Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

Mostrar mensagens com a etiqueta P2. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta P2. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 7 de março de 2013

P2 - 01.02.2008

Aquando da evocação dos 100 anos da morte de D. Carlos, o Público, por via do caderno P2, editou este artigo no dia 1 de Fevereiro de 2008. 
É curioso como, realizado um centenário, o Rei e a Monarquia ainda são profícuos e lucrativos a este País. 
Fenómeno interessante. 

Artigo de Luís Miguel Queirós.
Share |

quarta-feira, 7 de março de 2012

“…é a tua tia, pá!”

- Interessante: Alguém que já entendeu onde vêm as movimentações de cidadania construtiva para o nosso futuro e acometem, sem pudor e sustentação sólida, as raízes da refundação -


Foi inevitável recorrer a este título. Não acostumado a usar este tipo de linguagem nem sendo do meu estilo, contudo, a situação que será aflorada remeteu-me para esta cada vez mais doutrinária expressão “política”… hoje recorrente na boca dos nossos políticos (em trato de “política elevada”…obviamente) e daí a sua (re)citação.

Posto o intróito, e lido um trabalho de Ana Gomes Ferreira que ocupava duas páginas do P2 do Público, publicado no passado dia 2-3-2012*, acerca de um livro sob o título “A Vida Privada dos Bragança”, de Ana Cristina Pereira e Joana Troni, não pude evitar escrever umas notas para aclarar, dentro do que me é conhecido e possível, algumas “preciosidades”, supostamente cientificas, que li naquela critica à obra das duas autoras.
Share |

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Lido no P2 de 16-12-2011:

«Há épocas de tal corrupção que, durante elas, talvez só o excesso do fanatismo possa, no meio da imoralidade triunfante, servir de escudo à nobreza e à dignidade das almas rijamente temperadas.»

Alexandre Herculano
Share |

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

“A aproximação à fé de Luís Miguel Cintra”

«Para Cintra, essa ideia de Deus existirá também nas palavras:
“Acreditar em Deus é acreditar também numa parte misteriosa da condição humana. Não consigo dissociar as duas coisas. Deus existirá ou não na capacidade dos homens o pensarem e de lhe darem um verdadeiro sentido. O que me agrada no cristianismo é a ideia de que Deus se torna homem. Não tem forma, ao contrário dos deuses gregos, e toma a forma humana. A forma humana pôde, um dia, conter divindade. Isso para mim é fundamental porque diz que é do ser humano que parte a sua transcendência. E é a isso que se chama alma, porque o anima”»

In caderno P2, Jornal Público, de 9-9-2011, sob o título “A aproximação à fé de Luís Miguel Cintra”.
Share |

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Ao Jornal Público – Caderno P2

O autor deste blogue leu, ontem à noite, este apontamento na rubrica Blogues em Papel.
Face àquele, o blogue A Incúria da Loja regista o destaque ou enfoque. Porém, não pode ficar alheio ao facto do excerto/post, “Só mais um dia”, não ser da sua autoria nem tão pouco ter sido aqui publicado ou reencaminhado.
Impondo-se o reconhecimento autoral, e feita uma pesquisa no Google, o motor de busca revelou que a respectiva autoria pertenceria a este excelente blogue.
Fica a nota e a correcção.

Os mais cordiais cumprimentos.
Share |

«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)