Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

domingo, 10 de fevereiro de 2019

História do Palácio Nacional da Ajuda

Do tempo em que Portugal andava na linha da frente.


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A parte benéfica do digital

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De todos

"Um Rei é o Presidente de todos os Cidadãos. Um Presidente é o Rei de todos os seus Correligionários."

Ramalho Ortigão

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Admirável...é preferivel

“Um líder é admirado, um chefe é temido”

Vicente del Bosque

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A confiança

“Mais do que os interesses mútuos, é a confiança mútua que mantém as sociedades unidas.”

H. L. Mencken

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100% correto ...quase como o H2O...diria

«Sem música, a vida seria um erro.»

Friedrich Nietzsch

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SELECTION SOUNDZZZzzz! Part II


Made in Portugal


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SELECTION SOUNDZZZzzz! Part I


Made in Portugal




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domingo, 3 de fevereiro de 2019

Acima de tudo o seu Rei

O Príncipe Real D. Luiz Filippe que jurou proteger e dar a vida pelo seu Rei (e pai), que só não conseguiu porque D. Carlos foi morto à sua frente pelas costas.

Contudo, a sua intervenção imediata, antes de ser também assassinado, foi fulcral para proteger sua mãe e seu irmão futuro Rei D. Manuel II.
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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Evocando o Regicídio

"Infames, infames!"
SMS a Rainha D. Amélia de Bragança 

Regicídio - A 1/2/1908

O dia em que mataram Portugal e abriram caminho à república que temos hoje.
Fica para sempre, no meio de muitos hipócritas, ambiciosos, obstinados, vira casacas, a imagem daquela mulher que se ergue corajosamente e com um simples ramo de flores procura defender a sua família que está a ser vilmente abatida por armas de fogo cobardemente vindas da confusão instalada.


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sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

BlacKkKlansman: O Infiltrado


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Gauleses e terceirenses

Sempre fui um admirador e apreciador da genial obra de Albert Uderzo e René Goscinny – Asterix, O Gaulês.

Como todos sabemos, a obra assentava numa Aldeia imaginária de gauleses que, bebendo uma porção mágica, enfrentavam César e o Império Romano. Uma história que todos nós gostamos e julgamos, de certo modo, brilhante. Um conteúdo que nos transmite irreverência e atitude perante os poderosos, o seu potencial tónico e a sua eventual moral.

Contudo, a Aldeia dos gauleses, onde residia Asterix, não passa disso mesmo, uma história da ficção, um cenário imaginário.

Em Portugal, porém, algo muito, muito semelhante aconteceu também…só que não foi imaginário, foi mesmo real.

No século XVI, quando Filipe II de Espanha, já como Filipe I de Portugal, ou seja, já tendo tomado todo o Império Ultramarino Português, desde da área europeia (Continente), à africana, americana e asiática, houve um pequeno território que acabava por ser a última parcela portuguesa circunscritamente independente, e cujo povo sem porções mágicas ou druidas, decidiu não se subjugar ao poderosíssimo e colossal Império Habsburgo e destemidamente ousou enfrentar a maior maior força política e militar da altura no planeta.

Esse território foi a atual Vila de São Sebastião, na ilha Terceira, mais concretamente onde se realizou a célebre Batalha da Salga e que hoje pertence ao Concelho de Angra do Heroísmo.


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O verdadeiro Estatuto

Uns querem uma autonomia descompensada, outros controlada e outros, ainda, uma independência (ora) descontextualizada.

Para a transformação do Arquipélago dos Açores, por uma nova Monarquia, e dando continuidade ao respeito inicial de S.M.S. D. Carlos I pelos açorianos, consagrando a Primeira Autonomia Administrativa dos Açores, S.A.R. o Sr. Duque de Bragança tem a idealização de um Reino Unido para Portugal, no qual as nossas ilhas (e o Arquipélago da Madeira) seriam partes agregadas e caraterizadoras do mesmo. 
Ou seja, mais liberdade, mais autodeterminação…em suma: mais confiança nos Açores e nos açorianos.


Foto - Sábado | Direitos reservados ©.

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O Primeiro Protocolo

O primeiro ponto do Protocolo é o Povo e foi o que fez.

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D. Manuel II No Desfile da Vitória dos Aliados

Para os ingleses, ontem e hoje, o Armistício tem uma importância elevadíssima.
Em momento tão importante, El-Rei foi chamado a participar. Encontrando-se no exílio, apenas uma palavra é justificativa: prestígio.

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Beneficência Real

«Como prova do seu reconhecido altruísmo a Senhora Dona Amélia, última Rainha de Portugal, desempenhou as funções de enfermeira da Cruz Vermelha Britânica durante a Grande Guerra prestando cuidados aos feridos no hospital ortopédico (Royal Ortopedical Hospital), de Shepards Bush, em Londres. Recorde-se que, também, El-Rei Dom Manuel II serviu o esforço de guerra como oficial da Cruz Vermelha Britânica e estabeleceu o departamento ortopédico do hospital de Sheperds Bush, que por perseverança do Monarca e da Sua bolsa continuou a funcionar até 1925, dando assistência aos estropiados de guerra.»


Acrescentaria, além do supra referido, que SMF a Rainha D. Amélia foi fundadora do Instituto de Socorros a Náufragos, que prestava apoio às viúvas e aos filhos dos pescadores que morriam nos naufrágios, tendo inclusive, in persona, certo dia, salvo um homem que se afogava no mar, tendo ela, sem hesitar, se atirado ao mar para aquele citado efeito e resultado.

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Os Reis Na Madeira

Não há partidos, não há colagem de cartazes, nem tão pouco existe alguém à espera de lugares.
Aqui há alegria de estar com Portugal personificado, o Rei. Aquele que comporta todo um povo, toda uma história, toda uma cultura, toda uma tradição desde do início de Portugal.
Com os meus próprios olhos registei isto e o pude comprovar em 1995 (Lisboa) e 1996 (Braga). É algo inexplicável, só sentido. 
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Provavelmente

Um dos melhores governantes, certamente.


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A Portugalidade e aquilo que já fomos...


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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)