Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Midnight in Paris

Vim há pouco do cinema deste magnífico filme.
Woody Allen melhora a cada filme. O "Bananas", por exemplo, comparativamente aos mais recentes trabalhos do realizador, não passa disso mesmo...um cacho de bananas!
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sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Laura Marling . "Rest In The Bed" (2011)

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Muito bem!

Reino Unido: mulheres e homens em pé de igualdade na sucessão ao trono.
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PAUS . "Mudo e Surdo" (2010)

Made in Portugal...!
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Alberto I | D. Carlos I | O Corvo

Aquando da visita de Alberto I (com D. Carlos I) aos Açores.
Uma excelente iniciativa...!
(Clicar na imagem)

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O Carlismo | O Miguelismo | O Socialismo | A Social Democracia

Apesar do Carlismo espanhol ser próximo ao Miguelismo português, há duas coisas que não deixo de sentir:
1.ª) Uma maior supremacia do prisma político do Império português, embora naquele período conturbado, sobre o espanhol;
2.ª) Não são muito fáceis de explicar as duas derivações que o Carlismo deixou e que, ainda hoje, se fazem tenuemente sentir no país vizinho: a) O socialismo autogestionário, chamado de Partido Carlista e; b) Comunhão Tradicionalista Carlista, partidário do conservadorismo.

Nota – Fica a questão: Concentrando-nos na aludida alínea a), será que a Maria da Fonte, emanada directamente do povo e sem “cabecilhas”, por muitos considerada a última expressão activa do Miguelismo em Portugal, seria, aos olhos de hoje, um verdadeiro socialismo ou social democracia originária do povo e não das elites “pensantes”? Aquele verdadeiro socialismo de Azedo Gneco, o verdadeiro pai do socialismo em Portugal (que pretendia fundar o Partido Socialista Português [PSP]), acarinhado por D. Manuel II, mas destruído pelo Partido Republicano…antepassado do actual PS (de cariz francês)?
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quinta-feira, 27 de outubro de 2011

La Piel que Habito

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A servir e a ajudar os outros

É sempre bom saber que connosco estão soldados da Paz
Muito valor a esses bravos voluntários, os quais nunca esqueceram a missão para que foram criados (1868): servir e ajudar os outros!
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Já houve um Plebiscito e...aguarda-se o Referendo!

Em 1993 os brasileiros entenderam ser importante para a Nação um Plebiscito sobre o regime (república ou Monarquia), embora tenham tido apenas 64 anos de Monarquia. Esta redenção e legitimação com a História, está a render-lhes crescimento.

Em 101 anos os portugueses (que criaram o Brasil) ainda não perceberam da importância para a Nação de um Referendo sobre o regime (república ou Monarquia), embora tenhamos sido criados e vivido em 767 anos como Monarquia. Enquanto não houver esta redenção e legitimação com a História (embora partindo com um século de lavagem republicana), nunca teremos uma democracia realmente estável de modo a proporcionar um crescimento civilizacional!
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Mr. Sampaio, the gentleman himself...

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Mais um excelente texto do João Amorim aqui!
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Aqui está tudo o que interessa...!

Mais Cavaco, menos Sampaio, mais Manuel de Arriaga, menos Carmona, eis o confronto do PR que muitos apelidam de ter sido o melhor de sempre (eu acho que foi Ramalho Eanes) e o Herdeiro (nada mais do que isso) ao Trono Português. Deviam fazer mais disto. Era bom para a democracia e sobretudo para o futuro!
Bem a organização e melhor ainda os intervenientes!
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6 aspectos

Repor a Monarquia Constitucional passa sempre por 6 aspectos que me agradam:
1.º) O Senhor Duque de Bragança nunca se pôs em bicos de pés para nada;
2.º) O Senhor Duque de Bragança, apesar de ser quem é, nunca deixou ser um homem simples e de lidar com o povo e homens simples (nos quais me incluo);
3.º) O Senhor Duque de Bragança nunca deixou de dizer e fazer o que pensava;
4.º) O Senhor Duque de Bragança não tem partido;
5.º) O Senhor Duque de Bragança nunca teve ou terá um cargo para me/nos oferecer;
6.º) O Senhor Duque de Bragança gosta mais que tudo de Portugal e do povo português.

No entanto: Muitos e muitos (cada vez em maior número) querem o Senhor Duque de Bragança como seu representante de Estado; Querem que ele seja o seu Rei; Querem independência no cargo mais elevado de Portugal; Querem-no, enquanto símbolo eleito pela História, para uma urgente e coerente unidade nacional; Têm uma força motivadora que lhes leva a enfrentar, apenas em prejuízo próprio, seja quem for para recuperarem a Monarquia Constitucional; E por fim...queremos, mais que nunca, alguém que goste (mesmo) de nós!
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Dito por um canadiano tem 350% de mais valor!

‎«Um Rei é um Rei, não porque seja rico e poderoso, não porque seja um político bem sucedido, nem por pertencer a um determinado credo ou grupo nacional. É Rei porque nasceu dessa maneira. E, ao optar por deixar a selecção do seu Chefe de Estado a este mais comum denominador do mundo - o acaso do nascimento - os canadianos implicitamente proclamam a sua fé na igualdade humana; a sua esperança no triunfo da natureza sobre a manobra política, sobre os interesses sociais e financeiros; pela vitória da pessoa humana.» -

Jacques Monet, em "The Canadian Monarchy"

Texto bem apanhado pela Sara Jofre!
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Eis mais uma razão porque quero uma Monarquia Constitucional de volta...!

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The Ladykillers (2004)

This is the starting song!
Indubitavelmente o 2.º melhor filme dos irmãos Ethan e Joel Coen!
Esta entrada é, provavelmente, das melhores de sempre...
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João Villaret . "Procissão" (1955)

De acordo com esta declamação cantada de Villaret, enquadrar-me-ia como um "rapaz daquela aldeia"!
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William Parker Chamber Trio (Feat. Leena Conquest) . No Pomigliano Jazz Festival (2009)

Deixo-vos com este oscilador de consciências!
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The Cardigans . "Carnival" (1995)

Vindo directamente do Reino da Suécia! ;-)
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Michael Wimberly . "Project L'Afrique Garde" (2008)

Ao vivo e acústico no Sábado passado, lá estive no Teatro para ouvir o que o Mister Wimberly tinha para tocar.
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)