Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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quarta-feira, 7 de março de 2012

“…é a tua tia, pá!”

- Interessante: Alguém que já entendeu onde vêm as movimentações de cidadania construtiva para o nosso futuro e acometem, sem pudor e sustentação sólida, as raízes da refundação -


Foi inevitável recorrer a este título. Não acostumado a usar este tipo de linguagem nem sendo do meu estilo, contudo, a situação que será aflorada remeteu-me para esta cada vez mais doutrinária expressão “política”… hoje recorrente na boca dos nossos políticos (em trato de “política elevada”…obviamente) e daí a sua (re)citação.

Posto o intróito, e lido um trabalho de Ana Gomes Ferreira que ocupava duas páginas do P2 do Público, publicado no passado dia 2-3-2012*, acerca de um livro sob o título “A Vida Privada dos Bragança”, de Ana Cristina Pereira e Joana Troni, não pude evitar escrever umas notas para aclarar, dentro do que me é conhecido e possível, algumas “preciosidades”, supostamente cientificas, que li naquela critica à obra das duas autoras.
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)