidades financeiras, que nunca se vergaram ao socialismo (...embora outros que sim já ocupam hoje cargos nevrálgicos, incluindo ex de "confiança política" socialista...) mas, sobretudo, a pode defender daqueles que, dirigentes ou não, dissimuladamente pertencem à ideologia de esquerda e, enquanto sólidos sabedores implantados em 24 anos de governação PS, que podem completa, fácil e habilmente desfazerem um governante como se fosse uma marionete sem sequer ele se aperceber.

Saliento, em suma, e por fim, que estruturalmente estes trabalhadores da administração publica regional conhecidamente não socialistas são mais importantes para a Coligação do que a Coligação para eles.
Fica, pois, o alerta: “quem avisa, amigo é”. O cenário disto correr muito, muito, muito mal é amplamente extenso.



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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)