Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

sábado, 23 de julho de 2016

Afinal a Final...

Eder foi educado/criado numa daquelas instituições tão criticadas pelas esquerdas aquando do processo de legalização da co-adoção de crianças por gays.
O resultado daquelas supostas obsoletas instituições está à vista.

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WEEK SOUNDZZZzzz!


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sábado, 16 de julho de 2016

Miles Ahead


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Golpe de Estado

Aquilo na Turquia já se sabe se é uma espécie de 28 de Maio ou, inversamente, de 25 Abril?

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Nice…Europe with the same problem once more!

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It MAY work!


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Navegar

«Cantar,

Como quem canta um fado.
Um amor que passou,
Traços de um vento apagado.
Um mundo que acabou,
P´ra não ter de mudar.

Vou cantar,
Nas palavras de um fado.
As trovas que nos diz,
Um rei sem trono nem reinado.
Sem novas nem país,
Por ter de navegar,
Ter de navegar.

Eu vou cantar por quanto passei.
Eu vou cantar porque te encontrei.
Vem navegar para longe no mar.
Há um navio para nos levar ao fim do mar...
Cantar um temporal que se levanta para nos alcançar.
Mas a bandeira azul e branca vai tornar ao mar.
Da cor do teu olhar,
Azul no olhar.»

Sétima Legião, “De Um Tempo Ausente”, 1989.

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A Arménia e o Cristianismo

«A Arménia foi o primeiro país a adoptar o cristianismo como religião estatal, em 301, 12 anos antes de o Império Romano dar aos cristãos liberdade religiosa. No século V, a Igreja Apostólica arménia separou-se de Roma e faz parte das igrejas ortodoxas orientais. Actualmente, existem apenas 280 mil católicos entre os três milhões de habitantes.»

In Público, de 24-6-2016, pág. 22.

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Boys, Girls and Maths



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“The King is Dead, Long Live The King”

Começa a aborrecer-me a comparação entre o King e o CR7.

Sejamos objetivos: o CR7 tem mais currículo e, por isso, apenas por isso, é melhor.

Todavia, podemos ser mais extensivos e tentar perceber o contexto de ambos, bem como os seus respetivos trajetos. É neste específico âmbito que poderá tornar-se mais difícil perceber quem foi o melhor. Mas de que modo?! Pela carreira que tiveram.

Enquanto Ronaldo sai de Portugal, concretamente do Sporting, podendo abraçar uma carreira internacional onde, nos grandes clubes, consegue evoluir; já Eusébio, por outro lado, não teve a mesma possibilidade. O Benfica de então, do Regime, não permitiu essa saída e, consequentemente, a carreira do Pantera Negra foi o que foi…grande mas potencialmente aquém de uma ainda maior.


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WEEK SOUNDZZZzzz!



Temas cantados pelo patinho feio:


Made in Portugal:

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terça-feira, 12 de julho de 2016

Transcendente

Foi um golo à Eusébio, inspirado pelo CR7 e concretizado por Eder.

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segunda-feira, 11 de julho de 2016

Somos Quem Fomos

Somos quem fomos e, de facto, grandes, festejamos de Norte a Sul do Continente, Ilhas, Angola, Moçambique, Timor e por aí fora d'aquém e d'além mar.

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Rescaldo

Muitos não acreditaram e desdenharam Portugal, interna e externamente. Mas este País é assim, por vezes faz proezas. Éramos menos dotados? Menos capazes? Não tínhamos hipóteses? Talvez.
Momentos antes de Aljubarrota foi parecido.

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domingo, 10 de julho de 2016

Elegância e Atitude

A Longines referencia-se, enquanto marca, na seguinte frase: "A elegância é uma atitude." Concordo.

Contudo, é aferível, em certo paralelo, que infeliz e generalizadamente o inverso também existe e, pior, impera: a deselegância é uma atitude.

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Finalmente, CAMPEÕES DA EUROPA!


Perante muito (psudo) intelectualismo, chauvinismo, ímpetos de superioridade, imposições de jacobinismo e outros "ismos", do clamar da propriedade sobre a liberdade, a igualdade e da fraternidade, a nossa Seleção, a Seleção dos serventes das obras e das porteiras, dos emigrantes...enfim dos portugueses...disse não. Disse basta! 

De mais bastas precisamos, somos descendentes de Brites de Almeida, somos mais do que aquilo que os políticos nos transformaram. Precisamos de mudar, mudar muito. Temos de encerrar muitos capítulos que não nos ajudaram, antes ajudaram-se e, acima de tudo, precisamos de novos desafios, de novos caminhos, de novas perspectivas, de renovar, de inovar e de transformar Portugal novamente num grande País...sobretudo com mais acreditar e alegria.

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sábado, 9 de julho de 2016

Efeitos Retroativos

Amanhã vai tudo, até as Invasões Francesas.

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Joachim Low: "Portugal não me convence"

Os alemães é que convenceram?! O segundo golo da França é originado por uma falha na defesa alemã que nem um clube da distrital de Odivelas falhava.

Esta Seleção alemã é muito mais fraca do que as anteriores, o grupo orientado pelo sr. Low está decaindo e o ataque deles é muito pouco esclarecido. Eles organizam-se bem até estarem a perder, a partir daí é ver os jogos que fizeram quando levaram golos... Longe, muito longe da capacidade de ataque daquela que ganhou o mundial e goleou Portugal e o Brasil.

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quarta-feira, 29 de junho de 2016

sexta-feira, 24 de junho de 2016

«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)